Anexo 01_PO 018_ManualTecnico de Ensaios_Rev01
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Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Manual Técnico de Ensaios 1 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Índice Geral Manual Técnico de Ensaios ..................................................................................................... 1 Índice Geral .......................................................................................................................... 2 Introdução ........................................................................................................................... 3 Metodologia .......................................................................................................................... 4 Retificador ............................................................................................................................ 5 Banco de Baterias ............................................................................................................... 12 Barramentos ....................................................................................................................... 17 Cabos ................................................................................................................................ 23 Capacitor............................................................................................................................ 30 Banco de Capacitor .............................................................................................................. 42 Contatores e chaves a vácuo ................................................................................................ 48 Disjuntor AT/MT/BT ............................................................................................................. 54 Gerador ............................................................................................................................. 63 Instrumentos de Medição e Transdutores ............................................................................... 74 Malha de Aterramento.......................................................................................................... 82 Pára-Raio ........................................................................................................................... 88 Resistor de Aterramento....................................................................................................... 94 Seccionadora ..................................................................................................................... 101 Transformador de corrente (TC) ........................................................................................... 109 Transformador de Potencial (TP) .......................................................................................... 120 Transformador de Potência .................................................................................................. 131 Relé de proteção ................................................................................................................ 144 Regulador de Tensão .......................................................................................................... 158 Inversor de Freqüência ....................................................................................................... 166 Softstarter ......................................................................................................................... 172 Transformador de Excitação ................................................................................................. 176 Controlador de fator de potência .......................................................................................... 184 Termobox .......................................................................................................................... 196 Coleta de óleo .................................................................................................................... 203 Inspeção Termográfica ........................................................................................................ 211 Medição de Grandezas Elétricas............................................................................................ 218 Resistividade do solo .......................................................................................................... 227 Transformador de Potencial Capacitivo (TPC) ......................................................................... 232 Tensão de Passo e Toque .................................................................................................... 244 2 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Introdução A Siner engenharia visando a padronização dos métodos e apresentação dos principais equipamentos encontrados em campo elaborou material com intuito de auxilar seus colaboradores, nas tarefas de manutenção preditiva, preventiva e comissionamento tanto em subestações quanto em casa de força em plantas industriais e usinas de açúcar e álcool. 3 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Metodologia Foram utilizados para confecção desse material, artigos de livros, sites, apostilas e recolhimento de informações de técnicos e engenheiros que atuam no sistema de geração de energia especificamente na coogeração em usinas de açúcar e álcool. 4 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Retificador Conceitos Básicos: O retificador de bateria, converte corrente alternada (CA) em corrente continua (CC), com alta estabilidade e boa regulação, sendo composto por uma ponte retificadora semi-controlada, no caso monofásico, ou totalmente controlada, no caso trifásico. O retificador é destinado a alimentar cargas CC e manter em flutuação (reposição de pequenas perdas da bateria) ou em carga um conjunto de baterias com tensão estabilizada e limitação de corrente. Os retificadores visam atender as seguintes finalidades especificas: a) Suprir as cargas de corrente continua; b) Suprir a corrente de perdas internas das baterias; c) repor às baterias as correntes transitórias solicitadas nas operações dos disjuntores, chaves seccionadoras motorizadas, etc. Em condições normais de operação, o retificador fornece uma tensão constante, que independe do valor de corrente continua solicitada. Quando esta corrente ultrapassa o valor nominal do retificador, este passa a operar como gerador de corrente constante em lugar de tensão constante, ou seja, se a corrente aumentar demasiadamente, a tensão ficará baixo de seu valor nominal. Tal característica de limitação de corrente evita que um curto circuito na carga ocasione a queima dos fusíveis protetores. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.1.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.1.1 Horas estimadas 30 min (SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1.1.1.2 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.1.2 30 min (SC) Ajustes e otimizações 1.1.1.3 30 min(SC) 3.1.1.3 1 hora (SC) Relatório técnico 1.1.1.4 Xxx Verificação das interligações e aterramento Ajustes e otimizações 3.1.1.4 1 hora (SC) Outros (especificar) 1.1.1.5 Xxx Relatório técnico 3.1.1.5 Xxx As built 3.1.1.6 Xxx Outros (especificar) 3.1.1.7 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando 5 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Considerações e instrumentos a serem utilizados: Retificador Inspeção Visual - Identificação; - Conexões; - Blindagem/Aterramento. Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Instrumentação - Multímetro digital - Termohigrometro - Fasimetro Imagens Simbologia Trifilar retificador Métodos de ensaios Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.1.1 Código comissionamento: 3.1.1.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados do retificador a ser ensaiado, executando o preenchimento no respectivo protocolo. 6 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios PROTOCOLO DE ENSAIOS EM RETIFICADOR DE BANCO DE BATERIAS Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: Marca: UE: Nº. fases: PN: Frequência: 60 Hz UF: Faixa Var.: Tipo: IS: IE : Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Nº. de fabricação: Ano de Fabricação: FP: US: PN: UC: Lig.: Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.: deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.1.2 Código comissionamento: 3.1.1.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.1.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Ajustes e otimizações Código manutenção preventiva: 1.1.1.3 Código comissionamento: 3.1.1.4 7 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Verificação de funcionamento dos acessórios do retificador e ajustes se necessário. Campo a ser preenchido: ENSAIOS ADICIONAIS Voltímetro entrada AC: Voltímetro cons. / bateria: Amperímetro entrada AC: Amperímetro cons. / Bateria: Sinalizações: Coletar a tensão de flutuação UF, efetuando a medição quando o retificador estiver alimentando o banco de baterias. No campo tensão, deve-se efetuar a leitura quando o equipamento não estiver alimentando a carga, desligar a entrada do banco. Limite de corrente: valor de ajuste deixado no retificador. Campo a ser preenchido: UF REGUL. (V) TENSÃO (V) LIMITE COR. (A) OBSERVAÇÕES Abaixo segue uma tabela da Adelco contendo alguns defeitos e causas prováveis: 8 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 9 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Procedimentos de Start - up Após o reconhecimento da régua de bornes e conexão dos cabos de entrada e saída (inclusive o ponto terra): Antes de alimentar o equipamento, certificar-se de que todas as conexões de: rede, bateria, consumidor e aterramento estejam firmes e corretas. Cuidados especiais devem ser tomados quando os valores nominais da tensão CA, e polaridade da tensão CC das baterias e consumidor; Ligar a rede elétrica; Verificar se a tensão da rede elétrica está de acordo com a tensão de entrada do equipamento; Ligar o retificador. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.1.4 Código comissionamento: 3.1.1.5 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. a) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); b) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); c) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); d) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomados). a) b) Obs. Gerais: Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.1.6 10 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. OBS.: N/C. 11 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Banco de Baterias Conceitos Básicos: As baterias são equipamentos independentes do sistema elétrico ao qual estão associados e tem por finalidade manter a confiabilidade da operação de dispositivos de proteção, comando de equipamentos, sinalização, alarmes e iluminação de emergência. Consiste de elementos (aproximadamente 60) ligados em série, sendo que cada elemento é composto de duas placas de polaridades opostas, com tensão nominal de aproximadamente 2,2V por elemento. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Código Horas Comissionamento Código Manutenção Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.2.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.2.1 Horas estimadas 30 min (SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1.1.2.2 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.2.2 30 min (SC) Medição de tensão/elemento 1.1.2.3 30 min(SC) 3.1.2.3 1 hora (SC) Medição da Densidade Relatório Tecnico Outros (especificar) 1.1.2.4 Xxx Verificação das interligações e aterramento Medição da Densidade 1.1.2.5 Xxx 3.1.1.5 30 min (SC) 1.1.2.6 Xxx Medição de tensão/elemento Relatório técnico 3.1.1.6 Xxx As built 3.1.1.7 Xxx Outros (especificar) 3.1.1.8 Xxx 3.1.1.4 30 min (SC) Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Cabos Inspeção Visual - Identificação; - Conexões; - Blindagem/Aterramento. Instrumentação - Multímetro digital - Termohigrometro - Densimetro 12 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Imagens Métodos de ensaios Inspeção Código Código comissionamento: 3.1.2.1 visual manutenção preventiva: 1.1.2.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados do retificador a ser ensaiado, executando o preenchimento no respectivo protocolo. PROTOCOLO DE ENSAIOS EM BANCO DE BATERIAS Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: Tipo: Nº. de Baterias: UC: UF: Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Nº. de Fabricação: Ano de Fabricação: Nº. de Elementos: CAP: Tempo: Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.2.2 Código comissionamento: 3.1.2.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou 13 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.1.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Esquema de ligação de um banco de baterias Caso elemento um elemento seja instalado com polaridade invertida,poderá causar a perda do mesmo. Medição de tensão/elemento Código manutenção preventiva: 1.1.2.3 Código comissionamento: 3.1.2.5 Medição da tensão em paralelo, efetuado em cada elemento e registrado no respectivo protocolo de ensaio TEMP. AMB.: 00,0 ºC Nº Baterias 01 02 03 04 05 06 07 Nº Elementos UV (V) Densidade g/dm3 Laudo Nº Baterias OK OK OK OK OK OK OK 17 18 19 20 21 22 23 Nº Elementos UV (V) Densidade g/dm3 Laudo OK OK OK OK OK OK OK 14 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Medição da Densidade Código manutenção preventiva: 1.1.2.4 Código comissionamento: 3.1.2.4 Com o auxílio de um densímetro, deve-se retirar a leitura da densidade do eletrólito, dos elementos. • Os elementos possuem, na maioria das vezes, um orifício, que possui uma tampa, para introdução dos densímetro. Quando a bateria não possuir este orifício, a válvula do elemento deve ser removida para a realização da leitura. • A prática de equalizar a densidade dos elementos, por intercambio de eletrólito é prejudicial e não deve ser usada. • Após o término das leituras dos elementos de um banco, antes de se realizar a leitura de um outro banco, deve-se lavar o densímetro, para que não haja contaminação dos elementos. Em baterias seladas, a leitura do eletrólito não é aplicada, pois a mesma possui um gel pastoso, assim como a adição de água e leitura da temperatura dos elementos. O eletrólito não é um ácido e sim uma solução aquosa que possui ácido, na sua composição, assim o contato com a pele deve ser evitado, se isso ocorrer, basta lavar o local do contato. Dessa maneira sempre deve haver água e bicarbonato de sódio (que neutraliza o efeito do ácido) próximo aos técnicos de manutenção. Através do processo de eletrólise (transformação da energia química em elétrica), ocorre à diminuição da água dos elementos, que depende do número de descargas da bateria. É evidente que ocorre uma evaporação da água, mas o consumo de água está relacionado às reações químicas. Assim o nível do eletrólito deve ser sempre mantido entre os níveis máximo e mínimo indicados nas laterais dos vasos dos elementos. A adição de água deve ser feita abrindo-se a tampa da válvula e com o auxílio de um funil e uma jarra, ambos limpos. A água a ser adicionada, deve ser livre de impurezas, assim a água da torneira não serve, pois possui flúor e demais produtos aplicados pela distribuidora de água. A água deve ser destilada. Algumas estações possuem um aparelho ligado a uma torneira, que realiza a deionização da água, deixando-a em adequadas condições para a aplicação em baterias. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.2.5 Código comissionamento: 3.1.2.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. 15 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 e) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); f) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); g) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); h) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: c) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; d) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.2.1 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. OBS.: N/C. 16 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Barramentos Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.3.1 Inspeção visual 1.1.3.1 Horas estimadas 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1.1.3.2 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.3.2 1h30min(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.3.3 30 min(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.3.3 30 min(SC) Ensaio de tensão aplicada (Hi-Pot) Relatório técnico 1.1.3.4 30 min(SC) Tensão aplicada (Hi-Pot) 3.1.3.4 30 min(SC) 1.1.3.5 Xxx Relatório técnico 3.1.3.5 Xxx 1.1.3.6 Xxx As built 3.1.3.6 Xxx Outros (especificar) 3.1.3.7 Xxx Outros (especificar) Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Verificações Nos Barramentos, verifica-se, indícios de aquecimento, condições da isolação, condições das terminações, confere-se as conexões das fases e do terra, os isoladores devem estar limpos e bem fixados. Considerações e instrumentos a serem utilizados: Cabos Inspeção Visual - Identificação; Lançamento/Instalação; Conexões/Terminações; Emendas Blindagem/Aterramento. - Instrumentação Megohmetro Multímetro digital Termohigrometro Hipot. 17 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Os barramentos podem ser encontrados: isolados por meio de um material isolante (figura 1), nus (figura 2) ou com tratamento superficial (prateado, figura 3) Imagens Figura 1 Figura 2 Figura 3 Métodos de ensaios Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.3.1 Código comissionamento: 3.1.3.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados dos cabos a serem ensaiados e executando o preenchimento no respectivo protocolo. PROTOCOLO DE ENSAIOS EM BARRAMENTOS Cliente: SINER Local: Carapicuíba – SP Equipamento: K01 a K04 Classe de Tensão: 15 kV Identificação Fase R: Azul Identificação Fase S: Branca Identificação Fase T: Violeta Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Tensão Nominal: 13,8 Barras por fase: 3 Material: cobre Conexões: parafusadas Isolação: pvc Superfície: kV Campo a ser Preenchido: Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. 18 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.3.2 Código comissionamento: 3.1.3.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Exemplos de Sinistro: Resistência ôhmica de isolamento: Código manutenção preventiva: 1.1.3.3 Código comissionamento: 3.1.3.3 Consiste em medir a capacidade de isolação para uma tensão que será ou está sendo utilizada no barramento, deve ser executado antes e após o ensaio de tensão aplicada. Obs.: os valores a serem anotados são do ultimo ensaio, aplicar nas posições fase R/S/T contra massa, e entre fases. 19 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO TEMP. AMB.: 00,0 ºC FASE R/M S/M T/M R/S S/T T/R TENSÃO APLICADA (V) 5.000 5.000 5.000 5.000 5.000 5.000 ISOLAÇÃO MEDIDA (MΩ Ω) LAUDO OK OK OK OK OK OK Ensaio de tensão aplicada: Código manutenção preventiva: 1.1.3.4 Código comissionamento: 3.1.3.4 Considerações: Para iniciar os ensaios com tensão aplicada primeiramente deverá ser feito o isolamento e sinalização da área para maior segurança. Este ensaio visa verificar se a isolação encontra-se em boas condições para energização. Durante os ensaios, após a tensão do hi-pot estar elevada no valor de ensaio durante o tempo estabelecido de 15 minutos de tensão, não poderá haver desligamento do hi-pot. Caso venha ocorrer, verificar se há alguma fuga, antes de aplicar novamente. Para iniciar os ensaios devem-se conectar os cabos corretamente conforme as imagens abaixo. a) O cabo de potência Alta tensão é conectado no condutor onde a tensão é aplicada. b) O cabo verde Terra é usado para aterrar o equipamento, caso ocorra um surto de tensão não acarretará danos ao mesmo e proteção ao executante do ensaio. c) O cabo retorno Retorno é conectado a malha do cabo, onde é medida a corrente de fuga. d) Após finalizar os ensaios com tensão aplicada para maior segurança deve descarregar o cabo AT. 20 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Iniciando o ensaio: Assegure-se que todos isoladores, estejam limpos e livres de poeira ou umidade. A tensão deve ser aumentada vagarosamente, seguindo as especificações traçadas para o teste. Faíscamentos são indicativos de um barramento com defeito, mau contato, isolador sujo. Depois de completado o teste, siga os procedimentos de desligar o equipamento. Procedimento de desligar O Técnico nunca deve pressionar o botão desliga da Alta tensão ou desligar a chave principal imediatamente após completar um teste. Os passos seguintes são recomendados: Volte o ajuste de tensão a zero Descarregue completamente o cabo através de uma barra resistiva de aterramento (redutora). Ligue uma conexão sólida aterrada antes de tocar o cabo. Campo a ser preenchido: POSIÇÃO R/M S/M T/M TENSÃO APLICADA (V) 34,5 34,5 34,5 HI - POT TEMPO (MINUTOS) 15 15 15 CORRENTE DE FUGA (µA) LAUDO OK OK OK Toda medição de tensão aplicada em barramentos, terá o valor de corrente de fuga em microampéres uA, e deverão ter uma casa após a virgula. Observações Gerais: a) Comissionamento: Os ensaios são mais minuciosos, devido se tratar de que o barramento sob ensaio será energizado e ficará operando pela primeira vez. Também é extremamente necessário realizar a identificação das fases para que não haja nenhum problema na energização definitiva dos mesmos. Utilizar valor normativo para o ensaio de tensão aplicada. b) Preventiva: Usualmente já estavam operando a um tempo, devido a isso ,a tensão a ser aplicada nos barramentos usados é sua tensão nominal. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.3.5 Código comissionamento: 3.1.3.5 21 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. i) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); j) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); k) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); l) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: e) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; f) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.3.6 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados OBS.: N/C. 22 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Cabos Conceitos Básicos: Condutor de energia é o meio pelo qual se transporta potência desde um determinado ponto, denominado fonte ou alimentação, até um terminal consumidor Representação: Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.4.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.4.1 30 min (PT) Limpeza e 1.1.4.2 30 min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.4.2 reaperto em 30 min (PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC) 30 min (PT) 30 min(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.4.3 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.4.3 30 min(SC) 30 min (PT) Ensaio de tensão aplicada (Hi-Pot) Relatório técnico 1.1.4.4 30 min(SC) 30 min(PT) Tensão aplicada (Hi-Pot) 3.1.4.4 1 hora(SC) 1 hora(PT) 1.1.4.5 Xxx Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.4.5 30 min(SC) 30 min (PT) 1.1.4.6 Xxx Faseamento 3.1.4.6 1 hora(SC) 1 hora(PT) Outros (especificar) 23 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Relatório técnico 3.1.4.7 Xxx As built 3.1.4.8 Xxx Outros (especificar) 3.1.4.9 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Verificações Nos cabos verifica-se, indícios de aquecimento, condições da isolação, condições das terminações, confere-se as conexões das fases e do terra, os isoladores devem estar limpos e bem fixados. Considerações e instrumentos a serem utilizados: Cabos Inspeção Visual - Identificação; Lançamento/Instalação; Conexões/Terminações; Emendas Blindagem/Aterramento. - Instrumentação Megohmetro Multímetro digital Termohigrometro Hipot. Imagens Métodos de ensaios Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.4.1 Código comissionamento: 3.1.4.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados dos cabos a serem ensaiados e executando o preenchimento no respectivo protocolo. 24 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Número de Tab. : SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Equipamento: KS01 Ano de Fabricação: 2007 Dim.: 185 mm2 Tensão Nominal: 12/20 kV PROTOCOLO DE ENSAIOS EM CABOS Cliente: SINER Local: Carapicuíba-SP Marca: Prysmian Tipo: BTR105/5T2 Norma: NBR7286 Nº. Cabos Fases: 3 Campo a ser Preenchido: Observações: a) Descrição de preenchimento: Local: Refere-se onde está localizado o componente ex: CCM - Moenda; Equipamento: Circuito onde os cabos fazem parte ex: Transformador Moenda; Marca: Marca do cabo; Dim: Dimensão dos cabos ex: 150mm; Tensão Nominal: Tensão nominal dos cabos ex: 12/20 Kv; Norma: Descrita no cabo; Nº. Cabos Fases: quantidade de cabos por fase ex: 3; Ano de fabricação: data de fabricação encontrada no cabo. B) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. C) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. D) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.4.2 Código comissionamento: 3.1.4.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.4.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. 25 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Resistência ôhmica de isolamento: Código manutenção preventiva: 1.1.4.3 Código comissionamento: 3.1.4.5 Consiste em medir a capacidade de isolação para uma tensão que será ou está sendo utilizada no cabo conforme dados contidos no mesmo, deve ser executado antes e após o ensaio de tensão aplicada por um tempo de 10 minutos. Obs.: os valores a serem anotados são do ultimo ensaio Campo a ser preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO (MΏ) POSIÇÃO TENSÃO APLICADA (V) 1’ R S T 3’ 5’ 10’ LAUDO OK OK OK Ensaio de tensão aplicada: Código manutenção preventiva: 1.1.4.4 Código comissionamento: 3.1.4.4 Considerações: Para iniciar os ensaios com tensão aplicada primeiramente deverá ser feito o isolamento e sinalização da área para maior segurança. Este ensaio visa ,se a isolação entre condutor, malha e mufla do mesmo encontram-se em boas condições para energização. Durante os ensaios, após a tensão do hi-pot estar elevada no valor de ensaio durante o tempo estabelecido de 10 minutos de tensão, não poderá haver desligamento do hi-pot. Caso venha ocorrer, verificar se há alguma fuga, antes de aplicar novamente. Para iniciar os ensaios deve-se conectar os cabos corretamente conforme as imagens abaixo. O outro lado do cabo sob ensaio tem que estar totalmente isolado para que não haja fuga para massa. e) O cabo de potência Alta tensão é conectado no condutor onde a tensão é aplicada. f) O cabo verde Terra é usado para aterrar o equipamento, caso ocorra um surto de tensão não acarretará danos ao mesmo e proteção ao executante do ensaio. g) O cabo retorno Retorno é conectado a malha do cabo, onde é medida a corrente de fuga. h) Os cabos próximos ao cabo que está sob ensaio devem ser aterrados. i) Após finalizar os ensaios com tensão aplicada para maior segurança deve descarregá-lo. 26 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Iniciando o ensaio: Assegure-se que todos isoladores, e muflas estejam limpos e livres de poeira ou umidade. Assegure-se que as blindagens (Shields) dos cabos estejam desconectadas e presas perto do fim do cabo. Isole a outra extremidade dos cabos condutores sob teste de todos os pontos de terra, eles devem estar livres de outras fontes de potencial de fuga,tais como pontos vivos. Quando estiver testando cada um dos condutores separadamente, os outros devem ser aterrados para proteger contra formação de cargas perigosas, assim como devem, os outros cabos na visinhança do teste, estarem aterrados. A tensão deve ser aumentada vagarosamente, seguindo as especificações traçadas para o teste. Faíscamentos são indicativos de um cabo com defeito, mau contato, isolador sujo e extremidade do cabo mal vedada. Depois de completado o teste, siga os procedimentos de desligar o equipamento. Procedimento de desligar O Técnico nunca deve pressionar o botão desliga da Alta tensão ou desligar a chave principal imediatamente após completar um teste. Os passos seguintes são recomendados: Volte o ajuste de tensão a zero Descarregue completamente o cabo através de uma barra resistiva de aterramento (redutora). Ligue uma conexão sólida aterrada antes de tocar o cabo. Campo a ser preenchido: HI - POT TEMP. AMB = 25,0 ºC POSIÇÃO TENSÃO APLICADA (KV) R S T TEMPO (min.) CORRENTE FUGA (µ µA) LAUDO OK OK OK Toda medição de tensão aplicada em cabos de M.T.Terá o valor de corrente de fuga em microampéres uA), e deverão ter uma casa após a virgula. Observações Gerais: 27 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 c) Comissionamento: Os ensaios são mais minuciosos, devido se tratar de que o cabo sob ensaio será energizado e ficará operando pela primeira vez. Também é extremamente necessário realizar a identificação das fases para que não haja nenhum problema na energização definitiva dos mesmos. Utilizar valor normativo para o ensaio de tensão aplicada. d) Preventiva: Usualmente os cabos já estavam operando a um tempo, devido a isso antes de realizar a retirada dos mesmos verificar, as condições e se todos estão identificados para que não haja problemas no religamento. A tensão a ser aplicada em cabos usados é sua tensão nominal. Faseamento Código comissionamento: 3.1.4.6 Os cabos devem ser identificados antes da fixação. Aterrar uma das extremidades do condutor. Utilizando um multímetro na escala de resistência, na outra ponta do cabo medir contra o terra. O cabo que indicar continuidade deverá ser marcado com fita isolante, corresponde a cor de fase descrita no projeto, em ambos os lados. Repetir esse passo em todos os cabos aterrando sempre um por vez. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.4.5 Código comissionamento: 3.1.4.7 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. m) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); n) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); o) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); p) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: g) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; h) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: 28 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.4.8 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados OBS.: N/C. 29 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Capacitor Conceitos Básicos: É um dispositivo cujo objetivo primário é introduzir capacitância em um circuito elétrico. As unidades capacitivas são impregnadas com INDOL II, líquido biodegradável, de excelentes qualidades dielétricas e alto coeficiente de transmissão de calor, o que faz com que as unidades operem em temperaturas mais baixas aumentando conseqüentemente seu tempo de vida. Os elementos capacitivos possuem folhas de alumínio com eletrodos com bordas dobradas aumentando assim sua capacidade de suportar transitórios. As unidades são dotadas de buchas e/ou terminais soldados na caixa por intermédio de anéis metálicos que conferem certa flexibilidade mecânica e absoluta vedação. Cada unidade é dotada de resistores internos de descarga, duas alças para fixação em estruturas metálicas e plaqueta de identificação conforme ABNT. Essas mesmas alças servem para içamento e manuseio dos capacitores. Indicação Capacitor 30 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Capacitor derivação – é um capacitor ligado em paralelo com o circuito elétrico. Capacitor série – é um capacitor ligado em série com o circuito elétrico. Potencia nominal de um capacitor – é a potência reativa, sob tensão e freqüência nominais, para a qual foi projetado o capacitor. Perdas do Capacitor- é a potência ativa consumida pelo consumidor operando em suas condições normais. Tangente do ângulo e perdas – é o quociente das perdas do capacitor pela sua potência real.normalmente é expressa em em W/kVAr. Dispositivo de descarga – é um dispositivo conectado ou entre terminais do capacitor ou entre os terminais da rede, ou instalado dentro da unidade capacitiva, para reduzir a tensão residual do capacitor após este ter sido desconectado da rede.Normalmente, se apresenta na forma de um resistor ou enrolamento de descarga. Esquemas de ligação para aplicação em motores Motor de pequena potência com partida direta Motor de média potência com partida direta 31 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Motor com partida, estrela triangulo 32 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Motor com partida compensada 33 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Motor com partida estrela série - paralelo 34 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Motor com partida triângulo série paralelo 35 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.5.1 Inspeção visual 1.1.5.1 Horas estimadas 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1.1.5.2 30 mim(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.5.2 30 min(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.5.3 30 min(SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.5.3 30 min(SC) Medição da capacitância 1.1.5.4 30 min(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.5.4 30 min(SC) Relatório técnico 1.1.5.5 Xxx Medição da capacitância 3.1.5.5 30 min(SC) Outros (especificar) 1.1.5.6 Xxx Relatório técnico 3.1.5.6 Xxx As built Outros (especificar) 3.1.5.7 3.1.5.8 Xxx Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Capacitores Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa Aterramento; Cabos e Conexões; Buchas. Instrumentação - Megohmetro digital ou analógico - Capacímetro - Termohigrometro - Megohmetro 36 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Simbologias: Capacitor C1/2/3 representação no diagrama unifilar abaixo: Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.5.1 Código comissionamento:3.1.5.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 37 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM CAPACITORES Cliente: SINER Local: Carapicuíba Marca: Laelc Reativos Cat. Temp.: - C / CN: ---5/C PN: -- Kvar UN: 15 ------ Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Equipamento: C01 Nº. de fabricação: * Ano de Fabricação: * Conexão: kV CAP: 0,25 µF Tipo: KA0086 Freqüência: 60 Hz NI: 34/110 kV Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN090001, onde SN (Siner), 09 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos capacitores, deve-se verificar se não estão trincados, ou com indícios de vazamentos. Os terminais e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. 38 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.5.2 Código comissionamento: 3.1.5.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado alguma anormalidade, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.5.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.5.3 Código comissionamento: 3.1.5.4 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolamento do equipamento sob ensaio. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor correspondente à norma na seguinte posição sobre um determinado tempo: primário (AT) contra Massa. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO POSIÇÃ O R S T TENSÃO APLICADA ( V ) 5.000 5.000 5.000 TEMPO ( min.) 1 1 1 ISOLAÇÃO MEDIDA (MΩ Ω) LAUDO OK OK OK Observação: Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Medição de capacitância: Código manutenção preventiva: 1.1.5.4 Código comissionamento: 3.1.5.5 Esta medição consiste em verificar se a característica do equipamento está de acordo com os dados de placa. Utilizando um capacímetro analógico ou digital conecta-se uma ponta de prova no terminal de entrada e outra ponta de prova no terminal de saída. 39 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: MEDIÇÃO DE CAPACITÂNCIA POSIÇÃO R S T VALOR ESPERADO 0,25 0,25 0,25 VALOR MEDIDO 0,25 0,25 0,25 DESVIO (%) -0,40 0,00 -0,40 LAUDO OK OK OK Observação: Toda medição de capacitância deverá ser indicada em µF (Micro Farad), todas com duas casas após a vírgula; Obs.: Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Esperado)-1)x100 Campo a ser Preenchido: OBS.: N/C. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.5.5 Código comissionamento: 3.1.5.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido q) E LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. q u i a) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); r) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); s) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); t) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: i) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; 40 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios j) Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; k) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.5.7 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 41 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Banco de Capacitor Conceitos Básicos: Em plantas elétricas onde diversas cargas são manobradas durante o processo produtivo, o valor de cos ϕ altera-se constantemente. Neste caso aconselha-se a implantação de um sistema de correção de fator de potência centralizado automático com regulador, que verifica constantemente os valores instantâneos da rede, comandando os estágios do banco de capacitores. Para melhor compreensão , abordaremos nas linhas abaixo definições sobre FP, Diversas cargas elétricas absorvem da rede, além da potência ativa, potência reativa necessária, por exemplo, para a magnetização de motores e transformadores, e no caso de semicondutores. Conduzir potência reativa implica em gastos desnecessários, pois ela não pode ser utilizada. A relação entre a potência ativa P e a potência reativa S é proporcional ao co-seno do ângulo ϕ (fator de potência). cosϕ = P/S O ângulo ϕ é idêntico ao ângulo de defasagem entre a tensão e a corrente. A potência reativa Q, que deverá ser compensada, possui a relação: Q = S2 −P2 (kvar) Um capacitor com a mesma potência reativa Qc compensaria esta potência reativa, levando a um valor de fator de potência (cos ϕ) igual a 1. Na prática não é usual a compensação do fator de potência com capacitor com valor unitário fixo, pois isto poderia provocar uma sobrecompensação nos momentos de flutuação de carga e pela inércia do regulador. Normalmente as concessionárias de energia indicam qual o valor final de fator de potência, para o qual deve ser feita a compensação. Formas de correção do fator de potência Em redes com cargas indutivas (por ex., motores), o fator de potência cos ϕ altera-se com manobras e flutuações da carga. A concessionária exige que a relação entre a potência ativa P e a potência reativa S não ultrapasse determinado valor. Escolha da forma mais econômica da correção do fator de potência Na decisão para escolha se o fator de potência de cargas individuais deva ser corrigido com capacitores fixos ou através de sistema de banco de capacitores centralizado, aspectos econômicos e técnicos devem ser levados em conta. Sistemas para compensação automática centralizada do fator de potência possuem um custo mais alto por carga instalada. Se for considerado, porém, que na maioria das plantas elétricas as cargas não estarão ligadas simultaneamente, um sistema de compensação automático centralizado terá um valor menor do que o necessário para compensar toda a potência instalada. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.6.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.6.1 Horas estimadas 30 min(SC) Limpeza e 30 min(SC) 1.1.6.2 30 mim(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.6.2 42 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios reaperto em todas as conexões Referente ao PO: 018 Revisão: 01 todas as conexões Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.6.3 30 min(SC) Medição da capacitância 1.1.6.4 30 min(SC) Testes funcionais do controlador de fator de potência Relatório técnico 1.1.6.5 30 min(SC) 1.1.6.6 Outros (especificar) 1.1.6.7 Verificação das interligações e aterramento 3.1.6.3 30 min(SC) 3.1.6.4 30 min(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.6.5 30 min(SC) Xxx Relatório técnico 3.1.6.6 Xxx Xxx As built 3.1.6.7 Xxx Outros (especificar) 3.1.6.8 Xxx Medição da capacitância Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Banco de capacitor Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa Aterramento; Cabos e Conexões; Buchas. Instrumentação - Megohmetro digital ou analógico - Capacímetro - Termohigrometro - Megohmetro 43 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Simbologias: Banco de Capacitor representado pelos capacitores C1/2/3/4 vide diagrama unifilar abaixo: Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.6.1 Código comissionamento: 3.1.6.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 44 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM BANCO DE CAPACITORES Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: Marca: Tipo: Ano de Fabricação: C/CN: PN: kVAr Cat. Temp.: Conexão: N/I: Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 kV Frequência: 60 U (rede): HZ V Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN090001, onde SN (Siner), 09 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos Banco capacitores, deve-se verificar se não estão trincados, ou com indícios de vazamentos. Os terminais e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.6.2 Código comissionamento: 3.1.6.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado alguma anormalidade, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento 45 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.6.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.6.3 Código comissionamento: 3.1.6.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolamento do equipamento sob ensaio. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor correspondente à norma nas seguintes posições sobre um determinado tempo: primário R, S e T contra Massa. Observação: Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Medição de capacitância: Código manutenção preventiva: 1.1.6.4 Código comissionamento: 3.1.6.4 Esta medição consiste em verificar se a característica do equipamento está de acordo com os dados de placa. Utilizando um capacímetro analógico ou digital conecta-se uma ponta de prova no terminal de entrada e outra ponta de prova no terminal de saída. Campo a ser Preenchido: Estagio Nº. de Série Pot. Nom. kVAr TEMP. AMB.: 00,0 ºC CAPACITÂNCIA (µF) Tolerância (µF) Fase R-S S-T LAUDO R-T Resistência de Isolamento (MΩ) Tensão aplicada 500V R-M S-M T-M 1 2 3 4 5 6 Observação: Toda medição de capacitância deverá ser indicada em µF (Micro Farad), todas com duas casas após a vírgula; Obs.: Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Esperado)-1)x100 Campo a ser Preenchido: OBS.: N/C. 46 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.6.6 Código comissionamento: 3.1.6.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido u) E LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. q u i a) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); v) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); w) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); x) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: l) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; m) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; n) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.5.7 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 47 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Contatores e chaves a vácuo Conceitos Básicos: São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar um circuito, seja ele simples ou robusto.. O mecanismo magnético, que aciona os contatos das câmaras de vácuo (totalmente isentas de manutenção), é construído de forma simples e resistente, com reduzido número de partes móveis. Através da aplicação de bobinas especiais, o contator pode ser aplicado em instalações onde os níveis e até tipo (CA ou CC) da alimentação auxiliar sejam modificados. APLICAÇÃO Os contatores são especialmente adequados à alimentação de motores , como aqueles que acionam bombas de óleo ou água, ventiladores, esteiras transportadoras, elevação de cargas, entre outros. Em nível de curiosidade segue especificação de um contator Siemens Contator a Vácuo Tipo: 3TL8 - Especificações Técnicas Tensão nominal 7,2 kV Corrente nominal 400 A Ith (1s) 8 kA Corrente de corte 0,6 A Tensão aplicada 20 kV NBI 60 kV Altura 373 mm Largura 386 mm Profundidade 217 mm Durabilidade mecânica Vida elétrica das câmaras 1.000.000 manobras 250.000 com In Elevado número de manobras, graças à técnica de vácuo; "No-maintenance"; Reduzida corrente de corte; Dispositivo de acionamento não é dependente do tipo e nível da tensão auxiliar; Mecanismo independente da altura da instalação; Respeito ao Meio-Ambiente. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimada 30 min Inspeção visual 3.1.7.1 Inspeção visual 1.1.7.1 (SC) Limpeza e 1.1.7.2 30min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.7.2 reaperto em todas as conexões Horas estimada 30 min (SC) 30 min (SC) 48 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios todas as conexões Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.7.3 30 min (SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.7.3 1h(SC) Resistência Ôhmica dos contatos Testes elétricos 1.1.7.4 30 min (SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.7.4 30 min(SC) 1.1.7.5 30min(SC) 3.1.7.5 30 min(SC) Relatório técnico Outros (especificar) 1.1.7.6 1.1.7.7 Xxx Xxx Resistência Ôhmica dos contatos Testes elétricos Relatório técnico 3.1.7.6 3.1.7.7 1 hora (SC) Xxx As built 3.1.7.8 Xxx Outros (especificar) 3.1.7.9 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Contator e chaves a vácuo Inspeção Visual - Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. Instrumentação - Multímetro digital Megôhmetro Microhmimetro Termohigrometro Imagens: 49 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Simbologias: Unifilar Trifilar Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.7.1 Código comissionamento: 3.1.7.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: Cliente: SINER Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Ano de Fabricação: Local: Carapicuíba Tensão Nominal: V Equipamento: Cap. Interrup.: kA Marca: Corrente Nominal: A Nº. de Fabricação: Fusível: A Tipo: Norma: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM CONTATORES E CHAVES A VÁCUO Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. No mecanismo de acionamento, devem-se verificar os estado geral das engrenagens, articulações, indicadores de posição, o mecanismo deve ser limpo e lubrificado, tomando cuidado para não haver excesso. 50 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 É necessário também á verificação dos blocos terminais, fiações e isoladores e caso haja alguma anormalidade apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.7.2 Código comissionamento: 3.1.7.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.7.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.7.3 Código comissionamento: 3.1.7.4 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre fase/massa(contatos fechados), e fase/fase (contatos abertos). Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : com contatos abertos : R-R , S-S , T-T , contatos fechados: R contra massa , S contra massa e T contra Massa Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO CONTATOS ABERTOS Fase R-R: Fase S-S: Fase T-T: CONTATOS FECHADOS MΩ MΩ MΩ Fase R-Massa: Fase S-Massa: Fase T-Massa: MΩ MΩ MΩ Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica de contatos Código manutenção preventiva: 1.1.7.4 51 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Código comissionamento: 3.1.7.5 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de contatos em condições precárias de utilização. Valores altos indicam desgaste ou afrouxamento dos contatos. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os contatos da seccionadora. Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE CONTATOS Fase R : Fase S : Fase T : ΜΩ ΜΩ ΜΩ Representação de ensaio utilizando microhmimetro CONTATOS FECHADOS DO EQUIPAMENTO SOB ENSAIO Obs. Toda a medição de resistência ôhmica de contatos deverá ser indicada em µΩ (micro Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido, por exemplo, se o resultado encontrado for 2mΩ Ω (dois mili Ohms), deverá ser indicado 2.000,0Ω Ωµ e assim por diante; Caso seja constatado um alto valor de resistência de contatos, eliminar os resíduos na conexão (sujeira) e aplicar uma pequena camada de pasta cobreada , após efetuado o processo realizar as medições novamente. Nunca manobrar a seccionadora ou retirar a garra do equipamento quando estiver efetuando uma medição, havendo risco de danificar o equipamento. Testes elétricos Código manutenção preventiva: 1.1.7.5 Código comissionamento: 3.1.7.6 Verificação da comutação dos contatos, fechamento e abertura contator ou chave a vácuo por comando, sinalização ligado e desligado. 52 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido: Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.7.6 Código comissionamento: 3.1.7.7 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sob teste. Campo a ser preenchido y) E qLAUDO: Equipamento em condições normais de operação. u a a) equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); z) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); aa) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); bb) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: o) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula. p) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; q) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.7.8 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Testes Elétricos Bobina de Fechamento/Abertura Contatos Auxiliares Relé de Proteção Atuação Observações Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 53 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Disjuntor AT/MT/BT Conceitos Básicos: São Equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito, em condições normais ou anormais (sobrecorrente ou curto-circuito). Podem ser extraíveis ou fixos nos casos de AT e MT. Possuem bobinas de abertura, fechamento, mínima tensão, bloqueio, acionamento motorizado (carregamento de mola) e contatos auxiliares. Bobina de Abertura(MO1):Permite desligar o disjuntor por meio de comando elétrico, sendo padrão em todos os disjuntores. Bobina de fechamento(MC):Comuta os contatos do disjuntor ( fecha) , por meio externo ( remoto ) ou local através de uma botoeira ou comando do rele de proteção, padrão em todos os disjuntores. Bobina de mínima (MU):Tem a função de desligar automaticamente o disjuntor na ocorrência de subtensão ou falta de alimentação do comando. Bobina de bloqueio (RL1): Bloqueia o disjuntor na posição desligado Bobina de bloqueio (RL2): Bloqueio mecânico impede a inserção do disjuntor Acionamento motorizado( carregamento de mola)(MS):Utilizado para carregamento automático das molas do mecanismo de operação do disjuntor.Sua operação inicia imediatamente após a abertura, ao final deste processo , um contato auxiliar indica que as molas estão carregadas. Mesmo que o acionamento motorizado esteja instalado, ainda é possível carregar as molas manualmente através da haste frontal. Contatos auxiliares: são utilizados para sinalização da posição dos contatos do disjuntor (aberto ou fechado), assim como para controle de circuitos, intertravamento, etc. Diagrama Comando do Disjuntor VD4 ABB 54 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 VD4 ABB Observação: As bobinas de abertura e fechamento não podem ficar energizadas continuamente, caso contrário haverá queima da mesma. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.8.1 30 min Inspeção visual 3.1.8.1 (SC/PT) Limpeza e 1.1.8.2 30min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.8.2 reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min (SC/PT) 1 hora (SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.8.3 30 min (SC/PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.8.3 1h30min (SC/PT) Resistência Ôhmica dos contatos Substituição de juntas de vedação e óleo isolante (para disjuntores de MT) 1.1.8.4 30 min (SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.8.4 30 min(SC/PT) 1.1.8.5 Xxx Resistência Ôhmica dos contatos 3.1.8.5 30 min(SC/PT) 55 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Testes elétricos 1.1.8.6 Ajustes das proteções Oscilografia 1.1.8.7 Relatório técnico Outros (especificar) Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Testes elétricos 3.1.8.6 1 hora (SC/PT) Ajustes das proteções 3.1.8.7 1 hora (SC/PT) Oscilografia 3.1.8.8 1.1.8.9 30 min (SC/PT) 30 min (SC/PT) 30 min (SC/PT) Xxx Relatório técnico 3.1.8.9 1h30min (SC/PT) Xxx 1.1.8.10 Xxx As built 3.1.8.10 Xxx Outros (especificar) 3.1.8.11 Xxx 1.1.8.8 Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Disjuntores AT/MT/BT Inspeção Visual - Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. Instrumentação - Medidor digital de tempo triplo ou Registrador Oscilográfico; Multímetro digital; Megôhmetro ; Microhmimetro ; Termohigrometro. Imagens: 56 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Simbologias: Disjuntor extraível (unifilar) Disjuntor extraível (trifilar) Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.8.1 Código comissionamento: 3.1.8.1 Primeiro passo a ser efetuado deverá ser o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM DISJUNTOR Cliente: SINER Local: Equipamento: Nº. de fabricação: Tipo: Marca: Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Ano de fabricação: Corrente nominal: Tensão nominal: Cap. Interrup.: A kV kA Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. d) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. No mecanismo de acionamento, deve-se verificar o estado geral das molas, travas,motor, engrenagem, articulações, dispositivo de carregamento de mola, indicadores de posição, bobinas abertura, fechamento, mínima e de bloqueio.O mecanismo deve ser limpo e lubrificado , deve-se ter cuidado para não haver excesso. 57 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Nas câmaras de extinção, é necessário verificar se existe trinca ou rachaduras. Caso tenha acesso verificar o estado dos contatos e sua simultaneidade, os contatos devem ser limpos, reapertados e lubrificados. É necessário também á verificação nos blocos terminais, fiações e isoladores.Caso disjuntor seja a óleo verificar o respiro e o indicador de nível de óleo e caso haja alguma anormalidade apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: foto A foto B Nas imagens acima, a foto A representa um disjuntor embalado com as proteções isolantes , na foto B existe um problema, o mesmo equipamento encontra-se com as proteções isolantes pendentes. Caso o seja verificado tanto em comissionamento quanto numa manutenção preventiva necessitamos verificar e apontar no campo observações para que medidas posteriores sejam tomadas. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.8.2 Código comissionamento: 3.1.8.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado alguma anormalidade, sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Para disjuntores de AT a atenção com a limpeza nos isoladores deve ser dobrada. Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.8.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.16.4 Código comissionamento: 3.1.15.5 58 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre as fases e fase para massa. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : com contatos abertos : R-R , S-S , T-T , com contatos fechados: R contra massa , S contra massa e T contra Massa Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO CONTATOS ABERTOS CONTATOS FECHADOS MΩ MΩ MΩ Fase R-R: Fase S-S: Fase T-T: Fase R-Massa: Fase S-Massa: Fase T-Massa: MΩ MΩ MΩ Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica de contatos Código manutenção preventiva: 1.1.8.4 Código comissionamento: 3.1.8.5 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de contatos em condições precárias de utilização. Valores altos indicam desgaste ou afrouxamento dos contatos. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada nos pólos do disjuntor Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE CONTATOS Fase R : Fase S : Fase T : µΩ Ω µΩ Ω µΩ Ω Exemplo de aplicação com microhmimetro CONTATOS FECHADOS DO EQUIPAMENTO SOB ENSAIO 59 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Obs. Toda a medição de resistência ôhmica de contatos deverá ser indicada em µΩ (micro Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido, por exemplo, se o resultado encontrado for 2mΩ Ω (dois mili Ohms), deverá ser indicado 2.000,0Ω Ωµ e assim por diante; Nunca manobrar o disjuntor ou retirar a garra do equipamento quando estiver efetuando uma medição, havendo risco de danificar o equipamento. Testes elétricos Código manutenção preventiva: 1.1.8.6 Código comissionamento: 3.1.8.6 A atuação das bobinas assim como a comutação dos contatos, sinalização do disjuntor ligado, desligado e carregamento de mola devem ser checadas. Ajustes das proteções Código manutenção preventiva: 1.1.8.7 Código comissionamento:3.1.8.7 As Proteções deverão ser ajustadas de acordo com estudo de seletividade, pelo display, se houver essa opção ou pelo posicionamento das chaves, no frontal do Disjuntor. Oscilografia Código manutenção preventiva: 1.1.8.8 Código comissionamento:3.1.8.8 Consiste na verificação da simultaneidade dos contatos de abertura e fechamento, utilizando o Oscilógrafo ou medidor de tempo triplo, com a finalidade de conferir o tempo de comutação e comparar estes valores com aqueles obtidos em fábrica. Exemplo de aplicação com medidor de templo triplo: Input Display Contatos de potência Disjuntor Bobina de abertura/fechamento 60 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Para o ensaio de medição do tempo de fechamento, utilizar a input do equipamento em paralelo com a bobina de fechamento do disjuntor, quando esta for energizada o registrador iniciara a contagem , o encerramento será efetuado quando os contatos de potência do disjuntor comutarem . Diferença para o ensaio de medição do tempo de abertura é a utilização da bobina de abertura do disjuntor em paralelo com o equipamento (input) Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.8.9 Código comissionamento: 3.1.8.9 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. cc) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); dd) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); ee) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); ff) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: r) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula. s) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; t) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... A Eng. Responsável: Siner.......... 61 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 As Built Código comissionamento: 3.1.8.10 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Imagem de sinistro Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 62 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Gerador Conceitos Básicos: Os principais elementos que compões o gerador são: Estator Elemento estático (induzido) com bobinado de fio de cobre, isolado herméticamente de acordo com classe de isolação e tensão específicada pelo fabricante. É através dos terminais do estator que obten-se a tensão alternada necessária para operação. Rotor É o elemento girante da máquina, e possui seu próprio bobinado. O rotor pode ser classificado como rotor de pólos salientes ou rotor de pólos lisos. O bobinado do rotor é excitado com tensão contínua e demanda alto valor de corrente. Os rotores podem ser de 2(dois), 4(quatro), 8(oito) ou mais pólos. Mancais São as bases de apoio para o eixo do rotor. Os mancais são lubrificados, permitindo o deslizamento contínuo do eixo do rotor. São diferenciados em lado não acoplado (LNA), e lado acoplado (LA) ao acoplamento com o redutor. Anéis coletores São dois anéis isolados entre si e entre o eixo, girando juntamente com o rotor. Estes anéis mantêm atrito com as escovas (parte fixa), recebendo destas a corrente contínua necessária para excitação. Em casos de geradores brushless os anéis não são utilizados. 63 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Escovas e porta escovas É a parte fixa da excitação direta. A excitatriz estática fornece corrente contínua para as escovas, as quais transportam a corrente elétrica para os anéis. Os porta escovas são Separados em duas partes fixas, sendo um lado positivo e outro negativo. Em casos de geradores brushless os anéis não são utilizados. Excitatriz Uma máquina síncrona não poderá gerar se não houver excitação. Excitação é a aplicação de corrente contínua no campo da excitatriz através de um regulador de tensão. A tensão contínua fornecida pelo regulador de tensão (também conhecido como AVR) pode variar de 30 Vdc até 250 Vdc. Assim que a corrente contínua é aplicada no campo da excitatriz, esta induz o rotor a gerar corrente alternada trifásica, que é retificada através de um ponte retificadora rotativa trifásica, fornecendo então, corrente contínua para o campo do gerador, que por sua vez, induz o bobinado do estator a gerar corrente alternada. A excitatriz nada mais é do que um gerador. Porém, o induzido é o rotor, e o estator é o campo. 64 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Vista de um gerador Brushless 65 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimada 30 min Inspeção visual 3.1.9.1 Inspeção visual 1.1.9.1 (SC) Limpeza e 1.1.9.2 30min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.9.2 reaperto em todas as conexões todas as conexões Horas estimada 30 min (SC) 1h(SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.19.3 30 min (SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.9.3 1h30min(SC) Resistência Ôhmica dos enrolamentos Testes elétricos 1.1.9.4 30 min (SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.9.4 30 min(SC) 1.1.9.5 30min(SC) 3.1.9.5 30 min(SC) Revisão mecânica Relatório técnico 1.1.9.6 Xxx Resistência Ôhmica dos enrolamentos Testes elétricos 3.1.9.6 2 horas (SC) 1.1.9.7 Xxx 3.1.9.7 1h(SC) Outros (especificar) 1.1.9.8 Xxx Verificação da seqüencia de fases Relatório técnico 3.1.9.8 Xxx As built 3.1.9.9 Xxx Outros (especificar) 3.1.9.10 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Gerador Inspeção Visual - Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Instrumentação - Multímetro digital Megôhmetro Microhmimetro Termohigrometro Fasimetro 66 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.9.1 Código comissionamento: 3.1.9.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 67 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.9.2 Código comissionamento: 3.1.9.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento. 68 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.9.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.9.3 Código comissionamento: 3.1.9.4 Campo a ser Preenchido: Índice de absorção Valor do índice de absorção, calculado segundo formula abaixo: IA=R1’/R30” Exemplo: IA(Est. R/M) = 25/22 IA = 1,14 Onde IA = índice de absorção R30`` = Resistência de isolamento medida durante 30 segundos. R1`= Resistência de isolamento medida durante 1 minuto; Procedimento para cálculo do índice de polarização Aplicar a tensão de ensaio durante 10 minutos e efetuar a medição da resistência. Calcular o índice de polarização conforme formula abaixo: IP= R10´/R1” Exemplo: IP (Est. R/M) = 26/22 IP = 1,04 Onde : IP = Índice de polarização ( adimensional); R1 = Resistência de isolamento medida durante 1 minuto; R10 = Resistência de isolamento medida durante 10 minutos. 69 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Para o ensaio acima podemos constatar que a resistência de isolamento esta muito baixa. Laudo: Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 1 e 3 – posição rotor para A ; Figura 2 – posição A para excitariz Figura 4 Figura 5 Figura 6 Figura 4 e 5 - Posição rotor – massa Figura 6 – megohmetro 5 kV Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica dos enrolamentos Código manutenção preventiva: 1.1.9.4 Código comissionamento: 3.1.9.5 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de enrolamentos em condições precárias de utilização. 70 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimeto Figura 7 – microhmimetro 10A Campo a ser Preenchido: Figura 8 - Rotor Figura 9 – posição T Figura 10 – Posição S Testes elétricos Código manutenção preventiva: 1.1.9.5 Código comissionamento: 3.1.9.6 Ensaios dos diodos rotativos quando aplicado e instrumentação do gerador Testa-se o diodo rotativo com um multímetro como um diodo comum. 71 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Figura 11 - termômetro Verificação da seqüências de fase Código comissionamento: 3.1.9.7 Verificar a seqüencia de fase com multímetro na régua de aferição dos TP`s Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.9.7 Código comissionamento: 3.1.9.8 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sob teste. Campo a ser preenchido gg) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); hh) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); 72 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 ii) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); jj) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: u) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula. v) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; w) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.9.9 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. 73 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Instrumentos de Medição e Transdutores Conceitos Básicos: Transdutores são utilizados para o isolamento galvânico entre circuitos independentes que podem ser associados em uma mesma malha, sujeitas a uma diferença de potencial, podendo causar danos aos instrumentos de medições e interferências indesejáveis. É próprio para conversão de um sinal de entrada de tensão ou corrente contínua, em um sinal proporcional e independente da carga. O sinal de saída é compatível para ligações de diversos instrumentos, tais como: indicadores analógicos ou digitais, registradores gráficos, controladores, conversores analógico-digitais e outros. O transdutor com alimentação interna é próprio para alimentar instrumentos com técnica a 2 fios, ou seja, o transdutor alimenta o instrumento através de sua fonte interna e o consumo de corrente é isolado e transmitido para a saída. Multimedidor de grandezas elétricas tem como função, apresentar os valores de medições, como tensão, corrente, potência, entre outras grandezas. Chegando nele apenas um sinal de corrente vindo do TC “transformador de corrente” e TP “transformador de potencial”. É apenas um registrador de medições. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimada Inspeção visual 1.1.10.1 30 min Inspeção visual 3.1.10.1 (SC) Limpeza e 1.1.10.2 30min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.10.2 reaperto em todas as conexões todas as conexões Horas estimada 30 min (SC) 30 min (SC) Aferição 1.1.10.3 30 min (SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.10.3 1h(SC) Relatório técnico Outros (especificar) 1.1.10.4 1.1.10.5 Xxx Xxx Parametrização Aferição 3.1.10.4 3.1.10.5 1h30 min (SC) 30 min (SC) Relatório técnico 3.1.10.6 Xxx As built 3.1.10.7 Xxx Outros (especificar) 3.1.10.8 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando 74 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Considerações e instrumentos a serem utilizados: Instrumentos de medição e transdutores Inspeção Visual - Instrumentação Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; - Multímetro digital Calibrador Termohigrometro Mala monofásica ou trifásica Imagens: Simbologias: Multimedior Simeas P Unifilar Multimedidor Mid - 144 ABB unifilar Comando Simeas P Comando Mid 144 Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.10.1 Código comissionamento: 3.1.10.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 75 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido em transdutores: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM TRANSDUTORES (Isolador Galvânico) Cliente: SINER Local: Casa de força Equipamento: PPE02 – B01 Sinal de entrada: 4 – 20 Modelo: ETI- 30 mV Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Marca: ABB Uaux.: 125 Sinal de Saída: 4 – 20 Classe: 0,25 % Freqüência: 60 V mA Hz Campo a ser Preenchido em Multimedidores: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM MULTIMEDIDORES Cliente: SINER Local: Casa de força Equipamento: PPE02 – P1 Sinal de entrada TP: 115 Modelo: Simeas P V Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Marca: Siemens Uaux.: 120 Ac/24- 250 Dc Sinal de entrada TC: 0 - 5 Classe: 0,25 % Freqüência: 60 V A Hz Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. São necessárias as verificações das conexões das réguas de aferição, caso haja alguma anormalidade apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.10.2 Código comissionamento: 3.1.10.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou 76 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.10.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Parametrização Código comissionamento: 3.1.10.4 O medidor de grandezas elétricas tem que ser parametrizado de acordo com os dados do sistema em que esta instalado, freqüência, relação do TC, TP, indicadores a serem mostrados no display etc. Abaixo seguem exemplos referentes ao Simeas P da Siemens e IDM 144 da ABB respectivamente, no modo básico. SIMEAS P 1. Mudança de Linguagem Primeira tela do menu, ir até a terceira linha, estará escrito *sprache aperte enter De enter na primeira linha e coloque na opção GB estará D 2. Configuração de TC e TP Settings Basic Settings Input Conection Current Transformer A primeira linha ele pergunta se tem TC, coloque a opção Yes Na segunda linha configure o valor da corrente do primário e do secundário Na terceira linha configure o range para 6. Settings Basic Settings Input Conection Voltage Transformer A primeira linha ele pergunta se tem TP, coloque a opção Yes Na segunda linha configure o tipo de ligação para four-wire tree-phase unbalanced Na terceira linha configure o valor da tensão do primário e do secundário Na quarta linha configure o range para 228. 3. Configuração de tela Settings Screen Content Parametrizar na primeira opção a quantidade de telas que você deseja que mostre no display irá utilizar. Settings Screen Content Screen Structure Selecione na primeira linha a tela 1 Depois determine a quantidade de linhas que você irá utilizar nessa tela “3MV”. Logo abaixo indique nas linhas 1*, 2* e 3* as grandezas que serão visualizadas. Após configurada essa tela volte na linha 1 e mude para 2, e configure a essa tela. Repita esse processo para as demais telas. 77 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios 4. Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Troca do equipamento em caso de defeitos Antes de retirar o multimedidor do painel, vá até a opção Interface e anote todos os dados de rede que estiverem na tela depois parametrize com os mesmos dados o outro multimedidor. IDM 144 1 Liberação de Acesso Antes de qualquer parametrização devemos colocar a SENHA de acesso “182” para ter acesso ao menu onde temos ( Configurar, Display, RS485, Senha , e Clicar no Sair. Ir até senha e colocar 182, e o equipamento estará disponível para alterações por 30 segundos, se não tiver alterações. Menu Senha 2 Configuração de TC e TP No menu principal entramos no parâmetro Configurar, aparecera a opção Corrente Primaria, (corrente do secundário é fixa em 5A), tensão primário, tensão secundário, tipo de rede, Campo de energia, KWH=0 KVA=0, Filtro. Menu Configurar Corrente Primaria Menu Configurar Tensão Primaria Menu Configurar Tensão Secundaria 3 Configuração do Display As telas já vêem configuradas, configuramos somente o Loop (tempo de amostragem). Menu Display loop 4 Troca do equipamento em caso de defeitos Antes de retirar o multimedidor do painel, vá até a opção RS485 e anote todos os dados de rede que estiverem na tela depois parametrize com os mesmos dados o outro multimedidor. Menu RS485 Endereço do MGE Anotar dados, e passar para o outro Menu RS485 Baud Rate Anotar dados, e passar para o outro Menu RS485 BYTE Anotar dados, e passar para o outro Aferição Código manutenção preventiva: 1.1.10.3 Código comissionamento: 3.1.10.5 Transdutores Com a utilização de um calibrador V/I, aplicar a grandeza correspondente ao equipamento Sob ensaio na entrada, medir com um multímetro analógico ou digital na saída do transdutor. 78 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido: Aferição TEMP. AMB = 00,0 ºC TAG BO 01 BO 02 BO 03 BO 04 BO 05 BO 06 BO 07 BO 08 BO 09 BO 10 BO 11 BO 12 Número de Série xxxx Valor Teórico Entrada (mA) Saída (mA) 4- 20 4 - 20 Valor de Ensaio Injetada Medida 20,00 20,05 Desvio (%) 0,25 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! Na coluna valor teórico preencher a grandeza nos campos ( ) em entrada e saída Multimedidores Aplicar as grandezas elétricas na régua de aferição ou individualmente nos componentes TC, TP(com circuito de potência desenergizado), conferir os valores no display do equipamento. Obs.: nas réguas de aferição não se esquecer de curto circuitar (fechar) o lado referente aos TC´s antes de abrir o circuito no caso do ensaio de aferição ser efetuado com a planta em funcionamento. Depois de efetuados os ensaios voltar para posição inicial fechando Primeiro a régua, logo depois abrir o curto. A figura acima representa uma régua de aferição de corrente, utilizamos internamente o TAG XI, lado onde estão fixados os cabos (esquerdo) é referente a saída para os instrumentos de medição e proteção, lado sem cabos (direita) será fixado posteriormente é a entrada dos TC´S. 79 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Verificação de corrente Campo a ser preenchido: Aferição TEMP. AMB = 00,0 ºC Posição R S T Relação TC Primário Secundário I de Ensaio (A) Injetada Medida Desvio (%) 400 5 5 390 -2,50 400 5 1 81 1,25 400 5 1 81 1,25 Verificação de tensão Campo a ser preenchido: Posição R S T Relação TP Primário Secundário U de Ensaio (V) Injetada Medida Desvio (%) 220 220 220 218 -0,91 440 220 220 441 0,23 13.800 220 220 13.880 0,58 Verificação de Freqüência Campo a ser preenchido: Injetada 50,00 55,00 60,00 Frequência Medida Desvio (%) 49,00 55,10 60,50 -2,00 0,18 0,83 Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.10.4 Código comissionamento: 3.1.10.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sob teste. Campo a ser preenchido kk) E qLAUDO: Equipamento em condições normais de operação. u a a) equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); 80 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 ll) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); mm) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); nn) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: x) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula. y) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; z) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.10.7 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 81 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Malha de Aterramento Conceitos Básicos: É a interligação de hastes verticais e cabos nus horizontais enterrados no solo cuja finalidade é proporcionar segurança às pessoas, escoar a corrente de descarga atmosférica para o solo, dentre outros. O aterramento elétrico está presente em praticamente todo sistema elétrico que vai desde a produção até o consumo de energia elétrica, desempenhando diversas funções ao longo deste processo. Independente do seu papel, ou seja, sendo o aterramento elétrico parte ativa do sistema ou um elemento do sistema que atua apenas em condições pré definidas, este deverá desempenhar a sua função satisfatoriamente quando solicitado. Para isso, um bom projeto é indispensável. Características construtivas da malha de aterramento tradicional 82 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas - Inspeção 1.1.11.1 30 min (SC) -Inspeção visual 3.1.11.1 visual 30 min (PT) Horas estimadas 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das conexões a terra Medição da Resistência Ôhmica da malha 1.1.11.2 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das conexões a terra 3.1.11.2 30 min(SC) 30 min(PT) 1.1.11.3 16horas(SC) 16horas(PT) Medição da Resistência Ôhmica da malha 3.1.11.3 16horas(SC) 16horas(PT) - Relatório técnico 1.1.11.4 xxx - Relatório técnico 3.1.11.4 xxx - Outros (especificar) 1.1.11.5 xxx - Outros (especificar) 3.1.11.5 xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE CORRENTE Inspeção Visual Instrumentação - Conexões grades; Conexões equipamentos; Caixas de inspeção; Oxidação; Rupturas. - Terrômetro; - Multímetro digital; - Termohigrometro. Imagens: 83 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Simbologias: Terra ou Malha de aterramento Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.11.1 Código comissionamento: 3.1.11.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do local sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM MALHA DE ATERRAMENTO Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: Ano de fabricação: Montagem: Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Medições da malha: Condições do tempo: Condições do solo: Tensão de Trabalho: V Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. Deverá ser preenchido o campo Fl. da seguinte maneira: Quando se tratar de um protocolo único do equipamento deverá ser Fl.: 01 de 01; b) Quando se tratar de um protocolo único do equipamento, mas que utilize duas folhas como é o caso do protocolo de transformadores, a primeira folha será Fl.: 01 de 02 e a segunda folha será Fl.: 02 de 02; c) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. d) Até segunda ordem o número de Tab.:. deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Devem-se verificar todas as conexões, a fim de evitar que algum equipamento corra o risco de ficar sem a proteção terra em caso de vazamentos em sua carcaça. Devem estar bem 84 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Verificação das conexões a terra Código manutenção preventiva:1.1.11.2 Código comissionamento: 3.1.11.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas a fim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento, portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento essas devem ser checadas e caso seja verificada alguma anormalidade , estas deverão ser sanadas,utilizando chaves apropriadas. Obs.:Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Medição da Resistência Ôhmica da malha Código manutenção preventiva: 1.1.11.3 Código comissionamento: 3.1.11.3 Esse ensaio consiste em verificar a resistência ôhmica entre a malha de aterramento e o solo, deve ser efetuado da seguinte maneira: Utilizando um terrômetro conforme a representação abaixo: • A: Sistema de Aterramento Principal • P- Haste de Potencial • B: Haste Auxiliar para possibilitar o retorno da corrente elétrica I Pelo terminal C1 é injetada uma corrente elétrica I no solo, o qual retorna pelo terminal C2 através de uma haste auxiliar B. O potencial correspondente ao ponto p é internamente processado pelo instrumento, o qual indicará diretamente o valor da resistência R. • O sistema de aterramento deve estar desconectado do sistema elétrico. 85 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 • Não efetuar medição sob condições atmosféricas adversas, devido à possibilidade de ocorrência de descargas atmosféricas. • Cravar as hastes no mínimo 700 mm no solo. • Efetuar as medições em dias em que o solo esteja seco, para obter o maior valor da resistência de terra. No caso de interferências, que são constatadas por oscilações de leitura, deve-se deslocar as hastes de potencial e auxiliar para outra direção. Este ensaio consiste em verificar a condição da resistência que a malha terra irá impor em caso de fuga de corrente a terra, descargas atmosféricas dentre outros. Obs: Para medição de malha de aterramento em subestações deveremos adotar o seguinte procedimento: Terminal C1 deve ser conectado normalmente em um ponto da malha, preferencialmente o último ponto considerando as extremidades da malha. A haste referente ao ponto P2 deverá ser fixada no solo a aproximadamente 6x o valor total da diagonal da área da subestação. A haste referente ao ponto C2 deverá ser fixada no solo a aproximadamente 60% do valor entre o ponto C1 e P2. Campo a ser Preenchido: MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA DE ATERRAMENTO TEMP. AMB.: 00,0 °C Eletrodo de corrente (m) 32 Eletrodo de tensão (m) 16 Valor encontrado (Ώ) Campo a ser Preenchido: VERIFICAÇÕES NO LOCAL Continuidade da malha Conexões das grades Caixas de inspeção Conexões dos equipamentos OK OK OK OK Obs.: Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de malha deverá ser indicada em Ω (Ohms), e os valores sempre com duas casas após a vírgula. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.11.4 Código comissionamento: 3.1.11.4 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. oo) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); 86 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 pp) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); qq) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); rr) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomados). Campo a ser Preenchido: LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. Obs. Gerais: aa) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; bb) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; 87 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Pára-Raio a) b) c) d) e) f) g) h) i) Conceitos Básicos: Equipamento destinado à proteção de sobretensão provocada por descargas atmosféricas ou por chaveamento na rede.A proteção dos equipamentos elétricos contra as descargas atmofericas é obtida através de pára-raios que utilizam as propriedades de não linearidade dos elementos de que são fabricados para conduzir as correntes de descarga associadas às tensões induzidas nas redes e em seguida interromper as correntes subseqüentes, isto é, aquelas que sucedem às correntes de descarga após a sua condução a terra. Atualmente existem dois elementos de caracteriticas não lineares capazes de desempenhar as funções anteriores mencionadas a partir dos quais são construídos os para raios: carbonato de silício e óxido de zinco. Principais itens para especificação são: tensão nominal = máxima tensão eficaz, de freqüência nominal, aplicável entre os terminais do pára-raios; freqüência nominal = deve coincidir com a freqüência da rede; corrente de descarga nominal = valor de crista da corrente de descarga com forma de onde de 8 / 20 µs; corrente subseqüente = corrente fornecida pelo sistema que percorre o pára-raios depois da passagem da corrente de descarga; tensão disruptiva de impulso atmosférico = maior valor da tensão atingida antes do centelhamento do pára-raios, quando uma tensão de impulso atmosférico de forma de onda e polaridade dada, é aplicada entre os terminais do pára-raios; tensão disruptiva à freqüência industrial = valor eficaz da tensão de ensaio de freqüência industrial que, aplicado aos terminais do pára-raios, causa centelhamento dos centelhadores série; tensão disruptiva de impulso normalizada = menor valor de crista de uma tensão de impulso normalizada que, aplicada a um pára-raios, provoca centelhamento em todas as aplicações; Uc = Máxima tensão de operação continua tensão residual = tensão que aparece entre os terminais de um pára-raios durante a passagem da corrente de descarga. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.13.1 30 Inspeção visual 3.1.13.1 min(SC/PT) Limpeza e 1.1.13.2 30 mim(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.13.2 reaperto em 1 hora (PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC/PT) 30 min(SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.13.3 30min(SC/PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.13.3 30 min(SC) 1 hora (PT) Medição da corrente de fuga(Hi-pot) 1.1.13.4 30min(SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.13.4 30 min(SC/PT) 88 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Relatório técnico 1.1.13.5 Xxx Medição da corrente de fuga(Hi-pot) 3.1.13.5 30 min(SC/PT) Outros (especificar) 1.1.13.6 Xxx Relatório técnico 3.1.13.6 Xxx As built Outros (especificar) 3.1.13.7 3.1.13.8 Xxx Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Para raio Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa Aterramento; Cabos e Conexões; Buchas. Instrumentação - Megohmetro digital ou analógico - Hi-pot - Termohigrometro Imagens: Simbologias: Unifilar Trifilar 89 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva:1.1.13.1 Código comissionamento:3.1.13.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM PÁRA-RAIOS Cliente: SINER Local: SE 138 kV Equipamento:PR 7/8/9 link lado trafos 1 e 2 Ano de Fabricação: 2009 Identificação Fase R: 09.21072/2/* Identificação Fase S: xxx Identificação Fase T: xxx Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Norma: IEC 60099-4 Tipo: HTS 120 Marca: Areva UC: 98 UN: 120 IN descarga: 10 kV kV kA Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e 90 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN090001, onde SN (Siner), 09 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos para raios, deve-se verificar se não estão trincados, ou com indícios de vazamentos. Os terminais e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.13.2 Código comissionamento: 3.1.13.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado alguma anormalidade, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.13.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.13.3 Código comissionamento: 3.1.13.4 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolamento do equipamento sob ensaio. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor correspondente à norma na seguinte posição sobre um determinado tempo: Nas fases (R/S/T) contra saída do para raio conectada a Massa. Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO TEMP. AMB.: 25,0 ºC FASE TENSÃO (V) ISOLAÇÃO MEDIDA (MΩ) TEMPO ( min.) LAUDO R S T 5.000 5.000 5.000 >1.000.000 >1.000.000 >1000.000 1 1 1 OK OK OK 91 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Observação: Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Medição da corrente de fuga(Hi-pot): Código manutenção preventiva: 1.1.13.4 Código comissionamento: 3.1.13.5 Este ensaio consiste em verificar a corrente de fuga do equipamento sob ensaio. Utilizando um aparelho para tensão aplicada (hi-pot) aplica-se um valor correspondente à norma na seguinte posição sobre um determinado tempo: Nas fases (R/S/T) contra saída do para raio conectada a Massa. Caso este ensaio não seja efetuado, preencher no campo do relatório a opção (x) não aplicável, caso contrario (x) aplicável e registar os valores. Campo a ser Preenchido: CORRENTE DE FUGA ( x )Não aplicável ( )Aplicável TEMP. AMB.: 00,0 ºC FASE TENSÃO (V) CORRENTE MEDIDA (µ A ) TEMPO ( min.) LAUDO R S T Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.13.5 Código comissionamento: 3.1.13.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido ss) E LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. q u i a) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); tt) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); uu) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); vv) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). 92 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Obs. Gerais: cc) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; dd) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; ee) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.13.7 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 93 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Resistor de Aterramento Conceitos Básicos: Os resistores de aterramento são utilizados para aterramento do neutro de transformadores ou geradores, de forma a limitar o valor da corrente de curto circuito assimétrica a valores pré estabelecidos, durante um determinado período, capaz de fazer atuar os reles de proteção, desligando o sistema, limpando a falta. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.14.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.14.1 30 min (PT) Limpeza e 1.1.14.2 30 mim(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.14.2 reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC) 1 hora (PT) 30 min(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.14.3 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.14.3 30 min(SC) 1 hora(PT) Resistência ôhmica do elemento resistivo 1.1.14.4 30 min(SC) 30 min (PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.14.4 30 min(SC) 1 hora(PT) Relatório técnico 1.1.14.5 Xxx Resistência Ôhmica do elemento resistivo 3.1.14.5 Xxx Outros (especificar) 1.1.14.6 Xxx Relatório técnico 3.1.14.6 Xxxx As built 3.1.14.7 Xxxx 94 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Outros (especificar) Referente ao PO: 018 Revisão: 01 3.1.14.8 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Resistor de aterramento Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa Aterramento; Cabos e Conexões. Instrumentação - Meghometro - Multímetro digital ou analógico - Termohigrometro Imagens: Simbologias: Diagrama unifilar, RN2 refere-se ao resistor de aterramento 95 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.14.1 Código comissionamento: 3.1.14.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM RESISTOR DE ATERRAMENTO Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: R01 Nº de fabricação:* Resistência: 40 Ω a 25ºC Ano de Fabricação: 2008 Marca: Eletele Tipo: 83054G UFN: 7,97 kV TEO: 10 s IN: 200 Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 A Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. 96 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos resistores, deve-se verificar se não estão trincados, ou danificados. As resistências e isoladores devem estar bem fixados as estruturas e limpos, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Exemplos de anormalidades: Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.14.2 Código comissionamento: 3.1.14.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.14.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.14.3 Código comissionamento: 3.1.14.4 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, entre resistores e a massa . Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições: resistores(AT) contra Massa(T), deve-se se desconectar o ponto ligado ao aterramento . 97 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO TEMP. AMB.: 00,0 ºC FASE TENSÃO (V) RI (MΩ) RI Mínima (MΩ) TEMPO ( min.) LAUDO OK Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Para calculo RI Mínima considerar (1 MΩ por kV ) + 1 MΩ. Resistência ôhmica do elemento resistivo Código manutenção preventiva: 1.1.14.4 Código comissionamento: 3.1.14.5 Este ensaio consiste em verificar a resistência total de todos os resistores ligados em serie . Utilizando um multímetro digital ou analógico, mede-se a resistência do inicio do primeiro resistor até o final do ultimo resistor que se encontra em serie. Campo a ser Preenchido: O calculo da RAT CORRIGIDA A 20º C deverá ser obtido utilizando as formulas acima de acordo com os exemplos, atentar – se ao fato de que de acordo com o equipamento pode variar a referência de resistência de acordo com a temperatura (exemplo dados de placa resistência 40 Ω a 25ºC). Exemplos: Obs.: para os dois exemplos abaixo consideramos o material de aço inox. 01 - Vamos considerar a temperatura ambiente no momento dos ensaios em campo de 27 º C, com base nesse dado a resistência obtida através da medição será a quente, pois a referencia de temperatura esta acima da indicada nos dados de placa do equipamento que é de 25 º C , portanto teremos que obter pelos cálculos a RF ( resistência a frio). 98 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Resolução: TEMP AMB. = 28º C RAT. MEDIDA TEMP. AMB = 45 Ω RAT. ESPERADA A 25ºC = 40 Ω (dados de placa) utilizar a seguinte formula: RF=RQ x TQ + (1064) TF + (1064) RF= 45Ω x ( 28 + 1064) 25 + 1064 RQ = 44,91 Ω ( RAT COR. 25ºC) 02 – Considerando para este exemplo a temperatura ambiente no momento dos ensaios de 18 º C,com base nesse dado a resistência obtida através da medição será a fria , pois a referencia de temperatura esta abaixo da indicada nos dados de placa do equipamento que é de 25 º C, portanto teremos que obter pelos cálculos a RQ (resistência a quente ). TEMP. AMB. = 18ºC RAT. MEDIDA TEMP. AMB = 43 Ω RAT. ESPERADA A 25ºC = 40 Ω (dados de placa) Utilizar a seguinte formula: RQ = RF x TQ + (1064) TF + (1064) RQ = 43 Ω x ( 25 + 1064) 19 + 1064 RQ = 43,23 Ω ( RAT COR. 25ºC) OBS: Independente da temperatura a diferença da resistência medida com a resistência marcada nos dados de placa não poderá ser superior a 10%. Campo a ser Preenchido: OBS.: N/C. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.14.5 Código comissionamento: 3.1.14.6 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. ww) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização ); xx) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); yy) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); 99 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 zz) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: ff) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; gg) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; hh) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; ii) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.14.7 Quando verificado alguma anormalidade ( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 100 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Seccionadora Conceitos Básicos: São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico sem cargas(sem corrente).Em condições normais e com seus contatos fechados,elas devem ser capazes de manter a condução de sua corrente nominal,inclusive de curto-circuito,sem sobre aquecimento.Basicamente o seccionador é uma extensão do condutor que se desloca quando acionado abrindo e fechando,através dos contatos fixo e móvel.Normalmente seu controle é manual,através de alavanca,bastão ou varão. Podem ser monofásicas ou trifásicas. Representação 101 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimada Inspeção visual 1.1.15.1 30 min Inspeção visual 3.1.15.1 (SC/PT) Limpeza e 1.1.15.2 30min(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.15.2 reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimada 30 min (SC/PT) 1 hora (SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.15.3 30 min (SC/PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.15.3 1h30min (SC/PT) Resistência Ôhmica dos contatos Relatório técnico 1.1.15.4 30 min (SC/PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.15.4 30 min(SC/PT) 1.1.15.5 Xxx 3.1.15.5 30 min(SC/PT) 1.1.15.6 Xxx Resistência Ôhmica dos contatos Verificação dos ajustes mecânicos 3.1.15.6 1 hora (SC/PT) Testes elétricos Relatório técnico 3.1.15.7 3.1.15.8 Xxx Xxx As built 3.1.15.9 Xxx Outros (especificar) 3.1.15.10 Xxx Outros (especificar) Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Seccionadora Inspeção Visual - Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. - Instrumentação Multímetro digital Megôhmetro Microhmimetro Termohigrometro 102 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Simbologias: Seccionadora (unifilar) Seccionadora (trifilar) Seccionadora com fusível(unifilar) Seccionadora com fusível(trifilar) Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.15.1 Código comissionamento: 3.1.15.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 103 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM SECCIONADORA Cliente: SINER Local: Carapicuíba - SP Equipamento: S01 Nº. de fabricação:* Tipo: S2DA Marca: Areva Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Ano de fabricação: 2009 Corrente nominal: 1250 Tensão nominal: 145 Cap. Interrup.: 31,5 A kV kA Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. No mecanismo de acionamento, devem-se verificar os estado geral das engrenagens, articulações, indicadores de posição, o mecanismo deve ser limpo e lubrificado, tomando cuidado para não haver excesso. 104 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 É necessário também á verificação dos blocos terminais, fiações e isoladores e caso haja alguma anormalidade apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.15.2 Código comissionamento: 3.1.15.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.15.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.15.3 Código comissionamento: 3.1.15.4 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre fase/massa(contatos fechados), e fase/fase (contatos abertos). Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : com contatos abertos : R-R , S-S , T-T , contatos fechados: R contra massa , S contra massa e T contra Massa Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO CONTATOS ABERTOS Fase R-R: Fase S-S: Fase T-T: CONTATOS FECHADOS MΩ MΩ MΩ Fase R-Massa: Fase S-Massa: Fase T-Massa: MΩ MΩ MΩ Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica de contatos Código manutenção preventiva: 1.1.15.4 Código comissionamento: 3.1.15.5 105 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de contatos em condições precárias de utilização. Valores altos indicam desgaste ou afrouxamento dos contatos. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os contatos da seccionadora. Campo a ser Preenchido: RESISTÊNCIA DE CONTATOS ENCONTRADO Fase R : Fase S : Fase T : DEIXADO ΜΩ Ω ΜΩ Ω ΜΩ Ω Fase R : Fase S : Fase T : µΩ Ω µΩ Ω µΩ Ω Representação de ensaio utilizando microhmimetro CONTATOS FECHADOS DO EQUIPAMENTO SOB ENSAIO Obs. Toda a medição de resistência ôhmica de contatos deverá ser indicada em µΩ (micro Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido, por exemplo, se o resultado encontrado for 2mΩ Ω (dois mili Ohms), deverá ser indicado 2.000,0Ω Ωµ e assim por diante; Caso seja constatado um alto valor de resistência de contatos, eliminar os resíduos na conexão (sujeira) e aplicar uma pequena camada de pasta cobreada , após efetuado o processo realizar as medições novamente. Nunca manobrar a seccionadora ou retirar a garra do equipamento quando estiver efetuando uma medição, havendo risco de danificar o equipamento. Verificação dos ajustes mecânicos Código comissionamento: 3.1.15.6 Atuação dos contatos pelo mecanismo de acionamento. Havendo mecanismo de abertura por atuação do fusível, verificar o posicionamento dos mesmos na posição indicada, de modo que as espuletas fiquem dispostas para atuação do mecanismo de abertura da seccionadora no caso de queima de um dos fusíveis do circuito. 106 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Testes elétricos Código comissionamento: 3.1.15.7 Verificação da comutação dos contatos, fechamento e abertura da seccionadora por comando, sinalização ligado e desligado. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.15.5 Código comissionamento: 3.1.15.8 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sob teste. Campo a ser preenchido aaa) E qLAUDO: Equipamento em condições normais de operação. u a a) equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); bbb) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); ccc) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); ddd) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: jj) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula. kk) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; ll) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: 107 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.15.9 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 108 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Transformador de corrente (TC) Conceitos Básicos: São transformadores especiais cuja finalidade é alimentar os aparelhos de medição(multimedidores ,amperímetro,etc.), e proteção(relés),são transformadores abaixadores de corrente (TC),os quais recebem corrente da rede e reduzem para valores de leituras dos instrumentos e dos relés,os transformadores de corrente estão ligados em série com a rede, e seus valores secundários normalmente são de 5 A. Indicação TC Corrente e relação nominais, segundo a ABNT: Corrente nominal secundaria: normalizada em 5 A, às vezes 1 A; Correntes nominais primárias: 5,10,15,20,25,30,40,50,60,75,100,125,150,200,250,300,400,500,600,800,1200,1500,2000, 3000,4000,5000,6000 e 8000 A De acordo com a ABNT, as cargas padronizadas ensaio de classe de exatidão de TC`s são: C2,5 ; C5,0;C7,5;C12,5 ; C25;C50;C75;C100 e C200.A letra ´´C`` se refere a TC e o valor após , corresponde a potência aparente (VA) da carga do TC.Por exemplo 5VA 109 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 A tabela a seguir indica alguns exemplos de especificação de TC´s, tendo em vista as normas ANSI(American National Standart Institute), ASA (American Standart Association) e ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) Classe de exatidão Norma Alta reatância Baixa reatância Ansi T100 C200 (100 E 200) 10% H/L Volts secundários com 20 x Inom x Z carga máx Classe de Exatidão High/Low ( reatância) ASA 10H200 10L200 200 Volts secundários com 20 x Inom x Z carga máx ABNT Antiga A10F20C50 B10F20C50 ABNT Atual 10A200 10B200 Descrição A/B 10% F20 C50 10% A/B Alta/Baixa (reatância) Classe de Exatidão Multiplo da I nominal para classe especificada Carga máxima em VA Classe de Exatidão Alta/Baixa (reatância) 200 Volts secundários com 20 x Inom x Z carga Max Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.16.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.16.1 30 min (PT) 3.1.16.2 Limpeza e 1.1.16.2 30 mim(SC) Limpeza e reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões reaperto em todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC) 1 hora (PT) 30 min(SC) 1 hora(PT) Relação de transformação 1.1.16.3 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.16.3 30 min(SC) 1 hora (PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.16.4 30 min(SC) 30 min(PT) Relação de transformação 3.1.16.4 30 min(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 1.1.16.5 30 min(SC) 30 min(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.15.5 30 min(SC) 1 hora(PT) Levantamento da curva de Saturação 1.1.16.6 30 min(SC) 30 min (PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 3.1.16.6 30 min(SC) 1 hora(PT) Polaridade 1.1.16.7 30 min(SC) 30 min (PT) Levantamento da curva de Saturação 3.1.16.7 30 min(SC) 1 hora (PT) Relatório técnico 1.1.16.8 Xxx Polaridade 3.1.16.8 Outros (especificar) 1.1.16.9 Xxx Relatório técnico 3.1.16.9 30 min(SC) 1 hora (PT) Xxxx 110 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 As built 3.1.16.10 Xxxx Outros (especificar) 3.1.16.11 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE CORRENTE Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa Aterramento; Cabos e Conexões. Instrumentação - Megohmetro - Mala de corrente monofásica - Microhmimetro - TTR(medidor de relação de transformação) - Variac monofásico - Multímetro digital - Multimetro Analógico - Termohigrometro Imagens: Simbologias: Tc de secundário Duplo(unifilar) Tc de secundário Duplo (trifilar) Tc toroidal (unifilar) Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva:1.1.16.1 Código comissionamento:3.1.16.1 111 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM TC’s Cliente: SINER Local: SE 138 kV Equipamento: TC1 Uso: Exterior NI: 275/650 CL:xxx Tipo: QDR-145/2 Norma: NBR-6856/92 ITH:xxx Fase R: Azul Fase S:xxx Fase T:xxx Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/02 Data: 01/01/2009 Marca: Areva Ano de Fabricação: 2008 CP1: 10B400 FT: 1,2 Nº.:* Nº.:xxx Nº.:xxx CP2: 10B400 IS: 5 A IP: 600 Umáx:145 kV Frequência:60 Hz Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar 112 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos TC´s , deve-se verificar, se não estão trincados , ou com indícios de vazamentos.Os terminais primários ,secundários e terra devem estar bem fixos,devem estar limpos e bem fixados as estruturas,caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.16.2 Código comissionamento: 3.1.16.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Exemplos de sinistro, envolvendo uma má conexão: Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.16.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Relação de Transformação 113 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Código manutenção preventiva: 1.1.16.3 Código comissionamento: 3.1.16.4 Este ensaio consiste em verificar a relação de transformação do equipamento, pode ser efetuado de duas maneiras: A primeira utilizando uma fonte de corrente e um multímetro digital como mostra a representação abaixo: Aplica-se uma corrente no enrolamento primário P1 e P2 com a fonte de corrente monofásica, geralmente as malas mais utilizadas chegam a 100A ,e comprovamos a efetividade medindo com multímetro na escala de corrente no enrolamento secundário S1 e S2 Segunda forma, utilizando um medidor de relação de transformação TTR digital ou analógico. Conectam-se as garras do instrumento nos enrolamentos primário e secundário e efetua-se a leitura.Conforme figura abaixo. A relação encontrada P/S não deve exceder a classe de exatidão especificada do TC (0,3% ,0,5%,5%, 10% vide manual do fabricante). Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Pontos Secundário R (S1-S2) S (S1-S2) T (S1-S2) In (A) Primário Secundário I de Ensaio (A) Relação - P/S Primário Secundário Calculado Medido Desvio (%) 200 5 100 2,49 40 40,16 0,40 200 5 100 2,39 40 41,84 4,60 200 5 100 1,5 40 66,67 66,67 Observação :Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Calculado)-1)x100 114 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Exemplo de cálculo: Para relação calculada utilizamos os dados de placa do TC através de P/S obtemos assim 200/5 = 40 Para relação medida utilizamos os dados de ensaio através de P/S obtemos assim 100/2,49 = 40,16 Aplicando na equação do desvio ((40,16/40)-1)*100 = 0,40 % Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.16.4 Código comissionamento: 3.1.16.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre enrolamentos ou massa e enrolamentos. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : enrolamento primário(AT) contra Massa , enrolamento primário(AT) contra enrolamento secundário (S1) e enrolamento secundário (S1) contra massa. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO Pontos Tensão (Vcc) Ponta (+) -R R R R S S S T T T 5.000 5.000 500 5.000 5.000 500 5.000 5.000 500 AT AT S1 AT AT S1 AT AT S1 Massa S1 Massa Massa S1 Massa Massa S1 Massa Valor em MΩ Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica dos enrolamentos Código manutenção preventiva: 1.1.16.5 Código comissionamento: 3.1.16.6 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de espiras em curto-circuito, conexões e contatos em condições precárias. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os enrolamentos. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ENROLAMENTOS Pontos Resistência (mΩ Ω) R(S1-S2) S(S1-S2) T(S1-S2) 115 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Obs. medição de resistência ôhmica de enrolamentos deverá seguir a seguinte regra: TC's indicada em mΩ Ω (mili Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido. Levantamento da curva de saturação Código manutenção preventiva: 1.1.16.6 Código comissionamento: 3.1.16.7 Para esse ensaio utilizamos um variador de tensão monofásico (variac),2 multímetros : uma para corrente e outro para tensão. Pelos dados de placa do equipamento sabemos os limites mínimos para curva. exemplo : um Tc de classe 10B100 Esse equipamento não pode saturar antes de 100 V, sabendo disso elevamos a tensão em determinados intervalos pelo enrolamento secundário, quando a corrente começar a subir bruscamente teremos traçado nossa curva . Abaixo exemplo de ligação: Gráfico da curva saturação Tc Saturação do TC 100 V O gráfico representa o disparo da corrente eixo x , em função da tensão eixo y , Dados adicionais: Gráfico extraído de um TC marca :Isolete , tipo BDE3000D, Classe de precissão: 06C25 10 V 1V Campo a ser Preenchido: FASE R U(V) I ( mA ) FASE S U(V) I ( mA ) FASE T U(V) I ( mA ) LAUDO 116 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Curvas de saturação enrolamentos de medição e proteção Curiosidade: Quando um TC satura, surgem dois problemas: erro elevado superior a classe de exatidão e distorção da forma de onda da corrente secundaria. Polaridade Código manutenção preventiva: 1.1.16.7 Código comissionamento: 3.1.16.8 Será utilizado o método da corrente contínua para a determinação da polaridade do TC, Os transformadores de corrente devem ter polaridade subtrativa, exceto nos casos de acordo contrário. Aplica-se um pulso de tensão continua no enrolamento primário , a leitura é efetuada no enrolamento secundário com auxilio de um voltímetro analógico. Deve-se seguir as indicações do transformador quanto ao sentido da corrente , são marcados com um ponto branco tanto no primário (P1, P2) quanto no secundário (S1, S2). Se a deflexão do ponteiro estiver de acordo quanto ao sentido, a polaridade será subtrativa, indicando que os terminais correspondentes terão a mesma polaridade Obs.:Indicar no campo de observações do protocolo de ensaios. 117 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: OBS.: N/C. A polaridade pode ser definida como o sentido da tensão induzida nos terminais (de H1 para H2) quando comparada com a tensão induzida nos terminais secundários (de X1 para X2). Polaridade subtrativa – é aquela em que as tensões induzidas no primário e secundário estão no mesmo sentido.(seu caso) Polaridade Aditiva- é aquela em que as tensões induzidas no primário e secundário estão em sentidos opostos. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.16.8 Código comissionamento: 3.1.16.9 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido eee) E LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. q u i pamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); fff) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); 118 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 ggg) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); hhh) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: mm) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; nn) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; oo) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; pp) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.16.10 Quando verificado alguma anormalidade ( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados 119 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Transformador de Potencial (TP) Conceitos Básicos: São transformadores especiais cuja finalidade é alimentar os aparelhos de medição (voltímetro, multimedidores), e proteção (relés). São transformadores abaixadores de tensão (TP) ,os quais recebem tensão da rede e reduzem para valores de leituras dos instrumentos e dos relés.Estas tensões normalmente estão entre 110,120 ou 220 V.Os transformadores de potencial são ligados em paralelo com o circuito. A tabela abaixo apresenta algumas características dos TPs. Ao contrário dos TCs, quando se desconecta a carga do secundário em um TP os seus terminais devem ficar em aberto. Diagrama de ligação para 2 TP´s 120 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Diagrama de ligação para 2 TP´s 121 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Esquemático transformador de potencial indutivo 122 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.17.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.17.1 30 min(PT) Limpeza e 1.1.17.2 30mim(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.17.2 reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC) 1 hora (PT) 30 min(SC) 1 hora(PT) Relação de transformação 1.1.17.3 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.17.3 30 min(SC) 1hora (PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.17.4 30 min(SC) 30 min(PT) Relação de transformação 3.1.17.4 30 min(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 1.1.17.5 30 min(SC) 30 min(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.17.5 30 min(SC) 1 hora(PT) Polaridade 1.1.17.6 1 hora(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 3.1.17.6 30 min(SC) 1 hora(PT) Relatório técnico 1.1.17.7 Xxx Polaridade 3.1.17.7 Outros (especificar) 1.1.17.8 Xxx Relatório técnico 3.1.17.8 30 min(SC) 1hora (PT) Xxx As built 3.1.17.9 Xxxx Outros (especificar) 3.1.17.10 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE POTENCIAL Inspeção Visual Instrumentação - Pintura; Fixação; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. - Meghometro - Microhmimetro - TTR(medidor de relação de transformação) - Multímetro digital - Termohigrometro - Variac Monofásico 123 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Simbologias: Tp secundário duplo (unifilar) Tp secundário duplo (Trifilar) Tp secundário Simples(unifilar) Tp secundário Simples(Trifilar) Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.17.1 Código comissionamento: 3.1.17.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 124 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM TP’s Cliente: Usina xx Local: Carapicuíba – SP Equipamento: TP 1 Uso: Exterior NI: 19/650/PT: 266 VA Grupo: 2 Fase R: Azul Tipo: UXT - 145 Fase S: Norma: NBRFase T: 6855/92 Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2009 Marca: Areva Ano de Fabricação: 2008 CP1: 0,3P200 EST: Nº.: * Nº.: Nº.: CP2: 0,3P200 US: 115 UP: 138000/√3 Umáx: 145 kV Frequência: 60 Hz Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e 125 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos Transformadores de potêncial, deve-se verificar, se não há trincas, indicio ou vazamentos nos isoladores.Os terminais primários, secundários e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.17.2 Código comissionamento: 3.1.17.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.17.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Relação de Transformação Código manutenção preventiva: 1.1.17.3 Código comissionamento: 3.1.17.4 Este ensaio consiste em verificar a relação de transformação do equipamento. Pode ser efetuado de duas maneiras, a primeira injetando tensão diretamente nos terminais primários com variador monofásico e efetuando as leituras nos enrolamentos secundários, a segunda com um medidor de relação de transformação TTR digital ou analógico. Conectam-se as garras do instrumento nos enrolamentos primário e secundário e efetua-se a leitura. Representação de ensaio com TTR analógico 126 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Pontos R(1X1-1X2) R(2X1-2X2) T(1X1 -1X2) Un (V) Primário Secundário U de Ensaio (V) Relação - P/S Primário Secundário Calculado Medido Desvio (%) 13800 115 221,4 1,856 120,00 119,29 -0,59 13800 115 221,4 1,852 120,00 119,55 -0,38 13800 115 222,5 1,858 120,00 119,75 -0,21 Observação :Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Calculado)-1)x100 Exemplo de cálculo: Para relação calculada utilizamos os dados de placa do TP através de P/S obtemos assim 13800/115 = 120 Para relação medida utilizamos os dados de ensaio através de P/S obtemos assim 221,4/1,856 = 119,29 Aplicando na equação do desvio ((119,29/120)-1)*100 = -0,59 % Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.17.4 Código comissionamento: 3.1.17.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre enrolamentos ou massa e enrolamentos. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : enrolamento primário(AT) contra Massa(T) , enrolamento primário(AT) contra enrolamento secundário (BT) e enrolamento secundário (BT) contra massa(T). 127 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO TEMP. AMB.: 00,0 ºC Pontos Tensão (Vcc) Ponta (+) -R 5.000 5.000 500 AT AT BT Massa BT Massa Valor em MΩ Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Resistência ôhmica dos enrolamentos Código manutenção preventiva: 1.1.17.5 Código comissionamento: 3.1.17.6 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de espiras em curto-circuito, conexões e contatos em condições precárias. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os enrolamentos. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ENROLAMENTO TEMP. AMB.: 00,0 ºC Pontos X1-X2 X1-X2 Resistência (mΩ) 437,2 437,9 Obs. medição de resistência ôhmica de enrolamentos deverá seguir a seguinte regra: TP's indicada em mΏ (mili Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido. Polaridade Código manutenção preventiva: 1.1.17.6 Código comissionamento: 3.1.17.7 Será utilizado o método da corrente contínua para a determinação da polaridade do TP, Aplica-se um pulso de tensão continua no enrolamento primário, a leitura é efetuada no enrolamento secundário com auxilio de um voltímetro analógico. Devem-se seguir as indicações do transformador quanto ao sentido da corrente, são marcados com um ponto branco tanto no primário (P1, P2) quanto no secundário (X1, X2). Se a deflexão do ponteiro estiver de acordo quanto ao sentido, a polaridade será subtrativa, indicando que os terminais correspondentes terão a mesma polaridade Obs.:Indicar no campo de observações do protocolo de ensaios. 128 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: OBS.: N/C. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.17.7 Código comissionamento: 3.1.17.8 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. iii) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); jjj) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); kkk) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); lll) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: qq) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; rr) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; ss) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; tt) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: 129 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.17.9 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Fotografias de sinistro Usina Ferrari 15/11/2009 Consideração final: Medições deverão ser efetuadas somente com os circuitos desenergizados 130 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Transformador de Potência Conceitos Básicos: É uma máquina estática que por meio de indução eletromagnética,transfere energia elétrica de um circuito (primário),para outros circuitos (secundário e/ou terciário),mantendo a mesma freqüência ,mas geralmente com valores de tensões e correntes diferentes.Eles podem ser a seco ou a óleo.Quanto a classificação os transformadores podem ser classificados em:elevador,abaixador,isolador.Quanto aos tipos monofásico ou trifásico.Quanto as ligações podem ser estrela,triangulo ou zig-zag. Indicação Transformador de Potência a óleo 131 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.18.1 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.18.1 30 min(PT) Limpeza e 1.1.18.2 30mim(SC) Limpeza e reaperto em 3.1.18.2 reaperto em 1 hora(PT) todas as conexões todas as conexões Horas estimadas 30 min(SC) 1 hora (PT) 30 min(SC) 1 hora(PT) Relação de transformação 1.1.18.3 30 min(SC) 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.18.3 30 min(SC) 1h30min (PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.18.4 30 min(SC) 30 min(PT) Relação de transformação 3.1.18.4 30 min(SC) 2 hora(PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 1.1.18.5 30 min(SC) 30 min(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.18.5 30 min(SC) 1 hora(PT) Testes elétricos da instrumentação Fator de Potência 1.1.18.6 1 hora(SC) 1 hora(PT) Resistência Ôhmica de enrolamentos 3.1.18.6 30 min(SC) 1 hora(PT) 1.1.18.7 2 horas(SC) 2 horas(PT) Fator de potência 3.1.18.7 3horas(SC) 3horas(PT) Relatório técnico 1.1.18.8 Xxx 3.1.18.8 Outros (especificar) 1.1.18.9 Xxx Testes elétricos da instrumentação Relatório técnico 3.1.18.9 1 hora (SC) 1 hora (PT) Xxxx As built 3.1.18.10 Xxxx Outros (especificar) 3.1.18.11 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE POTÊNCIA Inspeção Visual Instrumentação - Pintura; Fixação; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. - Megohmetro - Microhmimetro - TTR(medidor de relação de transformação) - Multímetro digital - Termohigrometro - Fator de Potência 132 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Simbologias: Transformador (unifilar) Transformador (Trifilar) Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.18.1 Código comissionamento: 3.1.18.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. 133 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM TRANSFORMADOR Cliente: SINER Local: SE 02 Equipamento: TR01 Marca: Comtrafo transformadores Nº. de Fabricação: 95055 Ano de Fabricação: 10/2009 TAP Encontrado: --V Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/02 Data: 01/01/2009 Tipo: seco Grupo de Lig.: D - Y Impedância: 2,59 % Potência Nominal: 30 Corrente Nominal: --Tensão Nominal: 380 – 220/127 TAP Deixado: --- kVA A V V Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e 134 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos Transformadores de potência, deve-se verificar, se não há trincas, indicio ou vazamentos nos isoladores.Os terminais primários, secundários e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Exemplos de não conformidade Fig. 1 Fig.2 Fig.3 Figura 1 : Barramento encostado na parede; Figura 2 : Camara de óleo trincada; Figura 3 : Vazamento na Bucha de alta tensão. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.18.2 Código comissionamento: 3.1.18.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento, como por exemplo, aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento 135 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.18.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Relação de Transformação Código manutenção preventiva: 1.1.18.3 Código comissionamento: 3.1.18.4 Este ensaio consiste em verificar a relação de transformação do equipamento. Utilizando um medidor de relação de transformação TTR digital ou analógico. Conectam-se as garras do instrumento nos enrolamentos primário e secundário e efetua-se a leitura. Representação de ensaio com TTR analógico Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Teste 61,0000 H1-H2 X0-X2 62,00 (%) 1,64 H2-H3 X0-X3 61,0000 (%) 0,00 H3-H1 X0-X1 63,0000 (%) 3,28 Observação: Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Calculado)-1)x100 Observação: Para transformadores em comissionamento a relação de transformação deve ser testada em todos os tap´s ,para manutenções preventivas apenas no Tap encontrado. Fig.4 136 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Figura 4 – comutador de TAP. Campo a ser Preenchido: TAP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 TENSÃO TEÓRICA MEDIDO DESVIO MEDIDO DESVIO MEDIDO DESVIO Teste (%) H2-H0 X2-X0 (%) H3-H0 X3-X0 (%) (V) H1-H0 X1-X0 #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0! 137 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Tabela de conexões polifásicas 138 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.18.4 Código comissionamento: 3.1.18.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre enrolamentos ou massa e enrolamentos. Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : enrolamento primário(AT) contra Massa(T) , enrolamento primário(AT) contra enrolamento secundário (BT) e enrolamento secundário (BT) contra massa(T). Exemplo de posicionamento para a posição Alta para terra (massa) Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO (MΩ) TEMP. AMB.: RELAÇÃO AT/T AT/BT AT/T TENSÃO DE ENSAIO (V) 5.000 5.000 500 25,5 ºC TEMPO DE ENSAIO 30'' 1' 2' 4' 6' 8' 10' 10.000 10.500 10.600 10.700 10.750 10.750 10.800 10.525 10.625 10.725 10.725 10.725 10.800 10.850 2.000 2.250 2.500 2.500 2.500 2.600 2.650 I.A 1,05 1,01 1,13 I.P 1,03 1,02 1,18 Obs.:Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Índice de absorção Valor do índice de absorção, calculado segundo formula abaixo: IA=R1’/R30” Exemplo: IA(AT/T) = 10.500/10.000 IA = 1,05 139 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Índice de Polarização (CC, também conhecido como "IP"): É executado para medir quantitativamente a habilidade da isolação em se polarizar. Quando um isolante se polariza, os bipolos elétricos distribuídos no isolante se alinham com o campo elétrico aplicado. Como as moléculas se polarizam, uma corrente de polarização (também chamada de corrente de absorção), é desenvolvida e adicionada à corrente de fuga. O índice de polarização geralmente é efetuado na mesma tensão do teste de resistência de isolação e leva 10 minutos para ser completado. O valor IP é calculado dividindo-se a resistência de isolação para 10 minutos pela resistência para 1 minuto. Em geral, isolações em boas condições apresentarão altos valores IP, enquanto baixos valores IP representarão isolações danificadas ou comprometidas. Deve se tomar algum cuidado quando testando motores com novos e modernos materiais de isolação que não polarizam, que apresentarão portanto baixa corrente de polarização e conseqüente baixo valor IP. Note que nesse caso, apesar de IP ser baixo, a isolação pode perfeitamente estar adequada, como discutido na norma IEEE 43-2000 Procedimento para cálculo do índice de polarização Aplicar a tensão de ensaio durante 10 minutos e efetuar a medição da resistência. Calcular o índice de polarização conforme formula abaixo: IP= R10´/R1” Exemplo: IP (AT/T) = 10.800/10.500 IP = 1,03 Onde : IP = Índice de polarização ( adimensional); R1 = Resistência de isolamento medida durante 1 minuto; R10 = Resistência de isolamento medida durante 10 minutos. Comparar os valores de resistência de isolamento estabelecidos pela tabela abaixo: Resistência ôhmica dos enrolamentos Código manutenção preventiva: 1.1.18.5 Código comissionamento: 3.1.18.6 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de espiras em curto-circuito, conexões e contatos em condições precárias. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os enrolamentos. 140 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ENROLAMENTOS RESISTÊNCIA OHMICA (mΏ) TEMP. AMB.: ºC LADO SECUNDÁRIO X1-X2 100 CIRCUITO D X2-X3 X3-X1 101 102 MÉDIA 101,000 X1-X0 CIRCUITO Y X2-X0 X3-X0 MÉDIA 0,000 Obs. medição de resistência ôhmica de enrolamentos deverá seguir a seguinte regra: TC's indicada em mΏ (mili Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido. Fator de potência Código manutenção preventiva: 1.1.18.7 Código comissionamento: 3.1.18.7 É rotina a medição periódica do “fator de potência” ou do “fator de perdas” do isolamento dos equipamentos elétricos, para avaliação do seu comportamento ao longo dos anos ou constatação de avarias iminentes. O isolamento será tão mais perfeito quanto menor for o seu fator de potência ou seu fator de perdas. Finalidade do ensaio: Acompanhamento da variação dos parâmetros dielétricos devido a umidade, calor, ionização (corona), vibrações, choques mecânicos, sobrecargas, etc, em equipamentos já instalados; Localização de trincas, perfurações e outros defeitos similares em isoladores. Determinação da homogeniedade de parâmetros em linhas de produção. Parâmetros que podem ser determinados: Perdas dielétricas (watts); Capacitância; Resistência em CA; Corrente total em mA. Testes elétricos da instrumentação e acessórios Código manutenção preventiva: 1.1.18.6 Código comissionamento: 3.1.18.8 Secador de ar( Desumidificador ) A fim de manter elevados índices dielétricos do líquido isolante dos transformadores, secam o ar aspirado que flui para a parte interna dos transformadores. O secador é composto por um recipiente metálico ,sílica gel(agente secador) e uma câmara de óleo que tem a função de isolar o agente da atmosfera. A necessidade de utilização desse acessório é o fato da depreciação do óleo isolante fenômeno acontece pois durante o funcionamento normal do transformador o óleo aquece e dilata , quando a carga diminui por exemplo ele resfria ocasionando umidade subtraída pela sílica gel através do desumidificador. 141 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Para identificação do nível de umidade utilizar a tabela abaixo: Cor Coloração laranja Coloração amarela Coloração amarela clara Estado Sílica gel – Seca Sílica gel com aproximadamente 20 % de umidade absorvida. Sílica gel com 100% de umidade absorvida (saturada) Relé de Gás (Tipo Buchholz) Finalidade de proteger o transformador por perda de óleo, descargas internas, isolação defeituosa dos enrolamentos, do ferro ou a mesmo contra a terra. Caso o alarme atue sem o desligamento do transformador deve-se desligá-lo e após realizar o teste do gás. a) gás combustível (presença de acetileno); nesse caso provavelmente a um defeito a ser reparado na parte elétrica. b)gás incombustível(sem acetileno): Temos ar puro nesse caso o trafo pode ser energizado novamente, após a desaeração(sangria do rele) Caso seja constatado alguma anormalidade em um dos itens acima indicar no campo observações do protocolo de ensaios. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.16.8 Código comissionamento: 3.1.15.9 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido: LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. mmm) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); nnn) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); ooo) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); ppp) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: uu) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; vv) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; 142 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 ww) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; xx) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner.......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.15.10 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: Medições deverão ser efetuadas somente com os circuitos desenergizados 143 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Relé de proteção Conceitos Básicos: Extraído do Livro Proteção de sistemas elétricos, editora interciência, autores: Carlos André S. Araújo, José Roberto R Cândido, Flavio Câmara de Sousa, Marcos Pereira Dias. Definição O relé de proteção é um dispositivo destinado a detectar anormalidades no sistema elétrico, atuando diretamente sobre um equipamento ou um sistema, retirando de operação os equipamentos /componentes envolvidos com a anormalidade, acionando circuitos de alarme quando necessário.Por outro lado, também pode ser elemento que , satisfeitas certas condições de normalidade irá dar a permissão para a energização de um equipamento ou de um sistema. Finalidade São Funções dos reles de proteção: Medir as grandezas atuantes; Comparar os valores medidos com os valores dos ajustes aplicados; Operar (ou não) em função do resultado dessa comparação; Acionar a operação de disjuntores ou de reles auxiliares; Sinalizar sua atuação via indicador de operação visual e/ou sonoro. Estrutura Física O relé consiste basicamente de um elemento de operação e um jogo de contatos.O elemento de operação recebe a informação de corrente e/ ou tensão através dos transformadores de instrumentos (TC´s/TP´s), compara a grandeza medida com um ajuste pré estabelecido e transforma o resultado num movimento dos contatos se necessário.No caso de um equipamento em situação de defeito, os contatos do rele mudam de posição desencadeando o processo para isolação do elemento em curto, interrompendo o fluxo de corrente para aquele elemento.Normalmente o rele possui uma forma visual de indicar a função que operou. Tabela ANSI Nº . Denominação 01. Elemento Principal 02. Função de partida / fechamento temporizado 03. Função de verificação ou interbloqueio 04. Contator principal 05. Dispositivo de interrupção 06. Disjuntor de partida 07. Disjuntor de anodo 08. Dispositivo de desconexão da energia de controle 09. Dispositivo de reversão 10. Chave de sequência das unidades 11. Reservada para futura aplicação 12. Dispositivo de sobrevelocidade 13. Dispositivo de rotação síncrona 14. Dispositivo de subvelocidade 15. Dispositivo de ajuste ou comparação de velocidade ou frequência 16. Reservado para futura aplicação 17. Chave de derivação ou descarga 18. Dispositivo de aceleração ou desaceleração 144 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 19. Contator de transição partida-marcha 20. Válvula operada elétricamente 21. Relé de distância 22. Disjuntor equalizador 23. Dispositivo de controle de temperatura 24. Relé de sobreexcitação ou Volts por Hertz 25. Relé de verificação de Sincronismo ou Sincronização 26. Dispositivo térmico do equipamento 27. Relé de subtensão 28. Reservado para futura aplicação 29. Contator de isolamento 30. Relé anunciador 31. Dispositivo de excitação 32. Relé direcional de potência 33. Chave de posicionamento 34. Chave de sequência operada por motor 35. Dispositivo para operação das escovas ou curto-circuitar anéis coletores 36. Dispositivo de polaridade 37. Relé de subcorrente ou subpotência 38. Dispositivo de proteção de mancal 39. Reservado para futura aplicação 40. Relé de perda de excitação 41. Disjuntor ou chave de campo 42. Disjuntor/ chave de operação normal 43. Dispositivo de transferência manual 44. Relé de sequência de partida 45. Reservado para futura aplicação 46. Relé de desbalanceamento de corrente de fase 47. Relé de sequência de fase de tensão 48. Relé de sequência incompleta/ partida longa 49. Relé térmico 50. Relé de sobrecorrente instantâneo 51. Relé de sobrecorrente temporizado 52. Disjuntor de corrente alternada 53. Relé para excitatriz ou gerador CC 54. Disjuntor para corrente contínua, alta velocidade 55. Relé de fator de potência 56. Relé de aplicação de campo 57. Dispositivo de aterramento ou curto-circuito 58. Relé de falha de retificação 59. Relé de sobretensão 60. Relé de balanço de tensão/ queima de fusíveis 61. Relé de balanço de corrente 62. Relé temporizador 63. Relé de pressão de gás (Buchholz) 64. Relé de proteção de terra 65. Regulador 66. Relé de supervisão do número de partidas 67. Relé direcional de sobrecorrente 68. Relé de bloqueio por oscilação de potência 69. Dispositivo de controle permissivo 70. Reostato elétricamente operado 71. Dispositivo de detecção de nível 72. Disjuntor de corrente contínua 73. Contator de resistência de carga 74. Função de alarme 145 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 75. Mecanismo de mudança de posição 76. Relé de sobrecorrente CC 77. Transmissor de impulsos 78. Relé de medição de ângulo de fase/ proteção contra falta de sincronismo 79. Relé de religamento 80. Reservado para futura aplicação 81. Relé de sub/ sobrefrequência 82. Relé de religamento CC 83. Relé de seleção/ transferência automática 84. Mecanismo de operação 85. Relé receptor de sinal de telecomunicação 86. Relé auxiliar de bloqueio 87. Relé de proteção diferencial 88. Motor auxiliar ou motor gerador 89. Chave seccionadora 90. Dispositivo de regulação 91. Relé direcional de tensão 92. Relé direcional de tensão e potência 93. Contator de variação de campo 94. Relé de desligamento 95 à 99. Usado para aplicações específicas COMPLEMENTAÇÃO DA TABELA ANSI 50N-sobrecorrente instantâneo de neutro 51N-sobrecorrente temporizado de neutro (tempo definido ou curvas inversas) 50G-sobrecorrente instantâneo de terra (comumente chamado 50GS) 51G-sobrecorrente temporizado de terra (comumente chamado 51GS e com tempo definido ou curvas inversas) 50BF-relé de proteção contra falha de disjuntor (também chamado de 50/62 BF) 51Q-relé de sobrecorrente temporizado de seqüência negativa com tempo definido ou curvas inversas 51V-relé de sobrecorrente com restrição de tensão 51C-relé de sobrecorrente com controle de torque 59Q-relé de sobretensão de seqüência negativa 59N-relé de sobretensão residual ou sobretensão de neutro (também chamado de 64G) 64-relé de proteção de terra pode ser por corrente ou por tensão. Os diagramas unifilares devem indicar se este elemento é alimentado por TC ou por TP, para que se possa definir corretamente. Se for alimentado por TC, também pode ser utilizado como uma unidade 51 ou 61. Se for alimentado por TP, pode-se utilizar uma unidade 59N ou 64G. A função 64 também pode ser encontrada como proteção de carcaça, massa-cuba ou tanque, sendo aplicada em transformadores de força até 5 MVA. 67N-relé de sobrecorrente direcional de neutro (instantâneo ou temporizado) 67G-relé de sobrecorrente direcional de terra (instantâneo ou temporizado) 67Q-relé de sobrecorrente direcional de seqüência negativa. Proteção Diferencial - ANSI 87: O relé diferencial 87 pode ser de diversas maneiras: 87T-diferencial de transformador (pode ter 2 ou 3 enrolamentos) 87G-diferencial de geradores; 87GT-proteção diferencial do grupo gerador-transformador 87B-diferencial de barras. Pode ser de alta, média ou baixa impedância. Pode-se encontrar em circuitos industriais elementos de sobrecorrente ligados num esquema diferencial, onde os TC´s de fases são somados e ligados ao relé de sobrecorrente. Também encontra-se um esquema de seletividade lógica para realizar a função diferencial de barras. 146 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 87M-diferencial de motores - Neste caso pode ser do tipo percentual ou do tipo autobalanceado. O percentual utiliza um circuito diferencial através de 3 TC´s de fases e 3 TC´s no neutro do motor. O tipo autobalanceado utiliza um jogo de 3 TC´s nos terminais do motor, conectados de forma à obter a somatória das correntes de cada fase e neutro. Na realidade, trata-se de um elemento de sobrecorrente, onde o esquema é diferencial e não o relé. Principais configurações de cabos de comunicação: Através da interface (software) e notebook, com um cabo de comunicação especifico de acordo com o modelo e fabricante do rele , podemos estabelecer a comunicação com equipamento. Abaixo seguem principais cabos, duvidas consultar manual do fornecedor. Siemens e SEL Conector DB9 SEL 147 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Siemens Jumper`s DB9 Macho, 7 com 8 ; DB9 Femêa – 7 com 8 e 4 com 6; Para linha Siemens, do 7SJ80 utilizar o seguinte cabo USB: ABB Modelos antigos cabo óptico (específico) 148 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Modelos atuais cabo ethernet Plugs RJ 45 Schneider Electric (cabo específico) GE ( 489 , MIFII, F650 , 469) Conector DB9 149 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Principais softwares Para parametrização devemos utilizar os softwares específicos para cada equipamento, abaixo segue os principais, duvidas consultar o manual do fornecedor. Siemens Aplicativo : Digsi ( para todas as linhas de reles) Baixar Drivers de atualizações de filmware no seguinte Site: http://siemens.siprotec.de/download_neu/index_e.htm GE Aplicativo : Para cada rele utilizar o software correspondente do modelo Link para download dos softwares: http://www.gedigitalenergy.com/multilin/software/index.htm link para download manuais http://www.gedigitalenergy.com/multilin/manuals/index.htm ABB Aplicatico : Para linha xxxx ,utilizar CAP505 e linha xxxxx PCM600 Schneider Electric Aplicativo : Para linha Sepam utilizar SFT2841 Link para download dos software: http://www.schneider-electric.com.br/sites/brasil/pt/geral/pesquisa/resultado-dapesquisa.page?URL=http://search.schneiderelectric.com/stepIW/portlets/AutonomyGlobalSearch.jsp%253FLanguage=pt%2526Country= br%2526lancer=oui%2526autnmQueryBis=sepam 150 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.19xx 30 min(SC) Inspeção visual 3.1.19xx Horas estimadas 30 min(SC) Loop test 1.1.19xx 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.19xx 30 min(SC) Parametrizações 1.1.19xx 2 horas(SC) 3.1.19xx 2 horas(SC) Ensaio de funções Relatório técnico Outros (especificar) 1.1.19xx 2 horas(SC) Verificação das interligações e aterramento Ensaio de funções 3.1.19xx 2 horas(SC) 1.1.19xx 1.1.19xx Xxx Xxx Parametrização Relatório técnico 3.1.19xx 3.1.19xx 3 horas(SC) Xxx As built 3.1.19xx Xxx Outros (especificar) 3.1.19xx Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Rele de proteção Inspeção Visual - Identificação; - Conexões; - Blindagem/Aterramento. Instrumentação - Multímetro digital - Mala de corrente Trifásica - mala de corrente monofásica 151 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens Figura 1 Figura 2 figura 3 Figura 1 – Rele eletromecânico; Figura 2 e 3 – Reles microprocessados, fornecedor GE. Métodos de ensaios Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados do rele a ser ensaiado, executando o preenchimento no respectivo protocolo. Cabeçalho DRTS 6 ( Isa) O b s e r v a ç õ e s : a ) T 152 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 a) todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.: deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades, sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Figura 1 Figura 2 Figura 1 e 2 – defeito proveniente, da falta de reaperto nas conexões de corrente. Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. 153 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Loop test Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Após os testes das funções, no cubículo sob ensaio , aplicar uma corrente com a mala monofásica em cada transformador de corrente , o disjuntor deve estar na posição teste . Comprovamos a efetividade se o Disjuntor abrir , caso contrario os ajustes deveram ser verificados. Parametrizações Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Parametrizar o relé de acordo com o estudo de seletividade Exemplo: CUBÍCULO C3 - RESERVA - 13,8 kV CIRCUITO DISPOSITIVO TIPO DISJUNTOR 67/67-TOC 7SJ6225 SIEMENS DISPONIBILIDADE AJUSTE 17,5 kV – 1250 A FCT 67/67: ON/OFF OFF FCT 67N/67N: ON/OFF ON/OFF ON/OFF FCT 59: ON/OFF/Alarm Only FCT 27: ON/OFF/Alarm Only FCT 46: ON/OFF FCT 48/66: ON/OFF FCT 81 O/U: ON/OFF FCT 49: ON/OFF Sens. Grd Fault:ON/OFF OFF OFF OFF OFF OFF OFF OFF OFF OFF OFF Interm. EF: ON/OFF FCT 79: ON/OFF FCT 50BF: ON/OFF 400 - 5A, 10B200 50 - 5A, 10B20 13,8- 0,115 kV OFF OFF OFF CABO POR FASE MANUAL V4.6 C53000G1179C147-1 3Q01 67N/67N-TOC COLDLOAD 501Ph 59 27 46 48/66 81 49 64,67N(s),50N(s) 51N(s) 51GF 79 50BF TC TC-GS TP - Ensaio de funções Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) De preferência utilizar a mala de corrente trifásica, ensaiar o equipamento de acordo com as Funções existentes. Abaixo seguem a definição de algumas. ANSI 12 – Sobrevelocidade Detecção de sobrevelocidades da máquina, baseada na velocidade calculada por medição do tempo entre os pulsos, para detectar o descontrole de geradores síncronos provocado pela perda de sincronismo ou para controle de processo, por exemplo. 154 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 ANSI 25 - Sincronismo Permite o fechamento do disjuntor caso as tensões em seus pólos possuam aproximadamente o mesmo módulo, fase e freqüência. ANSI 27 - Subtensão Proteção contra queda de tensão ou detecção da rede anormalmente baixa para disparar a rejeição automática da carga ou a transferência da fonte. ANSI 40 – Perda de excitação Proteção contra perdas de excitação nas máquinas síncronas, baseada no cálculo de impedâncias de seqüências positivas nos terminais da máquina ou do transformador no caso de unidades transformador máquina. ANSI 50 – sobrecorrente instantâneo Opera ( em poucos ciclos) quando o valor da corrente excede certo limite. ANSI 51 – Sobrecorrente temporizado e instantâneo (51) Opera quando o valor de corrente exceder o ajuste após um tempo pré-determinado. ANSI 59 – Sobretensão Detecção de uma tensão da rede anormalmente elevada ou verificação de presença de tensão suficiente para permitir uma transferência de fontes. ANSI 67 – Direcional de sobrecorrente de fase Proteção contra curto circuitos de fase – fase, com trip seletivo em função da direção da corrente de falha ANSI 81 – Subfrequência Opera quando a freqüência cai a determinado valor ajustado no relé. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo); Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. As malas de corrente trifásica TOM593/2 e DRST6, geram automaticamente o relatório. Obs.: utilizar notebook para comunicação com os reles microprocessados e malas trifásicas 155 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido CAMPO DRTS 6 ( Isa) 156 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 As Built Código comissionamento: 3.1.19xx (consultar lista de códigos e tempo) Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. OBS.: N/C. 157 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Regulador de Tensão Conceitos Básicos: O regulador de tensão é um dispositivo eletroeletrônico que controla do nível de tensão terminal do gerador, e esta localizado no painel de excitação. No painel de excitação encontram-se também todos os elementos necessários para excitar o gerador (contator de campo, disjuntores auxiliares, ponte tiristorizada, etc..). O modo operacional necessário para obter tensão terminal no gerador se faz da seguinte forma: Liberar acionador (turbina ou motor) até a rotação nominal. Nesta condição o gerador ainda não esta gerando. Excitar o gerador pela mesa de comando ou painel de excitação. Nesta condição, o regulador não está recebendo sinal de tensão do transformador de medição, logo, o regulador de tensão entende que deve ser fornecida uma tensão contínua inicial, por um curto período de tempo, através de uma unidade retificadora. Após o escorvamento, a tensão terminal do gerador irá aumentar aos poucos, até atingir a tensão nominal. Gerador excitado. Nestas condições o AVR (regulador automático de tensão) receberá sinal do TP (transformador) de medição para controlar o nível de tensão terminal do gerador, e sinal do TE (transformador) de excitação para fornecer tensão contínua para o circuito de potência do AVR. O AVR fornece tensão continuamente para o campo da excitatriz do gerador. Fechar Disjuntor. Após a excitação do gerador, o disjuntor poderá ser fechado para liberar o Fornecimento de energia. Esquema elétrico do sistema de excitação 158 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Softwares Reivax Modelo SN2000D Comunicação: DB9 fêmea – fêmea Utilizar hard key Sem a utilização desse acessório não é possível comunicação com os equipamentos. ABB Unitrol 1000 159 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas 30 min(SC) Inspeção visual Inspeção visual Horas estimadas 30 min (SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1h30min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1 hora (SC) Inspeção nos componentes e testes preliminares Ensaio nos equipamentos existentes Testes funcionais em todos os circuitos Relatório técnico 1 hora (SC) Verificação das interligações e aterramento 1 hora (SC) 4 horas (SC) Continuidade Elétrica 1 hora (SC) 2 horas (SC) Ensaio nos equipamentos existentes 2 horas (SC) Xxx Testes funcionais 4 horas (SC) Outros (especificar) Xxx Relatório técnico Xxxx As built Xxx Outros (especificar) Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Regulador de Tensão Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Instrumentação - Multímetro digital - Termohigrometro - variador de tensão trifásico 160 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Figura 1 Figura 2 Figura 1 – Regulador de tensão analógico Figura 2 – Regulador de tensão Digital 161 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Diagramas Sinertrol 2000 ( analógico) Respectivamente: L1 -2 , L1-3 e L1- 1 162 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Diagrama SN2000D (Digital) 163 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Simbologias: Diagrama unifilar Sistema com PPE, KN01, KS01 e TG01 Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.21.1 Código comissionamento: 3.1.28.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio, para PPE´s não temos um protocolo especifico, apontar as atividades no relatório diário de obra. Os ensaios pertinentes aos equipamentos específicos, encontrados dentro do PPE devem ser preeenchidos nos respectivos protocolos de ensaios correspondentes. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.21.2 Código comissionamento: 3.1.28.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento. Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.28.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Inspeção nos componentes e testes preliminares Código manutenção preventiva: 1.1.21.3 Verificação em todos os componentes do PPE, afim de encontrar algum indicio de falha. Exemplo: contatores com contatos colados, sinaleiros com indicador queimado, chaves comutadoras com problemas mecanicos. Continuidade elétrica Código comissionamento: 3.1.28.4 Com o auxilio de um multímetro digital ou analógico na escala de resistência verificar todos os pontos dos circuitos. Ensaio nos equipamentos existentes Código manutenção preventiva: 1.1.21.4 Código comissionamento: 3.1.28.5 Todos equipamentos, sincronizador, regulador de tensão,transdutores e afins devem ser ensaiados seguindo o correspondente manual de procedimentos. Testes Funcionais Código manutenção preventiva: 1.1.21.5 164 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Código comissionamento: 3.1.28.6 Testes em todos os circuitos CC, CA, circuito de tensão, corrente e circuitos auxiliares. Verificação de acordo com o equipamento. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.21.6 Código comissionamento: 3.1.28.7 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados nos equipamentos existentes e apontar o laudo. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. qqq) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); rrr) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); sss) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); ttt) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomados). As Built Código comissionamento: 3.1.28.8 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: Medições deverão ser efetuadas somente com os circuitos desenergizados 165 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Inversor de Freqüência Conceitos Básicos: O inversor de freqüência é um equipamento eletrônico desenvolvido para variar a velocidade de motores de indução trifásico. Este sistema de variação continua de velocidade, proporcionam, entre outras, as seguintes vantagens: • Melhoramento do desempenho de máquinas e equipamentos, devido a adaptação da velocidade a os requisitos do processo • Elimina o pico de corrente na partida do motor • Reduz a freqüência de manutenção dos equipamentos • Etc. 166 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 O inversor de freqüência trabalha retificando a rede, filtrando e aplicando a uma ponte de IGBTs.Esses são chaveamentos em freqüência de até 16 kHz. O equipamento controla não somente a partida do motor, mas é capaz de variar sua velocidade de modo a manter o torque constante, através do que chamamos curva V/f. Obs.: Um inversor pode substituir sempre um softstarter, mas o contrario não é verdadeiro. Comissionamento Definições/ Códigos/ Estimativa de horas Atividades: comissionamento Código Horas estimadas Inspeção visual 3.1.22.1 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.22.2 30 min(SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.22.3 1 hora(SC) Ensaios 3.1.22.4 1 hora(SC) Parametrização 3.1.22.5 1 hora(SC) Relatório técnico 3.1.22.6 Xxxx As built 3.1.22.7 Xxxx Outros (especificar) 3.1.22.8 Xxxx 167 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Legenda: SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Inversor de freqüência Inspeção Visual - Fixação; Identificação dos dados da placa; Aterramento; Cabos e Conexões. Instrumentação - Multímetro digital - Termohigrometro Imagens: Simbologias: Unifilar Trifilar 168 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de comissionamento. Inspeção visual Código comissionamento: 3.1.22.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento e verificar se o mesmo é compatível com a tensão da rede. Verificar as conexões e se a corrente e tensão do motor estão de acordo com o inversor. Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2010 PROTOCOLO DE ENSAIOS EM INVERSORES Cliente: Siner Local: ETA Equipamento:CCM 1 Dados nominais de entrada V Freqüência: 50/60 Tensão: 380..480 Dados nominais de saída V Freqüência:0..170/204 Tensão: 0...rede Hz Hz Marca:Weg Modelo:CFW090030T3848PSZ Nº. de fabricação:173755 Revisão de Hardware: R00 Módulo de comunicação: --Ano de Fabricação: 12/04/00 TAG: U1 Limpeza e reaperto em todas as Conexões Código comissionamento: 3.1.22.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como por exemplo aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.22.3 169 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Ensaios Código comissionamento: 3.1.22.4 Desacople o motor para evitar possíveis danos a maquina, caso o motor gire no sentido inverso. Se o motor não pode ser desacoplado, tenha certeza que o giro em qualquer direção (horário/anti-horario) não cause danos à maquina ou risco pessoais. Verificar o funcionamento dos comandos, sinalizações e comunicação. Campo a ser preenchido: Conforme Não conforme Sinaliazações Aterramento Conforme Não conforme Comando Comunicação Parametrização Código comissionamento: 3.1.22.5 A parametrização deve ser efetuada de acordo com o projeto corresponde a partida ( entradas, saídas) A maioria dos inversores, possuem a opção de comissionamento rápido onde os principais ajustes são: 1) corrente nominal do motor (A): a partir dos dados de placa; 2) tensão nominal do motor: nominal de placa do motor deve ser checada, verificando o fechamento da configuração estrela / triângulo. (Certificando que coincide com a ligação na caixa de terminais do motor); 3) Potência nominal do motor: a partir dos dados de placa; 4) Cos φ nominal do motor: fator de potência nominal de motor; 5) Eficiência nominal do motor: Rendimento nominal do motor em (%) a partir dos dados de placa; 6) Freqüência nominal do motor: a partir dos dados de placa; 7) Velocidade nominal do motor: RPM a partir dos dados de placa; 8) Resfriamento do motor: Selecionar o sistema de resfriamento do motor a ser utilizado 9) Fator de sobrecarga do motor: em % 10) Freqüência mínima: Ajusta a freqüência mínima na qual o motor irá funcionar independente do setpoint de freqüência. 11) Freqüência máxima: Ajusta a freqüência máxima na qual o motor irá funcionar independente do setpoint de freqüência. 12) Tempo de aceleração: Ajusta a rampa de aceleração em segundos , tempo decorrido para o motor acelerar a partir do repouso até a freqüência máxima 13) Tempo de rampa de desaceleração: Ajusta rampa de desaceleração em segundos, tempo decorrido para o motor desacelerar a partir da freqüência máxima. Podendo variar de acordo com fabricante do equipamento, essas configurações são mediantes a interface homem máquina do equipamento (IHM) Anotar os parâmetros do motor assim como os ajustes da proteção após parametrização nos respectivos campos do protocolo. 170 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 PARÂMETROS DO MOTOR 01 02 03 04 05 06 07 08 09 Item Corrente nominal Tensão nominal Potência nominal Cos φ nominal Eficiência nominal Freqüência nominal Velocidade nominal Refrigeração Fator de sobrecarga Valor setado Unid. A V W – % Hz RPM – % Laudo AJUSTES DAS PROTEÇÕES 01 02 03 04 Freqüência Mínima Freqüência Máxima Tempo de aceleração Tempo de desaceleração Hz Hz s s As Built Código comissionamento: 3.1.22.7 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. 171 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Softstarter Conceitos Básicos: Consiste em reduzir a tensão de partida, através do deslocamento do ângulo de disparo de uma ponte tiristorizada.Sua função é, apenas e tão somente, controlar o motor no instante da partida. Após isto, a rede elétrica é conectada diretamente ao motor.Todo processo acontece em 60 Hz. Os softstarters podem variar muito em desempenho e preço. Podemos encontrar o mais elementar de todos, onde apenas uma fase é controlada, e não há feed-back no processo (malha aberta), até equipamentos de malha fechada e pontes totalmente controladas. Nesses casos, o dispositivo tem sua própria IHM. A escolha por outro lado não depende da sofisticação que o processo exige, mas sim pela relação custo/beneficio. Comissionamento Definições/ Códigos/ Estimativa de horas Atividades: comissionamento Código Horas estimadas Inspeção visual 3.1.23.1 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.23.2 30 min(SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.23.3 1 hora(SC) Ensaios 3.1.23.4 1 hora(SC) Parametrização 3.1.23.5 1 hora(SC) Relatório técnico 3.1.23.6 Xxxx As built 3.1.23.7 Xxxx Outros (especificar) 3.1.23.8 Xxxx Legenda: SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Softstarter Inspeção Visual - Fixação; Identificação dos dados da placa; Aterramento; Cabos e Conexões. Instrumentação - Multímetro digital 172 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Imagens: Métodos de comissionamento. Inspeção visual Código comissionamento: 3.1.23.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento e verificar se o mesmo é compatível com a tensão da rede. Verificar as conexões do motor e se a corrente e tensão do motor estão de acordo com o inversor. 173 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Limpeza e reaperto em todas as Conexões Código comissionamento: 3.1.23.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.23.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Ensaios Código comissionamento: 3.1.23.4 Desacople o motor para evitar possíveis danos a maquina, caso o motor gire no sentido inverso. Se o motor não pode ser desacoplado, tenha certeza que o giro em qualquer direção (horário/anti-horario) não cause danos à maquina ou risco pessoais. Parametrização Código comissionamento: 3.1.23.5 A parametrização deve ser efetuada de acordo com o projeto corresponde a partida ( entradas, saídas) A maioria dos inversores possuem a opção de comissionamento rápido onde os principais ajustes são: 1) corrente nominal do motor (A): a partir dos dados de placa; 2) tensão nominal do motor: nominal de placa do motor deve ser checada, verificando o fechamento da configuração estrela / triângulo. (Certificando que coincide com a ligação na caixa de terminais do motor); 3) Potência nominal do motor: a partir dos dados de placa; 4) Cos φ nominal do motor: fator de potência nominal de motor; 5) Eficiência nominal do motor: Rendimento nominal do motor em (%) a partir dos dados de placa; 6) Freqüência nominal do motor: a partir dos dados de placa; 7) Velocidade nominal do motor: RPM a partir dos dados de placa; 8) Resfriamento do motor: Selecionar o sistema de resfriamento do motor a ser utilizado 9) Fator de sobrecarga do motor: em % 10) Freqüência mínima: Ajusta a freqüência mínima na qual o motor irá funcionar independente do setpoint de freqüência. 11) Freqüência máxima: Ajusta a freqüência máxima na qual o motor irá funcionar independente do setpoint de freqüência. 12) Tempo de aceleração: Ajusta a rampa de aceleração em segundos , tempo decorrido para o motor acelerar a partir do repouso até a freqüência máxima 13) Tempo de rampa de desaceleração: Ajusta rampa de desaceleração em segundos, tempo decorrido para o motor desacelerar a partir da freqüência máxima. Podendo variar de acordo com fabricante do equipamento, essas configurações são mediantes a interface homem máquina do equipamento (IHM) 174 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 As Built Código comissionamento: 3.1.23.7 Quando verificado alguma anormalidade ( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. 175 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Transformador de Excitação Conceitos Básicos: Utilizado com a finalidade de realimentar o Regulador de tensão (AVR) normalmente encontrado no cubículo de Surto. Pode ser construído em líquido isolante ou a seco dependendo das condições da instalação. Quanto a Ligação pode-se considerar qualquer tipo de ligação, entretanto a delta – estrela, ∆ do lado da ponte, apresenta vantagem de não propagar harmônicos para o lado primário. A utilização de transformador de excitação trifásico ao invés de 3 transformadores monofásicos é preferível devido ao menor preço do trifásico e da montagem e interligações serem mais simples e de menor custo. O transformador de excitação não é necessário quando: Tivermos como fonte de alimentação, da ponte conversora, uma máquina elétrica auxiliar trifásica com tensão de saída compatível com a tensão de excitação da máquina principal. No caso de excitação brushless, cuja energia para a ponte retificadora é usualmente alimentada pelos serviços auxiliares CA, CC ou bateria. Nos sistemas de excitação com excitatrizes rotativas CC ( principal mais auxiliares) Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Comissionamento Código Horas estimadas Inspeção visual 3.1.24.1 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.24.2 30 min(SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.24.3 30 min(SC) Relação de transformação 3.1.24.4 1 hora (SC) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.24.5 1 hora (SC) Resistência Ôhmica de enrolamentos 3.1.24.6 1 hora (SC) Relatório técnico 3.1.24.7 Xxxx As built 3.1.24.8 Xxxx Outros (especificar) 3.1.24.9 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando 176 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE EXCITAÇÃO Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Isoladores. Instrumentação - Meghometro analógico ou digital - Microhmimetro - TTR(medidor de relação de transformação) - Multímetro digital - Termohigrometro Imagens: Simbologias: Unifilar KS02 componente TE01 de 13,8 kV para 0,115 corresponde ao transformador de excitação. 177 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Inspeção visual Código comissionamento:3.1.24.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE ENSAIOS EM TRANSFORMADOR EXCITAÇÃO Cliente: SINER Local: Carapicuíba Equipamento: Marca: Nº. de Fabricação: Ano de Fabricação: Número de Tab.: SN090001 Fl.: 01/02 Data: 01/01/2009 Tipo: Grupo de Lig.: Impedância: Potência Nominal: Corrente Nominal: Tensão Nominal: kVA A V Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN090001, onde SN (Siner), 09 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos Transformadores de excitação, deve-se verificar, se não há trincas. Os terminais primários, secundários e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código comissionamento: 3.1.24.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou 178 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.24.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Relação de Transformação Código comissionamento: 3.1.24.4 Este ensaio consiste em verificar a relação de transformação do equipamento. Utilizando um medidor de relação de transformação TTR digital ou analógico. Conectam-se as garras do instrumento nos enrolamentos primário e secundário e efetua-se a leitura. Representação de ensaio com TTR analógico Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Teste 61,0000 H1-H2 X0-X2 62,0000 (%) 1,64 H2-H3 X0-X3 63,2000 (%) 3,61 H3-H1 X0-X1 64,0000 (%) 4,92 Observação :Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Calculado)-1)x100 Exemplo de cálculo: 179 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Para relação calculada utilizamos os dados de placa do Transformador de excitação através de P/S obtemos assim Aplicando na equação do desvio ((62,0000/61,0000)-1)*100 = 1,64 % Tabela de conexões polifásicas Resistência ôhmica de isolamento Código comissionamento: 3.1.24.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento entre enrolamentos ou massa e enrolamentos. sob ensaio, seja 180 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Utilizando um megohmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde a norma nas seguintes posições : enrolamento primário(AT) contra Massa(T) , enrolamento primário(AT) contra enrolamento secundário (BT) e enrolamento secundário (BT) contra massa(T). Exemplo de posicionamento para a posição Alta para terra (massa) Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO (MΩ) TEMP. AMB.: RELAÇÃO AT/T AT/BT AT/T TENSÃO DE ENSAIO (V) 5.000 5.000 500 25,5 ºC TEMPO DE ENSAIO 30'' 1' 2' 4' 6' 8' 10' 10.000 15.000 15000 15000 15000 15000 20.000 10000 12000 13000 12000 12000 13000 22000 10000 10000 15000 12000 15000 13000 23000 I.A 1,50 1,20 1,00 I.P 1,33 1,83 2,30 Obs. Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Índice de absorção Valor do índice de absorção, calculado segundo formula abaixo: IA=R1’/R30” Índice de Polarização (CC, também conhecido como "IP"): É executado para medir quantitativamente a habilidade da isolação em se polarizar. Quando um isolante se polariza, os bipolos elétricos distribuídos no isolante se alinham com o campo elétrico aplicado. Como as moléculas se polarizam, uma corrente de polarização (também chamada de corrente de absorção), é desenvolvida e adicionada à corrente de fuga. O índice de polarização geralmente é efetuado na mesma tensão do teste de resistência de isolação e 181 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 leva 10 minutos para ser completado. O valor IP é calculado dividindo-se a resistência de isolação para 10 minutos pela resistência para 1 minuto. Em geral, isolações em boas condições apresentarão altos valores IP, enquanto baixos valores IP representarão isolações danificadas ou comprometidas. Deve se tomar algum cuidado quando testando motores com novos e modernos materiais de isolação que não polarizam, que apresentarão portanto baixa corrente de polarização e conseqüente baixo valor IP. Note que nesse caso, apesar de IP ser baixo, a isolação pode perfeitamente estar adequada, como discutido na norma IEEE 43-2000 Procedimento para cálculo do índice de polarização Aplicar a tensão de ensaio durante 10 minutos e efetuar a medição da resistência. Calcular o índice de polarização conforme formula abaixo: IP= R10/R1 Onde: IP = Índice de polarização ( adimensional); R1 = Resistência de isolamento medida durante 1 minuto; R10 = Resistência de isolamento medida durante 10 minutos. Comparar os valores de resistência de isolamento estabelecidos pela tabela abaixo: Resistência ôhmica dos enrolamentos Código comissionamento: 3.1.24.6 Os valores medidos em campo comparados com os valores do fabricante são indicadores de espiras em curto-circuito, conexões e contatos em condições precárias. O aparelho utilizado para execução desse ensaio é o microhmimetro, medição efetuada em paralelo com os enrolamentos. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ENROLAMENTOS RESISTÊNCIA OHMICA (mΏ) TEMP. AMB.: ºC LADO SECUNDÁRIO X1-X2 100 CIRCUITO D X2-X3 X3-X1 101 102 MÉDIA 101,000 X1-X0 xxx CIRCUITO Y X2-X0 X3-X0 xxx xxx MÉDIA xxx Obs. medição de resistência ôhmica de enrolamentos deverá seguir a seguinte regra: 182 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 TC's indicada em mΏ (mili Ohms), e os valores deverão sempre ter uma casa após a vírgula, independente do valor medido. Relatório Técnico Código comissionamento: 3.1.24.7 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. uuu) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); vvv) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); www) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); xxx) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: yy) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; zz) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; aaa) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; bbb) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner .......... Service .......... Eng. Responsável: Siner.......... As Built Código comissionamento: 3.1.24.8 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: Medições deverão ser efetuadas somente com os circuitos desenergizados 183 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Controlador de fator de potência Equipamento eletrônico responsável pelo controle do fator de potencia. A comutação dos estágios é baseada no valor médio do consumo de potência reativa pela carga durante o tempo de espera de comutação. Ela permite:Controlar o FP na presença de cargas com variação rápida,e pregar um tempo de espera de comutação maior e, por conseqüência, reduzir o número de comutações. Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento Comissionamento Código Horas estimadas Inspeção visual 3.1.25.1 30 min(SC) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.25.2 30 min(SC) Verificação das interligações e aterramento 3.1.25.3 1h(SC) Parametrização 3.1.25.4 1h(SC) Relatório técnico 3.1.25.5 Xxx As built 3.1.25.6 Xxx Outros(especificar) 3.1.25.7 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando 184 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Considerações e instrumentos a serem utilizados: Controlador de fator de potência Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados de placa Aterramento; Cabos e Conexões; Instrumentação - Multímetro digital - Termohigrometro Imagens: Métodos de ensaio Inspeção visual Código comissionamento: 3.1.25.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio. Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código comissionamento: 3.1.25.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento.Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas, utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.25.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Parametrização Código comissionamento: 3.1.25.4 185 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Através do levantamento de dados do TC, TP e FP desejado ajustarem o equipamento. Os passos a seguir foram extraídos do manual ABB (instalação e instruções de operação) A comutação dos estágios é baseada no valor médio do consumo de potência reativa pela carga durante o tempo de espera de comutação. Ela permite: • controlar o FP na presença de cargas com variação rápida, • empregar um tempo de espera de comutação maior e, por consequência, reduzir o número de comutações. Com base na demanda de potência reativa medida durante o tempo de espera de comutação, o RVC identifica o número de estágios a serem ativados. Em seguida, ele comuta automaticamente as maiores saídas primeiro para evitar comutações intermediárias desnecessárias. Durante a sequência de comutação, é introduzido um tempo de atraso de 12 segundos entre cada passo para evitar problemas com transientes e satisfazer às exigências da EMC. Quando é necessário desativar vários estágios, o controlador o faz de só uma vez, pois a desativação do capacitor é livre de transientes. A comutação circular estende a vida útil dos capacitores e dos contactores equilibrando o esforço de comutação entre todas as saídas. Modo AUTO • Os estágios são ativados e desativados automaticamente para alcançar o cos ϕ ajustado de acordo com a medida da corrente reativa, o parâmetro C/k, o tempo de espera de comutação,o número de saídas e o tipo de sequência. • O display LCD mostra o cos φ real. Modo MAN • Os estágios são ativadas e desativadas manualmente pressionando-se os botões + e -. • O display LCD mostra o cos φ real. Modo AUTO SET Ajuste automático dos parâmetros a seguir: • C/k: ajuste automático de sensibilidade. • PHASE: reconhecimento automático de conexão (incluindo terminais invertidos do TC e fase única). • DELAY: ajuste automático do tempo de espera de comutação para 40 s. • OUTPUT: reconhecimento automático do número de saídas. • SEQUENCE: reconhecimento automático do tipo de sequência. cos φ de destino padrão de fábrica: 1,00 Modo MAN SET Ajuste manual dos parâmetros a seguir: • COS φ: FP a ser atingido • C/k: sensibilidade do controlador de FP • PHASE: conexão da fase • DELAY: tempo de espera de comutação • OUTPUT: número de saídas • SEQUENCE: tipo de sequência COS φ É o fator de potência ajustado que o controlador de FP deve alcançar através da comutação dos estágios. O valor pode ser ajustado entre 0,70 indutivo e 0,70 capacitivo no modo de ajuste manual (MAN SET - COS φ). 186 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 O fator de potência alternativo (passivo ou regenerativo) poderá ser ativado, assim, quando o fluxo de potência é reverso (P<0) o fator de potência desejado será forçado ao nível unitário (FP = 1.0). C/k C/k é a sensibilidade do controlador de FP. Normalmente, esse parâmetro é ajustado para 2/3 da corrente do primeiro passo do capacitor. Ele representa o valor limite da corrente para o controlador de FP ativar ou desativar um estágio de capacitor. O C/k pode ser programado de 0,050 a 1,00. O valor pode ser ajustado automaticamente (AUTO SET) ou manualmente (MAN SET -C/k). Deslocamento de fase Se o RVC for conectado como foi demostrado no diagrama de conexões do controlador de FP, o deslocamento de fase será de 90° (ajuste padrão). O ajuste do deslocamento de fase pode ser feito automaticamente (AUTO SET) ou manualmente (MAN SET - PHASE). Sobretensão / Subtensão O usuário poderá ajustar os limites (máximo e mínimo) de tensão, de modo que o RVC desconectará todas as saídas caso os limites de tensão pré-ajustados sejam ultrapassados. Linear / circular A comutação linear segue o princípio de "primeira saída ligada, última saída desligada", e a comutação circular segue o princípio "primeira saída ligada, primeira saída desligada". O modo circular de comutação permite um tempo de vida-útil maior tanto para os capacitores como contatores, efetuando assim, a equalização (balanceamento) de operação de cada componente entre os demais (ajuste padrão). Tempo de espera de comutação O valor padrão do tempo de espera de comutação entre os estágios é 40 s. Esse valor pode ser programado de 1 s a 999 s. O ajuste do tempo de espera de comutação pode ser feito manualmente (MAN SET - DELAY). Saída Saída representa o número de saídas físicas e pode ser programado de 1 a 12 conforme o tipo de RVC. O ajuste da saída pode ser feito automaticamente (AUTO SET) ou manualmente (MAN SET - OUTPUT). Sequência As sequências de comutação permitidas pelos controladores RVC são: 1:1:1:1:1:...:1 1:1:2:2:2:...:2 1:2:3:6:6:...:6 1:2:2:2:2:...:2 1:1:2:4:4:...:4 1:1:2:3:3:...:3 1:2:4:4:4:...:4 1:1:2:4:8:...:8 1:1:2:3:6:...:6 1:2:4:8:8:...:8 1:2:3:3:3:...:3 187 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Operação de interface com o usuário 188 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Aceitação simplificada Etapa 1. Energize o controlador de FP Obs.: Se houver um curto-circuito no enrolamento secundário do TC, não se esqueça de abrilo após conectar a entrada de corrente ao controlador de FP.Após uma interrupção de energia, o tempo de espera na reconfiguração é de 40 segundos. Durante esse tempo de espera, o ícone do alarme pisca e o contato do alarme permanece fechado. O modo AUTO é ativado e o display LCD indica a medida cós φ. AVISO: para bancos automáticos de capacitores com um tempo de espera de comutação maior do que 40s., defina o tempo de espera antes de iniciar o Ajuste Automático Etapa 2. Ative o modo AUTO SET pressionando o botão Mode duas vezes. O display LCD exibe AU. Etapa 3. Pressione os botões + e Simultaneamente para iniciar o ajuste automático AU começa a piscar. 189 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 C/k, a fase, a saída e a sequência são ajustadas automaticamente. O tempo de espera de comutação também é ajustado para 40 segundos a menos que seja programado um valor maior previamente. Qualquer valor menor será apagado e substituído pelo valor 40 segundos. Durante esse procedimento, que pode levar vários minutos, os estágios dos capacitores serão ativados. O procedimento de ajuste é finalizado tão logo AU pare de piscar. Se a carga estiver sendo modificada rapidamente, o controlador poderá ter que comutar nos estágios diversas vezes. Se um erro for detectado, o procedimento de Ajuste Automático será interrompido e uma mensagem de erro será exibida. Reinicie o procedimento assim que a falha tiver sido corrigida. Etapa 4. Pressione o botão Mode uma vez para ativar o ajuste manual do cos ϕ desejado.O valor já programado é exibido. Se o RVC nunca tiver sido Programado antes, o display LCD exibirá 1.00. Etapa 5. Ajuste o cos ϕ desejado pressionando o botão - ou +. indica uma FP indutivo e indica uma FP capacitivo. Etapa 6. Reative o modo AUTO acionando o botão Mode repetidamente. Durante esse procedimento, serão exibidos os valores dos parâmetros ajustados automaticamente na etapa anterior. Todos os parâmetros também podem ser programados manualmente 190 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Uma vez no modo AUTO, o RVC ativa automaticamente os estágios necessários para alcançar o cos ϕ de ajustado. O display LCD exibe o cos ϕ real. Obs.: um valor negativo de cos ϕ indica que a carga está reinjetando potência reativa na rede. O RVC continua operando normalmente. 191 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Mensagens de erro de RVC durante um Ajuste Automático 192 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 193 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Relatório Técnico Código comissionamento: 3.1.25.5 Ao final do comissionamento deve-se preencher os dados na RDO de acordo com os ensaios realizados para esse equipamento não possuímos protocolo de ensaios específico(não aplicado). 194 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 As Built Código comissionamento: 3.1.25.6 Quando verificado alguma anormalidade( controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Elaborado por: Alexandre Henrique Batista dos Santos Silva Revisão Ortográfica: Diego dos Santos Marques Aprovação: Venancio Francisco de Oliveira. 195 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Termobox Conceitos Básicos: Equipamento controlador de temperatura e monitor até seis sensores de PT100 em pontos diferentes, medindo simultaneamente, com aplicação destinada a motores, transformadores e geradores. Interface de comunicação disponível RS485. Considerações e instrumentos a serem utilizados: Termobox Inspeção Visual - Pintura; Fixação /Montagem; Identificação dos dados de placa Aterramento; - Instrumentação Multímetro digital Calibrador Potênciometro Imagens: Simbologias: 196 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Inspeção visual Verificar se os cabos de potencia não se encontram junto os cabos de sinal do termobox, esta condição pode danificar o equipamento. Para conhecimento abaixo segue laudo do fornecedor para casos na condição acima: Parametrização Para comunicação RS 485 temos: (+)-> A ->Pino 3 no conector DB9 (- )-> B ->Pino 8 no conector DB9 (terra) ->Pino 5 no conector DB9 TERMOBOX A-A’ B-B’ SHIELD RELÉ (DB9) 3 8 5 Definição básica: Mode 0 – Configurar a temperatura de trip para cada sensor conectado Mode 2 – Tempo para atuação do alarme/trip Mode 5 – Em 1 o trip ocorrerá na borda de subida, ou seja , quando aumentar a temperatura e em 2 o trip ocorrerá na borda de descida , ou seja quando diminuir a temperatura. Mode 6 – Onde estiver PT100 ligado deixar na opção 3-L, onde não possuir conectado PT100 ou resistor deixar em NC. Mode 7 – parametrização da comunicação Após cada alteração apertar a tecla SET para salvá-la. 197 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Exemplo de configuração típica: a) Clique em MODE, ele irá para parâmetro “ 0” com uma certa temperatura, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select ,elevar as temperaturas em cada input de seleção para “160” é segure SET até piscar; b) Clique novamente em MODE, aparecera 1, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select, ajuste em 003 e segure SET até piscar(ajuste de fabrica); c) Clique novamente em MODE, aparecera 2, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select ,ajuste em 00.1 e segure SET até piscar; d) Clique novamente em MODE, aparecera 3, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select ,coloque em 000 e segure SET até piscar(ajuste de fábrica); e) Clique novamente em MODE, aparecera 4, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select , coloque em 0 e segure SET até piscar(ajuste de fábrica) ; f) Clique novamente em MODE, aparecera 5, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em alarm select , coloque em 2 e segure SET até piscar g) Clique novamente em MODE, aparecera 6, selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em sensor select , coloque em 3-.L e segure SET até piscar h) Clique novamente em MODE, aparecera 7, selecione os níveis em alarm select, coloque em 001 e se tiver 2 termobox o outro será 002 e segure SET até piscar (address of unit), para baud rate e parity bit ajustar respectivamente 096 e E segure SET até piscar (ajuste de fábrica); i) Clique novamente em MODE, aparecera 8, , selecione a entrada de canal do PT100 que deseje configurar em sensor select , ajuste em 023 e segure SET até piscar; j) Clique novamente em MODE, aparecera 9, coloque em 500 OFF e segure SET até piscar(ajuste de fábrica) Para que funcione o conversor tem que estar apagados todos os leds, depois de configurado, só ficará piscando os led que não serão usados ou que está invertido ou algo de errado. 198 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Configuração para utilização do Termobox no rele de proteção 1) O cabo de comunicação deve ser inserido na porta C do relé 2) Configurar no Device configuration: 0190 – Porta C onde será inserido cabo de comunicação 0191 – Selecionar a opção 6 RTD half duplex operation que é a opção utilizada para o modelo TR600.(tabela abaixo) 199 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 3) Parametrizar para cada sensor RTD RTD1 : Type (tipo do RTD) : PT 100 ohm, NI 100 ou NI 120 Location : Óleo, Ambiente, Estator, Mancal, Outros Stage 1 : Nível 1 de temperatura Stage 2 : Nível 2 de temperatura Conexão 7UM62, 7UT612 , conexão RTD pelo ponto de serviço na parte trazeira ( porta C, com RS485 ou fibra ótica ). A proteção retransmite 7SJ64 E 7UM62 oferta alem do ponto C um ponto adicional ( porta D, com RS485 ou fibra ótica) que pode ser usado para caixa de RTD. O RTD Box transmite só RS485 para utilização de fibra ótica um conversor deve ser utilizado. 200 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Conexão para o ponto D , também possível. 201 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Estes cabos podem ser combinados com cabos adicionais para uma conexão com o equipamento adicional no caso outro RTD-Box. Entre o y – cabo e o RTD encaixam um adaptador de RS485 202 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Coleta de óleo Conceitos Básicos: As normas especificam vários ensaios para verificar as características do óleo isolante. Para verificar a sua condição de serviço e bom desempenho, é suficiente que se realizem alguns destes ensaios. Através destes ensaios é possível interpretar o estado do óleo e seus requisitos de manutenção. A umidade, o calor e o oxigênio agem degenerando o óleo isolante. A oxidação e a conseqüente formação de borra, criam condições para que o óleo passe a atacar o papel isolante. Quanto menos oxidado estiver o óleo isolante, mais lento será o processo degenerativo do papel isolante, sendo ideal a não formação de borra durante toda a vida útil do transformador. Com ensaios periódicos, podemos acompanhar a vida útil do óleo isolante e detectar a o inicio do processo de formação de borra, interferindo neste estágio, com tratamentos adequados, podemos recuperar e prolongar a vida do óleo isolante e do transformador. Considerações e instrumentos a serem utilizados: Coleta de óleo Inspeção Visual - Limpeza Instrumentação - Kit de coleta de óleo - Frasco de vidro âmbar de 1.000 mL (1 litro) - Seringa de vidro transparente e 50 ou 20 mL Imagens : 203 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Código manutenção preditiva: 1.3.1 AMOSTRA PARA ENSAIOS FISICO-QUIMICOS A Retirada do óleo isolante deve ser feita preferencialmente pelo registro inferior do transformador, quanto isto não for possível deveremos retirar a amostra pela tampa superior, utilizando mangueiras ou seringas. Antes e durante a coleta de óleo deverão ser observados os seguintes procedimentos: Limpar o registro de retirada do óleo com pano limpo, seco e sem fiapos. Conectar o dispositivo apropriado para o registro do transformador. Colocar um recipiente de aproximadamente 20 litros (balde) abaixo do registro para evitar o derramamento de óleo no piso, brita ou tanque de contenção. Abrir um pouco o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento. Utilizar frasco de 1 litro com tampa rosqueável, normalmente fornecido pela BRASTRAFO, estes já vem preparados para a coleta, porrem deve olhar atentamente o frasco para verificar se o mesmo não está com alguma “BORRA” grudada no fundo. Coloque a mangueira na entrada do frasco e abra o registro colocando cerca de 200 ml no frasco. Fechar o registro. Lavar o interior do frasco com óleo isolante e posteriormente descartar este óleo utilizado para limpeza do frasco dentro do balde. Coletar amostra de óleo,Coloque a mangueira novamente na entrada do frasco, abra lentamente e deixe o frasco encher até o transbordamento, sem molhar o frasco inclinandoo.Tampe e feche o frasco. Fechar o registro do transformador Recolher o óleo sendo de descarte do balde Observações : NUNCA coloque os dedos em contato com o lado interno das tampas que ficarão em contato com o óleo de dentro do frasco, pois se estiver com as mãos sujas ou úmidas poderá contaminar a amostra. Se colocar lavar a tampa no óleo corrente saindo do registro do trafo. Certifique-se de que o registro está sem vazamentos, antes de recolocar o tampão é recomendável passar “veda Rosca”, após colocado o tampão verifique se não há vazamentos. Limpe toda área de papéis e panos sujos, também os eventuais respingos de óleo. Identificar corretamente a amostra preenchendo a etiqueta fornecida, que pede: CLIENTE, N° SERIE E DATA. Preencher corretamente a folha de dados fornecido, que pede dados da placa do transformador, alem da área de localização e o cliente. Acerca do preenchimento dos dados de controle, o número de série do equipamento é de suma importância e deve atentar para não haver a troca do mesmo pelo número de patrimônio etiquetado pelo cliente. Representação para coleta de amostra para ensaios físico-químicos 204 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Campo a ser preenchido para identificação e fixado no frasco 205 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 AMOSTRA PARA ENSAIOS CROMATOGRAFICOS A coleta de amostra para análise cromatográfica é descrita na norma NBR 7070 A retirada do óleo isolante deve ser feita preferencialmente pelo registro inferior do trafo, quando isto não for possível deveremos retirar a amostra pela tampa superior, utilizando mangueiras ou seringas. Antes e durante a coleta do óleo devem ser observados os seguintes procedimentos: Limpar o registro de retirada do óleo com pano limpo, seco e sem fiapos. Conectar o dispositivo apropriado para o registro do trafo. Colocar um balde abaixo do registro para evitar o derramamento de óleo no piso, brita ou tanque de contenção. Abrir um pouco o registro e deixar escoar um pouco de óleo sem aproveitamento. Conectar o dispositivo apropriado para a coleta no registro do equipamento. Abrir um pouco o registro e deixar escoar um pouco do óleo sem aproveitamento dentro do balde. Utilizar seringa de no mínimo 20 ml de capacidade volumétrica, limpa e seca. Conectar a torneira de 3 vias (que vem normalmente na seringa) no dispositivo de amostragem e então abrir o registro de forma que o óleo penetre lentamente na seringa. O embolo não deve ser puxado, mas permitido que recue sob a pressão da coluna de óleo. Após a seringa cheia até um pouco a mais da sua graduação de final de escala. –Descarte esta carga de óleo dentro do balde. Repita a operação, enchendo novamente a seringa, sem puxar o embolo. (isto evita a entrada de ar). Fechar o registro do trafo e depois a torneira de 3 vias da seringa. Desconectar a seringa com a torneira de 3 vias do dispositivo de amostragem. Caso se verifique a presença de bolhas, segurar a seringa verticalmente (torneira de 3 vias para cima) espere as bolhas subirem e pressione o embolo da seringa de modo a eliminar as bolhas existentes. Enrolar cuidadosamente a seringa no seu plástico bolha e a acondicionar na mesma embalagem que ela veio. Observações : Certifique-se de que o registro está sem vazamentos, antes de recolocar o tampão é recomendável passar “veda Rosca”, após colocado o tampão verifique se não há vazamentos. Limpe toda área de papéis e panos sujos, também os eventuais respingos de óleo. Identificar corretamente a amostra preenchendo a etiqueta fornecida, que pede: CLIENTE, Nº SERIE E DATA. Preencher corretamente a folha de dados fornecido, que pede dados da placa do transformador, alem da área de localização e o cliente. Acerca do preenchimento dos dados de controle, o número de série do equipamento é de suma importância e deve atentar para não haver a troca do mesmo pelo número de patrimônio etiquetado pelo cliente. 206 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Representação para coleta de amostra para ensaios cromatográficos IMPORTANTE: Na coleta para ensaio físico-químico e cromatográfico, o óleo só poderá ser retirado em dia seco, cuja umidade relativa do ar esteja abaixo de 70%. A temperatura do óleo deve ser igual ou superior a temperatura ambiente. O descarte do óleo “do balde” deve ser efetuado em local apropriado e não deverá ser jogado no meio ambiente. Campo a ser preenchido para identificação e fixado na seringa ENSAIOS E ANALISES REALIZADA NAS AMOSTRAS DE ÓLEO ENSAIOS FISICO-QUIMICOS: 207 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Os ensaios são: 12345- Rigidez dielétrica, Teor de água, índices de neutralização (acidez), Tensão interfacial Fator de potência. RIGIDEZ DIELÉTICA (tensão de ruptura)(NBR 6869): A tensão de descarga em um líquido, indica a sua capacidade de resistir a solicitações elétricas sem falhas. Este ensaio indica principalmente a presença de agentes contaminantes, tais como água, poeira, resíduos sólidos e partículas condutoras. Deve-se atentar que um valor elevado de rigidez dielétrica não significa a ausência de todos os contaminantes. Valor de referência: mínimo de 30kV/25mm. TEOR DE ÁGUA, (NBR-10710): Um dos contaminantes mais prejudiciais ao transformador é a água. Ela pode estar presente no óleo de várias formas. A forma dissolvida, não é detectada visualmente e sua existência invariavelmente provoca queda da rigidez dielétrica. O teor de água elevado indica a necessidade imediata de um tratamento para sua remoção, pois em níveis maiores. Pode ocorrer a impregnação do papel isolante que requer para sua recuperação um sistema de sacagem demorado. Para casos onde a água não estiver dissolvida no óleo, há a possibilidade de se encontrar um valor de rigidez dielétrica alto, mesmo encontrando um grande volume de Água. Valor de referência: Máximo 35 ppm. INDICE DE NEUTRALIZAÇÃO (acidez) (NBR-14248): Os ácidos tem ação catalisadora e aceleram a degeneração do óleo. Uma alta acidez indica que o inibolor está sendo consumido, o que vem acelerar a degradação do papel isolante. O índice de neutralização é medida total dos compostos ácidos presentes no óleo isolante. Valor de referência:Máximo 0,25mgKOH/g. TENSÃO INTERFACIAL (tensão de interface óleo-água) (NBR-6234): Mede a força de atração molecular entre o óleo e água. A presença de contaminantes solúveis ou a presença de produtos intermediários de oxidação de óleo (produtos polares solúveis) que provocam uma diminuição do valor de tensão interfacial. Valores baixos indicam óleo em estado crítico, sendo necessário as vezes sua substituição ou regeneração. Valor de referência: Máximo 20 dyna/cm. FATOR DE POTÊNCIA (NBR-12133): É a medida da perda dielétrica ou corrente de fuga através do óleo, e consequentemente a medida de sua contaminação ou degeneração.Infelizmente, o fator de potência não especifica o que ele detecta. Um alto fator de potência indica a presença de umidade, resinas, vernizes, fibras celulósicas ou outros produtos decorrentes da degeneração do óleo. Valor de referência: Máximo 15% a 100°C. ANÁLISE CROMATOGRÁFICA: Avalia as condições de isolação física do transformador (papel isolante, verniz), no que se refere aos aquecimentos internos. 208 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 A NBR 7070 não apresenta valores limites, mesmo como referência. A avaliação geralmente é feita com base em dados históricos do equipamento. Os valores indicados a seguir servem apenas como orientação geral. REF.(ppm) 200 20.000 80.000 CH4 INDICAÇÃO Umidade Não influencia Não influencia Aquecimento (curto) - Grave (abertura para verificação) CO Celulose (papel) - aquecendo (queimando) 500 CO2 C2H4 C2H6 Celulose (papel) - aquecendo (queimando) Aquecimento (curto) - Menos Grave Aquecimento (curto) - Menos Grave Aquecimento (curto) - Grave (abertura para verificação) 5.000 400 600 GÁS Hidrogênio Oxigênio Nitrogênio SÍMBOLO H2 O2 N2 Metano Monóxido de carbono Dióxido de carbono Etileno Etano Acetileno Gás combustível Total de gás C2H2 500 0 920 107.200 Observação: Sempre verificar a disposição do transformador na subestação e avaliar quanto ao espaço para acessar o ponto de coleta ( registro inferior do transformador). Tensões 220/380/440 6600 13800 24200 88000 Espaçamentos Mínimos ( cm) 2,5 13 30 50 200 209 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo ficha de identificação do óleo isolante a ser preenchida juntamente com a coleta, 210 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Inspeção Termográfica Conceitos Básicos: A inspeção termográfica é uma técnica que utiliza sistemas infravermelhos, para medir temperaturas ou observar padrões diferenciais de distribuição de calor, com o objetivo de propiciar informações relativas à condição operacional de um componente, equipamento ou processo. Benefícios: Manutenção Preditiva – Permite antecipar danos que possam causar elevados custos nos reparos; Estoques – A prevenção de problemas em potencial permite o baixo investimento na estocagem; Consumo de energia – Permite corrigir problemas que causam perda e consumo de energia em excesso; todo sobreaquecimento gera consumo anormal. Tempo – inspeção de uma grande quantidade de equipamentos em curto período de tempo; Avaliação das cargas nos painéis – Fácil diagnóstico durante o funcionamento do equipamento; Apoio à equipe de manutenção – Avaliação da qualidade de serviços executados; Planejamento – permite um prévio planejamento antes da conclusão do serviço poupando tempo; Vida Útil – Ao detectar o problema evita-se a queima ou perda desnecessária de peças. Considerações e instrumentos a serem utilizados: Inspeção termográfica Inspeção Visual - Sistema elétrico. Instrumentação - Câmera visível - Palm IPAQ PDA - Bateria - Câmera digital Imagens da Máquina: 211 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Código manutenção preditiva: 1.3.2 Primeiro passo a ser efetuado devera se o levantamento dos dados do equipamento onde se encontra anomalia térmica executando o preenchimento no respectivo protocolo. Campo a ser Preenchido: PROTOCOLO DE PREENCHIMENTO EM CAMPO Cliente: SINER Local: Área da inspeção Data: xxx Equipamento e circuito: xxxxx Descrição: xxx Observações: xxx Foto n°: Termograma nº: Temperatura ambiente: °C Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. O preenchimento do protocolo somente deverá ser efetuado quando houver o registro de uma falha térmica. b) Descrição de preenchimento: Local: Refere-se onde está localizado o componente em falha ex: CCM - Moenda; Equipamento e circuito: Circuito onde o componente em falha faz parte ex: Bomba de água 01; Descrição: Descrição da falha ex: Aquecimento na parte superior do disjuntor fase R; Foto e termograma: Seqüência cronológica das falhas encontradas ex: Foto 01 termograma 01; c) Para cada falha encontrada será registrada uma foto digital e um termograma, onde os mesmos serão utilizados no relatório final. Ajuste da máquina: Ao abrir o programa POCKET IR no Palm IPAQ PDA será necessário realizar a configuração padrão da máquina para operação correta. Na barra de ferramentas contidas na parte inferior da tela do palm contém um ícone de uma câmera, ao clicar no mesmo abrirá uma caixa de ferramentas na parte superior da tela. Configurações a serem modificadas: Temp. Range, Units (C/F), Emissivity e Palette. a) Temp. Range: Variação da escala da medição, ou seja, caso o objeto esteja com a temperatura superior ao setado na máquina basta alterar o range para a escala desejada, são três opções de escala (-23C to 100C), (37 to 300C) e (92C to 500C). b) Units (C/F): Unidade de medição Celsius ou Fahrenheit, usa-se Celsius. c) Emissivity: Grau de emissividade sempre 0,86. 212 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 d) Palette: Modo de visualização, usar IRON BOW. Após alterar os ajustes de a máquina, salvar em: save user settings, executado esse procedimento as configurações ficam salvas no software não necessitando alterar da próxima vez que iniciá-la. Nota : salvar os termogramas no cartão de memória no seguinte endereço : file/save/location/storage card Extração dos termogramas: Toda ocorrência deve ser salva no cartão de memória do Palm IPAQ PDA, depois de concluir a inspeção.As mesmas devem ser extraídas, afim de confeccionar o relatório técnico. Utiliza-se Sandisk com o cartão de memória do Palm IPAQ PDA conectado ao PC. O dispositivo é reconhecido como um novo Driver. Relatório Técnico Observação: Para elaboração do relatório é necessário que se tenha o aplicativo ReportIR instalado, feito isto ele estará disponível para execução na barra de ferramentas do Word. Ao final da inspeção deve-se preencher o relatório conforme os dados encontrados e necessários para uma correta e completa descrição do ocorrido durante o período da inspeção termográfica. Obrigatoriamente na capa deverá conter os dados completos sobre (nome do cliente, local, período, relator e termografista). No descritivo atentar-se ao item 2.0 DESENVOLVIMENTO, onde deverá incluir o nome do cliente e período da realização da inspeção. No item ANEXOS deverá conter, todo roteiro de inspeção (locais onde foram realizadas as inspeções independentemente de ter encontrado ou não alguma falha térmica). Para cada anomalia encontrada ,deverá ser registrado uma foto digital “visível” e um termograma. Inserindo o termograma no relatório: 1. ReportIR dentro do Microsoft Word; 2. Insert new IR Object; 213 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 3. Load IR Image (1° ícone superior esquerdo); 4. Abrirá uma janela, procure onde está salvo o termograma e abra-o; 5. Clique fora da imagem para retornar ao word, para formatar o termograma conforme as medidas citadas abaixo; 6. Após a imagem formatada coloque-a no devido lugar para iniciar o processo de inserção de elipse, vetores (X,Y) e gráficos referentes aos vetores. Inserindo Elipse, Vetores (x, y) e gráficos: 214 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 1. Elipse: Dê dois clique no termograma para entrar no ReportIR .Na parte superior esquerda da tela teremos os ícones que precisamos; Observação: Inserir a elipse no ponto de maior aquecimento do termograma 2. Vetores (x, y): Usa-se o ícone ´´line `` para traçar os vetores x e y; 3. Gráficos: Após traçar os vetores, clique sobre o vetor pelo qual deseja criar o gráfico, vetor Y (gráfico vertical), vetor X (gráfico horizontal). Ao clicar com o botão direito do mouse sobre o vetor desejado abrirá uma janela. Selecione a opção Line Profile em seguida Copy Graphic to Clipboard. Após isso retorne ao word, clique em ReportIR e selecione a opção Paste Result Link. Feito isso basta formatar a imagem e repetir o procedimento para o outro gráfico. Medidas das imagens a serem formatadas: 215 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 1. Termograma: Tamanho (Altura= 5,00; Largura= 8,00); Layout= Quadrado. 2. Foto: Tamanho (Altura= 7,00; Largura= 6,00). 3. Gráfico Vertical: Tamanho (Altura= 2,00; Largura= 5,00); Layout= Quadrado; Rotação= 90°. 4. Gráfico Horizontal: Tamanho (Altura= 2; Largura= 6,5). Exemplo padrão das imagens : CLASSIFICAÇÃO DOS PONTOS AQUECIDOS Os critérios de avaliação dos pontos quentes são baseados na analise dos dados recolhidos na inspeção termográfica dos equipamentos elétricos, sendo os mesmos criados e utilizados pela Petrobrás (Norma N – 2475), de acordo com os mesmo critérios adotados no item. 3 deste descritivo. CRITÉRIO DE CLASSIFICAÇÃO DE COMPONENTES AQUECIDOS CLASSIFICAÇÃO Falha iminente AÇÃO A SER TOMADA Crítico (Intervenção imediata ) FAIXA DE VARIAÇÃO Falha certa Intervenção imediata Falha provável Intervenção programada Entre 0,6 e 0,89 Suspeita de falha Observação Entre 0,3 e 0,59 Normal Normal Acima de 1,2 Entre 0,9 e 1,2 Até 0,29 216 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Os aquecimentos corrigidos são classificados por meio de uma comparação com o máximo aquecimento admissível (MAA), assim definido: MAA= MTA – TR (MTO/MAA) – 1 = Faixa de variação Onde: MTO: Máxima temperatura do objeto MAA: Máximo aquecimento admissível; MTA: Máxima temperatura admissível para o componente; TR: Temperatura de ambiente de referência. TABELA DE VALORES DE REFERÊNCIA PARA COMPONENTES VALORES DE REFERÊNCIA PARA MTA BASEADO EM NORMAS ABNT E TABELAS DE FABRICANTES Item MTA (º C) COMPONENTES INDUSTRIAIS Fios encapados (dependendo da classe de 70 a 110 isolação) Régua de bornes 70 Cabos isolados até 15 kV 70 Conexões mediante parafusos 90 Conexões e barramento de baixa tensão 90 Conexões de linha de transmissão aérea 70 Conexões recobertas de prata ou níquel 90 Fusíveis (corpo) 100 COMPONENTES DE ALTA TENSÃO Seccionadoras 50 Conexões 60 Cabos 60 TRANSFORMADORES Transformadores a óleo – conexões 80 Transformadores a óleo – corpo 65 Transformadores a seco – ponto mais aquecido: Classe de isolação 105 65 Classe de isolação 130 90 Classe de isolação 155 115 Observação: quando houver casos em que o equipamento encontra-se dento dos índices aceitáveis e nota-se um desbalanceamento de fases , apontar no relatório como suspeita de falha e havendo possibilidade deve-se medir a corrente com alicate amperímetro. 217 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Medição de Grandezas Elétricas Considerações e instrumentos a serem utilizados: Medição de Grandezas Elétricas Inspeção Visual Instrumentação - Sistema elétrico. - Analisador monofásico ou trifásico - Notebook Imagens da Máquina: Analisador trifásico Analisador monofásico Métodos de inspeção Inspeção visual Código manutenção preditiva: Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados do equipamento onde se encontra anomalia no sistema elétrico executando o preenchimento no respectivo protocolo. Ajuste do Equipamento Monofásico (1Ø): Ligar o equipamento dar ENTER ira abrir a tela em POWER 3Ø, clicar em MENU onde será necessário realizar a configuração do tipo de alicate amperímetro que está sendo usado para realizar as medições correta. 218 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 e) Ajustar o alicate amperímetro: Posicionar com a seta para baixo até a última coluna “INSTRUMENT SETUP” e dar ENTER deixar em PROBES e dar ENTER e posicionar com as SETAS o tipo de alicate amperímetro que está usando e clicar em ENTER, ira voltar para tela anterior e clicar em MENU para colocar na medição desejada. f) Verificar memória (View/delete/screens): Posicionar com a seta e dar ENTER e abrira a tela onde mostra os arquivos salvos, antes de começar a coleta dos dados apagar os arquivos já existentes da seguinte forma, clicar em F2 (DELETE) e depois em F3 (YES), quando o quadrado estiver em preto é que tem conteúdo salvo e quando estiver em branco é que está vazio. Para verificar o conteúdo salvo clicar em ENTER (VIEW) e abrirá a tela, para voltar na tela anterior clicar em F1 (BACK). g) Como Salvar as Medições do Fluke para o Notebook: Na barra de menu clicar em Instrument depois em Display Screen aparecerá à tela que foi realizada a medição, para salvar os gráficos das medições de “SAGS & SWELLS”, clicar na barra de menu Instrument depois em Display TREND aparecerá uma tela onde deve habilitar o gráfico desejado de tensão e corrente, deverá habilitar um gráfico de tensão, outro de corrente e outro com tensão e corrente, depois de aberto os gráficos na barra de menu clicar em FILE depois em SAVE AS ira aparecer uma tela onde deverá selecionar os quatro itens que iram aparecer que são os três gráficos e a tela com as medições depois de feito isso clicar em SAVE onde abrira outra tela que deverá selecionar a pasta de destino e colocar o nome da medição e clicar em salvar. Para salvar as medições de “VOLTS/AMPS/HERTZ” clicar na barra de menu Instrument depois em Display Waveform aparecerá uma tela onde deve habilitar o gráfico desejado de tensão e corrente, deverá habilitar um gráfico de 219 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 tensão, outro de corrente e outro com tensão e corrente, depois de aberto os gráficos na barra de menu clicar em FILE depois em SAVE AS ira aparecer uma tela onde deverá selecionar os quatro itens que iram aparecer que são os três gráficos e a tela com as medições depois de feito isso clicar em SAVE onde abrira outra tela que deverá selecionar a pasta de destino e colocar o nome da medição e clicar em salvar. Para salvar as medições de “OHMS/CONTINUITY/CAPACITANCE” na barra de menu clicar em Instrument depois em Display Screen aparecerá à tela que foi realizada a medição, nesta não precisa salvar gráficos. Para salvar as medições de “TRANSIENTS” clicar na barra de menu Instrument depois em Display Waveform aparecerá uma tela onde deve habilitar o gráfico somente para tensão, depois de aberto os gráficos na barra de menu clicar em FILE depois em SAVE AS ira aparecer uma tela onde deverá selecionar os dois itens que iram aparecer que é o gráfico e a tela com as medições depois de feito isso clicar em SAVE onde abrira outra tela que deverá selecionar a pasta de destino e colocar o nome da medição e clicar em salvar. Para salvar as medições de “TEMPERATURE” na barra de menu clicar em Instrument depois em Display Screen aparecerá à tela que foi realizada a medição, nesta não precisa salvar gráficos. Para salvar as medições de “POWER” clicar na barra de menu Instrument depois em Display Waveform aparecerá uma tela onde deve habilitar o gráfico desejado de tensão e corrente, depois de aberto os gráficos na barra de menu clicar em FILE depois em SAVE AS ira aparecer uma tela onde deverá selecionar os quatro itens que iram aparecer que é os gráficos e a tela com as medições depois de feito isso clicar em SAVE onde abrira outra tela que deverá selecionar a pasta de destino e colocar o nome da medição e clicar em salvar. Para salvar as medições de “SCOPE” clicar na barra de menu Instrument depois em Display Waveform aparecerá uma tela onde deve habilitar o gráfico somente para tensão, depois de aberto os gráficos na barra de menu clicar em FILE depois em SAVE AS ira aparecer uma tela onde deverá selecionar os dois itens que iram aparecer que é o gráfico e a tela com as medições depois de feito isso clicar em SAVE onde abrira outra tela que deverá selecionar a pasta de destino e colocar o nome da medição e clicar em salvar. h) Como fazer medição fase R: Colocar o amperímetro e a Ponta de prova de Tensão vermelha na fase “R” e a Ponta de prova de Tensão Preta no Neutro. i) Como fazer medição fase S: Colocar o amperímetro e a Ponta de prova de Tensão vermelha na fase “S” e a Ponta de prova de Tensão Preta no Neutro. j) Como fazer medição fase T: Colocar o amperímetro e a Ponta de prova de Tensão vermelha na fase “T” e a Ponta de prova de Tensão Preta no Neutro. k) Observação: O esquema descrito a cima são para todos os tipos de medições 1Ø, mesmo que o circuito que está sendo analisado seja trifásico. 220 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios l) Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Medição de Volts/Amps/Hertz: Posicionar com a seta nesta medição dar ENTER ira iniciar as medições dos valores de tensão, corrente e freqüência no momento, se desejarem adquirir os valores por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER, selecionar no item FIRST READING: o tipo de medição que deseja no primeiro gráfico e dar ENTER, selecionar no item SECOND READING: o tipo de medição que deseja no segundo gráfico e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. Para salvar clicar em HOLD/RUN trava a medição e clicar em SALVE e irá indicar na tela o numero da medição na memória, e clicar em ENTER e já estará salvo na memória do equipamento, mas lembrando somente irão caber 16 ou 20 informações dependendo do aparelho, para fazer outro tipo de medição clicar no botão MENU e selecionar. 221 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 m) Medição de Power: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER irá iniciar as medições de potência ativa (W), potência aparente (VA), potência reativa (VAr), fator de potência (FP), tensão (V), freqüência (Hz), deslocamento do ângulo em graus (DPF) e corrente (A), as medições serão realizadas para o sistema de medição 1Ø. Para realizar medições em 3Ø, clicar em F2 dar ENTER, colocar o alicate amperímetro na fase “R” a ponta de prova de tensão vermelha na fase “S” e a ponta de prova de tensão preta na fase “T”, irá iniciar as medições de potência ativa (W), potência aparente (VA), potência reativa (VAr), tensão (V), freqüência (Hz), deslocamento do ângulo em graus (DPF) e corrente (A), os valores mostrado no visor são valores somados das três fazes R + S + T, por isso para estas medições no tipo 3Ø para as medições estarem corretas o sistema precisa estar equilibrado com os valores tensão e corrente iguais nas três fazes, as fazes que ele não pega medição considera que está igual a fase medida, por isso não se aconselha este tipo de medição, para voltar a tela inicial clicar em MENU. Para fazer medição da fase “S” colocar o alicate amperímetro na fase “S” a ponta de prova de tensão vermelha na fase “T” e a ponta de prova de tensão preta na fase “R”. Para fazer medição da fase “T” colocar o alicate amperímetro na fase “R” a ponta de prova de tensão vermelha na fase “R” e a ponta de prova de tensão preta na fase “S”. Se desejarem adquirir os valores por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER, selecionar no item FIRST READING: o tipo de medição que deseja no primeiro gráfico e dar ENTER, selecionar no item SECOND READING: o tipo de medição que deseja no segundo gráfico e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. Para salvar mesmo procedimento do item f. 222 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 n) Medição de Harmonics: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER, clicar em F1 para fazer as medições de Harmônico de tensão e ira iniciar as medições de porcentagem de distorções harmônicas de tensão (THD), valor de tensão (rms), freqüência (Hz). Para realizar as medições de harmônicas de corrente clicar em F2 e ira iniciar as medições de distorções harmônicas de corrente (THD), valor de corrente (rms), freqüência (Hz). Para realizar as medições de harmônicas de potência clicar em F3 e ira iniciar as medições de potência (W), freqüência (Hz). Se desejarem adquirir os valores por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER, selecionar no item FIRST READING: o tipo de medição que deseja no primeiro gráfico e dar ENTER, selecionar no item SECOND READING: o tipo de medição que deseja no segundo gráfico e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. Para salvar mesmo procedimento do item f. 223 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 o) Medição de SAGS & SWELLS: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER e abrira a tela, posicionar com a seta em “RECORD TIME : minutes” e dar ENTER para ajustar o tempo que deseja ficar realizando as medições, com a seta selecionar o tempo desejado e dar ENTER com a seta posicionar em START e dar ENTER e ira iniciar as medições de tensão máxima, mínima e média, corrente máxima, mínima e média. Se esperar até o final das medições para salvar clicar somente em SALVAR e se desejar interromper as medições clicar em HOLD/RUN e depois em SALVAR. p) Medição de TRANSIENTS: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER e abrira a tela ode deverá ajustar em VOLTAGE CHANGE (%rms): o valor da porcentagem do gráfico e dar ENTER, selecionar START e dar ENTER e ira realizar as medições somente quando acontecer alguma anormalidade no sistema elétrico. q) Medição de INRUSH CURRENT: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER e abrira a tela e selecionar MAXIMUM CURRENT : e dar ENTER onde deverá ajustar o valor maximo de corrente dar ENTER, selecionar INRUSH TIME : e dar ENTER onde deverá selecionar o tempo de inrush, selecionar START e dar ENTER para iniciar a medição. 224 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 r) Medição de OHMS/CONTINUITY/CAPACITANCE: Posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER e abrira a tela, para medição de resistência ohms (Ω) clicar em F1, para mudar de escala de Ω para KΩ ou MΩ clicar nas setas para cima ou para baixo. Para salvar mesmo procedimento do item f. Para fazer medições de continuidade de Diodo clicar em F2 e abrira a tela. Para salvar mesmo procedimento do anterior. Para fazer medições de continuidade clicar em F3 e abrira a tela. Para salvar mesmo procedimento do item anterior. Para fazer medições de capacitor clicar em ENTER e abrira a tela, para mudar as casas após a vírgula clicar nas setas para cima ou para baixo. Se desejar adquirir o valor por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. Para salvar mesmo procedimento do item anterior. s) Medição de TEMPERATURE: Colocar a ponta de prova para medição de temperatura, posicionar com a seta nesta medição e dar ENTER e abrira a tela com a medição, selecionar em graus Celsius ou farinai. Se desejar adquirir o valor por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. t) Medição de SCOPE: Funciona como um osciloscópio, se desejar adquirir o valor por um determinado tempo e em gráficos clicar em RECORD e no primeiro item RECORD TIME: clicar em ENTER para selecionar o tempo desejado e dar ENTER e depois selecionar com as setas em START e dar ENTER e iniciará as medições. u) Como Salvar as Medições do Fluke para o Notebook: 225 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Ajuste do Equipamento Trifásico (3Ø): Ligar o equipamento e ira abrir a tela com a demonstração das configurações, verificar se o tipo de configuração está de acordo com as necessidades do circuito a ser analisado, verificar DATE, TIME, CONFIG, FREQ e VNOM. Para alterar alguns desses valores clicar em SETUP e com as setas para cima e para baixo selecionar o que deseja alterar e depois clicar em ENTER. Na parte de CONFIG ajusta-se o tipo de saída do transformador, se não estiver correto conforme o circuito a ser analisado, clicar em ENTER e aparecerão os tipos de fechamento de transformador, selecione o desejado e de OK o equipamento mostrará como colocar as pontas de prova, depois de visualizado de OK, para ajustar o valor de tensão nominal selecionar dar ENTER e colocar em um valor pré definido ou se deseja outro valor descer até o ultimo valor e neste possibilita aumentar ou diminuir com a seta esquerda ou direita no maximo até 1.000 V, depois dar OK, para verificar o ajuste dos alicate amperímetros descer com a seta até PHASE/NEUTRAL para ajustar o tipo de alicate amperímetro que está sendo usado, dar ENTER e com as setas para cima, para baixo, esquerda e direita ajustar o tipo de alicate amperímetro, após ajustado clicar em F5 (OK). Clicar em MENU para colocar na medição desejada e depois clicar em OK e ira iniciar as medições. 226 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Resistividade do solo Conceitos Básicos: Em termos teóricos a resistividade de um solo não é mais do que a resistência medida entre duas faces opostas de um cubo, de composição homogénea, com um metro de aresta. A sua unidade é o ohm.metro. A resistividade do solo depende essencialmente da composição do terreno (solo arável, areia húmida, betão, gravilha...) e também do comportamento sazonal. Um solo húmido apresenta uma resistividade inferior a um terreno seco. Em termos práticos deseja-se que a resistividade do solo seja a mais baixa possível pois assim iremos obter baixos valores de resistência de terra. A principal vantagem de baixos valores de resistência de terra é o mais fácil escoamento de correntes indesejadas nos circuitos das nossas instalações eléctricas. Características da medição da resistividade do solo 227 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Considerações e instrumentos a serem utilizados: Resistividade do solo Inspeção Visual - Reconhecimento da área; Instrumentação - Terrômetro; - Multímetro digital; - Termohigrometro. Imagens: Simbologias: Terra ou Malha de aterramento Métodos de ensaio Campo a ser Preenchido: 228 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. Deverá ser preenchido o campo Fl. da seguinte maneira: Quando se tratar de um protocolo único do equipamento deverá ser Fl.: 01 de 01; b) Quando se tratar de um protocolo único do equipamento, mas que utilize duas folhas como é o caso do protocolo de transformadores, a primeira folha será Fl.: 01 de 02 e a segunda folha será Fl.: 02 de 02; c) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. d) Até segunda ordem o número de Tab.:. deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Medição da resistividade de solo Esse ensaio consiste em verificar a resistência ôhmica do solo, deve ser efetuado da seguinte maneira conforme prescrito na norma regulamentadora NBR 7117: Utilizando um terrômetro conforme a representação abaixo: 229 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 O terrômetro mede o potencial entre os pontos internos e o divide pela corrente imposta pelo aparelho através dos terminais externos, fornecendo diretamente o valor da resistência R. Segundo a teoria de Wenner, a resistividade do solo a profundidade d é dada por: r=2pRd Executando as medidas em varias direções e variando a dimensão d de acordo com série: Obs.: - Toda e qualquer medição de resistência ôhmica deverá ser indicada em Ω (Ohms), e os valores sempre com duas casas após a vírgula. - Em alguns casos poderá ser necessário efetuar medições com espaçamentos maiores que 64 m. - A profundidade de cravação dos eletrodos deve ser suficiente para assegurar o contato dos mesmos com o solo. - A resistividade da terra depende do tipo do solo e de suas condições naturais tais como umidade, temperatura e salinidade. Além disso, a resistividade do solo pode ser alterada devido à contaminação e compactação do solo. 230 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Cuidados na Medição Durante a medição devem ser observados os itens abaixo: As hastes devem estar alinhadas; As hastes devem estar igualmente espaçadas; As hastes devem estar cravadas no solo a uma mesma profundidade,recomenda-se 20 a 30 cm; O aparelho deve estar posicionado simetricamente entre as hastes; As hastes devem estar bem limpas, principalmente isentas de óxidos e gorduras para possibilitar bom contato com o solo; A condição do solo ( seco, úmido, etc.) durante a medição deve ser anotada; Não devem ser feitas medições sob condições atmosféricas adversas, tendo-se em vista a possibilidade de ocorrência de raios; Não deixar que animais ou pessoas estranhas se aproximem do local; Deve-se utilizar calçados e luvas de isolação para executar as medições; Verificar o estado do aparelho, inclusive a carga da bateria. 231 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Transformador de Potencial Capacitivo (TPC) Conceitos Básicos: Transformador de potencial capacitivo consiste de um capacitor de acoplamento que atua como divisor de tensão e uma unidade eletromagnética, que transforma a média tensão em baixa tensão mensurável. Dependendo da tensão do sistema o capacitor de acoplamento pode ser uma unidade de superposição simples ou múltipla. O capacitor de acoplamento e a unidade eletromagnética são vedados herméticos, ou seja, completamente fechado, de modo que nem o ar possa entrar e individualmente. Os transformadores de potencial capacitivo são livres de manutenção e não exigem peças de reposição por todas suas vidas úteis. Recomenda-se verificações regulares e periódicas como forma preventiva. Características do Capacitor: Cada elemento capacitivo é construído com folhas de alumínio puro e papel de seda calandrado juntos para se obter melhor compactação e uniformidade nos valores da capacitância Os elementos capacitivos são superpostos sob pressão e fixados em suportes isolados para garantir uma capacitância estável, ao longo do tempo mesmo sob grandes variações de temperaturas As conexões elétricas entre os elementos capacitivos são projetadas para uma freqüência natural muito acima de 600 Hz, para evitar a interferência com as comunicações do portador O conjunto de elementos capacitivos é montado dentro de um isolador de porcelana com flanges de liga de alumínio resistente à corrosão A unidade é completamente preenchida com óleo de isolação desgaseificado sob vácuo O fole é pressurizado com gás inerte para manter uma pressão positiva no óleo, mesmo em caso de grande contração desse líquido O lado primário consiste em dois elementos capacitivos, C1 e C2 conectados em série. O TP indutivo fornece uma tensão secundária Vo para os relés de proteção e instrumentos de medição. O reator 232 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 de compensação Lc é escolhido para evitar as defasagens entre as tensões Vi e Vo na freqüência do sistema. Indicação do TPC 233 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas 30 min (PT) Inspeção visual Inspeção visual 1.1.26.1 3.1.33.1 Horas estimadas 1 hora (PT) Limpeza e reaperto em todas as conexões 1.1.26.2 1 hora (PT) Limpeza e reaperto em todas as conexões 3.1.33.2 1 hora (PT) Relação de transformação 1.1.26.3 30 min(PT) Verificação das interligações e aterramento 3.1.33.3 1 hora (PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 1.1.26.4 30 min(PT) Relação de transformação 3.1.33.4 1 hora (PT) Fator de Potencia e Capacitância Polaridade 1.1.26.5 30 min(PT) Resistência Ôhmica de Isolamento 3.1.33.5 1 hora (PT) 1.1.26.6 30 min (PT) 3.1.33.6 30 min (PT) Relatório técnico 1.1.26.7 Xxx Fator de Potencia e Capacitância Polaridade 3.1.33.7 1 hora (PT) Outros (especificar) 1.1.26.8 Xxx Relatório técnico 3.1.33.8 Xxxx As built 3.1.33.9 Xxxx Outros (especificar) 3.1.33.10 Xxxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: TRANSFORMADORES DE POTENCIAL CAPACITIVO Inspeção Visual - Pintura; Fixação; Identificação dos dados da placa; Aterramento; Cabos e Conexões. Instrumentação - Megôhmetro; - Medidor de Fator de Potencia de isolamento – MP – 12HD; - Multímetro digital; - Mala de ferramentas. 234 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Métodos de ensaio Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.26.1 Código comissionamento: 3.1.33.1 Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados de placa do equipamento sob ensaio e preenchimento no respectivo protocolo. Normalmente o valor da capacitância encontrado nos dados de placa é dado em picofaraday (pF), podendo variar de -100 a 100 pF, devido à temperatura e umidade relativa do ar no momento do ensaio em campo. Campo a ser Preenchido: Exemplo: TPC Cliente: Usina Biopav S.A Local: SE CTEEP 138 KV Marca: AREVA Uso: Externo Freqüência: 60 Grupo: --CP1: 0,2 e 3P100 PROTOCOLO DE ENSAIOS DE TPC Tipo: CCV 145 NI: 275/650 KV Hz C1: 15050 pF C2: 86522 pF Cn: 12820 pF Número de Tab.: SN090003 Fl.: 1 de 1 Equipamento: TPC – Linha Avanhandava Ano de fabricação: 2008 Umáx: 145 KV Norma: IEC600445/04 UP: 138 KV US: 115 V Fase R: AZUL Nº: 08626101 Fase S: BRANCO Nº: 08626102 Fase T: VERMELHO Nº: 08626103 235 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.:, deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Nos TPC´s, deve-se verificar se não estão trincados, ou com indícios de vazamentos. Os terminais primários, secundários e terra devem estar bem fixos, devem estar limpos e bem fixados as estruturas, caso haja alguma anormalidade analisar e apontar no campo observações do protocolo de ensaio. Campo a ser Preenchido: OBS.: Limpeza e Reaperto em todas as Conexões Código manutenção preventiva: 1.1.26.2 Código comissionamento: 3.1.33.2 Todas as conexões devem estar bem apertadas, afim de não gerar efeitos indesejáveis ao equipamento como, por exemplo, aquecimento. Portanto tanto em uma manutenção ou comissionamento estas devem ser checadas e caso verificado anormalidades sanadas , utilizando chaves apropriadas. A limpeza deve ser efetuada utilizando produtos apropriados e eliminando propriedades prejudiciais ao equipamento Verificação das interligações e aterramento Código comissionamento: 3.1.33.3 Todas as interligações provenientes ao equipamento devem ser checadas (origem e destino) assim como as condições do aterramento. Relação de Transformação Código manutenção preventiva: 1.1.26.3 Código comissionamento: 3.1.33.4 Este ensaio consiste em verificar a relação de transformação do equipamento, utilizado o medidor de fator de potencia de isolamento NANSEM, modelo MP – 12HD. 236 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Cuidados Preliminares É aconselhável uma inspeção visual, principalmente dos cabos, ao ligar o aparelho, a fim de certificar-se que não existem danos. Antes da realização do ensaio, devem-se tomar as devidas precauções para evitar choques: - Verifique se o equipamento a ensaiar esta totalmente desenergizado; - Aterre a caixa do equipamento MP através do terminal de terra (Fig. 2 e 6); - Knob de excitação em ZERO (Fig. 1); - Disjuntor na posição DESLIGA (Fig. 1); - Chave de reversão de polaridade na posição DESLIGA (Fig. 1); - Chave seletora de BT na posição TERRA VP (Fig. 1); - Na chave cancelador de interferências posicionar TCI em desliga (Fig. 7). Figura 1 Figura 2 Figura 3 Figura 4 237 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Figura 5 Figura 6 238 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Figura 7 Figura 8 Figura 9 Procedimento: 239 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 1) Conecte o cabo de AT do MP – 12HD (Fig. 3) ao terminal de alta tensão do equipamento a ser ensaiado; 2) Conecte o cabo de BT (Vermelho) do MP – 12HD (Fig. 4 e 5) na carcaça do TPC, onde o equipamento esteja aterrado; 3) Para alimentação do MP – 12HD utiliza-se um transformador abaixador de 220V/127V com um respectivo disjuntor para proteção, conecte a essa tomada de 127V mais terra, a lâmpada amarela deve acender (Fig. 1); 4) Aguarde alguns segundos para estabilização; 5) Posicione a chave seletora de baixa tensão (Fig. 1) para a posição conveniente. Neste caso, pode deixar a chave na posição TERRA VP. Indica que o cabo de baixa tensão de garra de borracha vermelha esta internamente conectada ao potencial de terra, ou seja, o que estiver conectado a este cabo mais o que estiver conectado a terra estará sendo medido; 6) Acione a alavanca do disjuntor para a posição LIGA; 7) Coloque a chave de reversão para a posição NORMAL; 8) Acione o comando remoto (Fig. 8 e 9), a lâmpada verde (Fig. 1) deverá acender; 9) Acione o comando local (Fig. 7), a lâmpada vermelha deverá acender (Fig. 1); 10) Gire o knob de excitação até a tensão de 10 KV; 11) Na caixa do secundário, verificar as medições de saída através de um multímetro. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO Pontos Secundário R (1A1 - 1N) R (1A2 - 1N) R (2A1 - 2N) R (2A2 - 2N) R (3A1 - 3N) R (3A2 - 3N) Un (V) Primário Secundário U de Ensaio (KV) Relação - P/S Primário Secundário(V) Calculado Medido Desvio (%) 138000√3 115 10,13 14,56 14,61 14,56 -0,34 138.000 115 10,13 8,51 8,45 8,51 0,71 138000√3 115 10,13 14,55 14,61 14,55 -0,41 138.000 115 10,13 8,5 8,45 8,5 0,59 138000√3 115 10,13 14,43 14,61 14,43 -1,23 10,13 138.000 115 Sendo esta seqüência para as demais fases: S e T. 8,45 8,45 8,45 0 Observação :Cálculo de Desvio Pode ser efetuado da seguinte maneira: ((Medido/Calculado)-1)x100 Exemplo de cálculo: Aplicando na equação do desvio ((14,56/14,61)-1)*100 = -0,34 % Resistência ôhmica de isolamento Código manutenção preventiva: 1.1.26.4 Código comissionamento: 3.1.33.5 Este ensaio consiste em verificar a condição de isolação do equipamento sob ensaio, seja entre enrolamentos ou massa e enrolamentos. Utilizando um Megôhmetro analógico ou digital aplica-se um valor corresponde à norma nas seguintes posições : enrolamento primário(AT) contra Massa , enrolamento primário(AT) 240 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 contra enrolamento secundário (1A1, 2A1 e 3A1) e enrolamento secundário (1A1, 2A1 e 3A1) contra massa. Campo a ser Preenchido: ENSAIO DE RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO Pontos Tensão (Vcc) Ponta (+) -R R, S e T R, S e T R, S e T 5.000 5.000 500 AT AT 1A1/2A1/3A1 Massa 1A1/2A1/3A1 Massa Valor em MΩ Obs.: Toda e qualquer medição de resistência ôhmica de isolamento deverá ser indicada em MΩ Ω (Mega Ohms), e os valores acima de 1.000.000 deverão ser indicados >1.000.000 (maior que um milhão); Fator de Potência e Capacitância Código manutenção preventiva: 1.1.26.5 Código comissionamento: 3.1.33.6 A leitura de capacitância do MP – 12HD é dada em picofaraday (pF). Quando o isolamento em teste tiver Fator de Potencia (F.P) menor que 15 %, a capacitância pode ser calculada pela fórmula: C (pF) = 265 x I (mA); Quando for de interesse levantar a resistência equivalente em corrente alternada do isolamento, segue: R (MΩ) = 100 / W (potência); Fator de Potência F.P% = (W x 10) / mA Procedimentos: Antes de iniciar os ensaios, ajustar o MULT de corrente (mA) e MULT de WATTS para maior escala, ou seja, 100 e 1K respectivamente e a chave seletora da medição em aferição; 2) Conecte o cabo de AT do MP – 12HD (Fig. 3) ao terminal de alta tensão do equipamento a ser ensaiado; 3) Conecte o cabo de BT (Vermelho) do MP – 12HD (Fig. 4 e 5) na carcaça do TPC, onde o equipamento esteja aterrado; 1) 4) Para alimentação do MP – 12HD utiliza-se um transformador abaixador de 220V/127V com um respectivo disjuntor para proteção, conecte a essa tomada de 127V mais terra, a lâmpada amarela deve acender (Fig. 1); 5) Aguarde alguns segundos para estabilização; 6) Posicione a chave seletora de baixa tensão (Fig. 1) para a posição conveniente. Neste caso, pode deixar a chave na posição TERRA VP. Indica que o cabo de baixa tensão de garra de borracha vermelha esta internamente conectada ao potencial de terra, ou seja, o que estiver conectado a este cabo mais o que estiver conectado a terra estará sendo medido; 7) Acione a alavanca do disjuntor para a posição LIGA; 8) Coloque a chave de reversão para a posição NORMAL; 241 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios 9) 10) 11) 12) Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Acione o comando remoto (Fig. 8 e 9), a lâmpada verde (Fig. 1) deverá acender; Acione o comando local (Fig. 7), a lâmpada vermelha deverá acender (Fig. 1); Gire o knob de excitação até a tensão de 10 KV; Ajuste no knob “Ajuste do galvanômetro” (Fig. 7) até o indicador digital indicar 100 divisões; 13) Leitura de mA: Gire a chave “seletora da medição” (Fig. 7) para a posição I, atue na chave multiplicador de corrente até obter a maior deflexão do ponteiro do galvanômetro, ou seja, diminuir a chave MULT de corrente (mA) até obter a corrente desejada. Normalmente a escala se posiciona entre 0,1 a 1,0 para TPC. Anotar o valor encontrado da corrente no medidor digital e multiplicar pelo valor deixado na chave MULT de corrente, essa será a corrente encontrada. 14) Logo em seguida, deixar a chave MULT de corrente na mesma posição e girar a chave “seletora da medição” para posição W (WATTS) para encontrar a potência. Atue simultaneamente no dial de “AJUSTE DE WATTS” e na chave MULTIPLICADOR DE WATTS, até se obter a menor leitura do galvanômetro na menor escala possível do MULTIPLICADOR DE WATTS. Polaridade Código manutenção preventiva: 1.1.26.6 Código comissionamento: 3.1.33.7 15) Deixe a chave MULT de WATTS na mesma posição deixada para encontrar a polaridade. Gire suavemente o knob de Polaridade, observando o sentido do primeiro movimento, se for para 0 (zero) a polaridade será positiva, caso contrário, negativa. Campo a ser Preenchido: OBS.: Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.26.7 Código comissionamento: 3.1.33.8 242 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido: yyy) E LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. q u E a) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); zzz) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); aaaa) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); bbbb) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: ccc) Todos os demais preenchimentos não mencionados acima deverão ter sempre duas casas após a vírgula, exceto para o preenchimento de relação de transformação, que deverá ter quatro casas após a vírgula; ddd) Todos os cálculos de desvio deverão ter duas casas após a vírgula, independente do resultado; eee) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação das milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; fff) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: Campo a ser preenchido Autor do ensaio: Siner Service Eng. Responsável: Siner As Built Código comissionamento: 3.1.33.9 Quando verificado alguma anormalidade (controvérsia de informações) referente ao projeto e ao meio instalado deve-se haver correção do desenho em obra e este tem que retornar a Siner para retificação. Consideração final: As medições somente deverão ser efetuadas com os circuitos desenergizados. 243 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Tensão de Passo e Toque Conceitos Básicos: Durante a ocorrência de um curto circuito, as correntes dispersas pelo sistema de aterramento provocam o aparecimento de gradientes do potencial na superfície do solo, tensões de passo, e partes aterradas da instalação e solo, tensões de toque. Tensão de Passo É definida como parte da tensão de um sistema de aterramento a qual pode ser submetida uma pessoa, cujos pés estão separados pela distância equivalente a um passo. Tensão de Toque A tensão de toque é a tensão elétrica existente entre os membros superiores e inferiores de um indivíduo, devido a uma falha no equipamento 244 Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Efeitos do choque elétrico em pessoas adultas, jovens e sadias Intensidade (mA) Perturbações prováveis Estado após choque Salvamento 1 1-9 Nenhuma Sensação cada vez mais desagradável a medida que a intensidade aumenta.Contrações musculares. Normal --- Normal Normal Desnecessário Normal Morte aparente Respiração artificial Restabelecimento Morte aparente Respiração artificial Restabelecimento ou morte Morte aparente Muito difícil Morte 9-20 20-100 >100 Sensação dolorosa, contrações violentas, perturbações circulatórias Sensação insuportável, contrações violetas, asfixia perturbações circulatórias graves inclusive fibrilação ventricular Asfixia imediata, fibrilação venticular Resultado Final Obs.: Para freqüências industriais (50 – 60 Hz) Definições /Estimativa de horas / Códigos ( tensão de passo) Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas Inspeção visual 1.1.27.1 30 min (PT) Inspeção visual 3.1.34.1 Medição tensão de passo Relatório técnico Outros (especificar) 1.1.27.2 4 horas (PT) 1.1.27.3 1.1.27.4 Horas estimadas 30 min (PT) 3.1.34.2 4 horas (PT) Xxx Medição tensão de passo Relatório técnico 3.1.34.3 Xxx Xxx Outros (especificar) 3.1.34.4 Xxx 245 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Definições /Estimativa de horas / Códigos ( tensão de toque) Atividades comissionamento/manutenção preventiva Manutenção Código Horas Comissionamento Código Preventiva estimadas 3.1.35.1 Inspeção visual 1.1.28.1 30 min (PT) Inspeção visual Medição tensão de toque Relatório técnico Outros (especificar) 1.1.28.2 4 horas(PT) 1.1.28.3 1.1.28.4 Horas estimadas 30 min (PT) 3.1.35.2 4 horas(PT) Xxx Medição tensão de passo Relatório técnico 3.1.35.3 Xxx Xxx Outros (especificar) 3.1.35.4 Xxx Legenda: PT = equipamento localizado no pátio SC = equipamento localizado na sala de comando Considerações e instrumentos a serem utilizados: Tensão de Passo e Toque Inspeção Visual Solicitar o desligamento da Subestação, caso esteja energizada. Instrumentação -Transformador a seco ou gerador até 45 kVA – 220 300/800 V -Multímetro - Alicate Amperímetro -hastes de aço cobreado 1200 mm e 16 mm de diâmetro Métodos de ensaios Inspeção visual Código manutenção preventiva: 1.1.27.1(passo) ,1.1.28.1(toque) Código comissionamento: 3.1.34.1(passo), 3.1.35.1(toque) Primeiro passo a ser efetuado é o levantamento dos dados da área e pontos da SE a serem ensaiados, executando o preenchimento no respectivo protocolo. PROTOCOLO DE ENSAIOS TENSÃO DE PASSO Cliente: SINER Local: Carapicuíba Corrente da Malha: Corrente de Ensaio: (A) (A) Número de Tab. : SN100001 Fl.: 01/01 Data: 01/01/2010 Umidade (%): Temperatura (ºC) ICC: (A) 246 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Número de Tab. : SN100001 PROTOCOLO DE ENSAIOS TENSÃO DE TOQUE Fl.: 01/01 Data: 01/01/2010 Cliente: SINER Local: Carapicuíba Umidade (%): Corrente da Malha: (A) Temperatura (ºC) Corrente de Ensaio: (A) ICC: (A) Observações: a) Todos os campos do cabeçalho dos protocolos deverão ser preenchidos cuidadosamente, principalmente com relação ao nome do cliente e dados técnicos dos equipamentos, ficando o campo "Obs.:" para ser utilizado em caso de necessidade de alguma informação complementar. b) Quando se tratar de dois protocolos do mesmo equipamento, por exemplo, foram efetuados dois ensaios em um disjuntor, sendo um antes de uma manutenção corretiva e outro logo após esta manutenção, os protocolos deverão ser colocados juntos no relatório, sendo primeiro o dos ensaios antes da corretiva e com a numeração da folha Fl.: 01 de 02 e o segundo protocolo dos ensaios após a corretiva com a numeração da folha Fl.: 02 de 02 e assim sucessivamente. c) Até segunda ordem o número de Tab.: deverá ser preenchido em seqüência e da seguinte forma: o primeiro protocolo do relatório deverá ser SN060001, onde SN (Siner), 06 (ano) e 0001 a seqüência do protocolo no relatório. Caso o protocolo tenha mais páginas, todas as outras deverão ter o mesmo número de Tab. Medição tensão de Passo e toque Injeta-se uma corrente proporcional a corrente de curto-circuito entre o sistema de aterramento sob ensaio e solo através de um eletrodo auxiliar de corrente. Trata-se de uma alternativa para verificações das tensões de passo, toque na superfície do solo que podem surgir, durante uma falta, em uma subestação, linhas de transmissão. Os potenciais de superfície do solo, e toque, são medidos em vários pontos da subestação, localizados nas proximidades dos equipamentos de manobra, locais sujeitos a potenciais de riscos como cantos da malha de aterramento e os portões. O eletrodo auxiliar de corrente onde é injetada a corrente elétrica I é constituída de haste de aço cobreado 1200mm e l6mm de diâmetro. A medição é feita utilizando um circuito de corrente e um circuito de potencial. Para não limitar em excesso a corrente injetada, o eletrodo auxiliar de corrente deve ter uma resistência de contato com o solo não superior, a 10Ω, assegurando dessa forma a obtenção de uma corrente de 100A necessária para medição com um transformador a seco de 45kVA, tensão primária de 220V e tensão secundária com derivações variando de 300V a 800V. O cabo condutor de uma das fases da linha de transmissão ou linha de distribuição é utilizada para interligar o eletrodo auxiliar de corrente, através de um cabo isolado 0.6/1 kV de no mínimo de 35mm2. Com a finalidade de evitar distorções significativas na dispersão de corrente pelo solo, o eletrodo auxiliar de corrente deve estar a uma distância mínima de 5 vezes a maior diagonal do sistema de aterramento sob ensaio. 247 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Legenda T → Tranformador a seco 45kVA - 220V - primário 300 - 800V - secundário I → Corrente Injetada - 100A D → Distância do eletrodo auxiliar ao sístema de aterramento que deverá ser superior a 5 vezes o valor da diagonal do sistema de aterramento., C → Ponto de Conexão do eletrodo auxiliar com uma das fases da linha de distribuição ou transmissão. Medição tensão de passo Código manutenção preventiva: 1.1.27.2 Código comissionamento: 3.1.34.2 A medição da tensão de passo é efetuada entre duas hastes cobreadas tipo Copperwell com 1200mm de comprimento e l6mm de diâmetro, cravadas a uma profundidade de 5 a 10cm no solo, além das pedras, distanciadas de 100cm entre si. 248 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Essa medição deve ser realizada em pontos próximos a cerca de subestações, na região do portão de acesso, no passeio em torno da subestação, na divisa da malha principal de aterramento e a parte do terreno que não é aterrada. A tensão crítica está localizada fora da área de malha, onde a densidade de condutores por unidade de área é pequena. No caso de falta a terra uma pessoa ficará sujeita a potencial de passo Vpcc, que surge entre os seus pés distanciados de 100cm entre si, devido a corrente de curto-circuito lcc, dada por: Vpcc = lcc x VP A Legenda Vpcc→ → Valor extrapolado linearmente da tensão de toque medida Vp, referido aos valores reais de corrente de curto-circuito fase-terra; Icc → Corrente real de curto-circuito fase-terra, fornecida pela concessionária; VP→ → Tensão de passo medida entre as hastes. ; A → Corrente medida no secundário do transformador com lim alicate amperímetro. Campo a ser preenchido: Pontos da Subestação Tensão Medida (mV) Tensão Extrapolada (V) Tipo de solo Porta 01 sala comando Porta 02 sala comando Alambrado lado muro Alambrado lado linhas 12,00 11,00 16,00 25,00 15,85 14,53 21,13 33,02 Cimento Cimento Brita Brita Abaixo link Sec. 29.8 15,00 19,81 Brita Medição tensão de toque Código manutenção preventiva: 1.1.27.3 Código comissionamento: 3.1.34.3 A medição da tensão de toque é efetuada entre uma haste cobreada tipo Copperweld com 1200mm de comprimento e l6mm de diâmetro cravada a uma profundidade de 5 a 10 cm no solo, além das perdas e a uma distância de 100 cm de uma estrutura aterrada. 249 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 No caso de uma falta a terra haverá uma elevação da tensão de malha e da tensão da estrutura ou equipamento, pois estas estão aterradas. Uma pessoa distanciada de 100cm e tocando esta estrutura ou equipamento ficará sujeita a uma tensão de toque Vtcc, devido a corrente de curto-circuito, Icc dada por: Vtcc = lcc x VT A Legenda Vtcc → Valor extrapolado linearmente da tensão de toque medida VT, referido aos valores reais de corrente de curto-circuito fase-terra. Icc → Corrente real de curto-circuito fase-terra, fornecida pela concessionária. VT → Tensão de toque medida entre a haste e a estrutura. A → Corrente medida no secundário do transformador com um alicate amperímetro. É adotada uma extrapolação linear, pois é assumido que a terra mantenha as suas características resistivas invariáveis com a corrente. Exemplo: Para uma corrente injetada de 5A o potencial de toque medido é 10V, referindo esse valor para uma corrente de curto-circuito fase-terra de 1000A, o valor de Vtcc é 2000V. Campo a ser preenchido: Pontos da Subestação Painel trafo 01 Tensão Medida (mV) Tensão Extrapolada (V) 16,10 22,00 21,26 29,06 Cimento Brita Resistor de ater.trafo 02 22,00 29,06 Brita Painel disjuntor 52.1 21,00 27,74 Cimento Resistor de ater.trafo 01 Tipo de solo 250 Anexo 1 – Manual Técnico de Ensaios Referente ao PO: 018 Revisão: 01 Providências: Solicitar o desligamento da Subestação caso esteja energizada para poder proceder o curtocircuitamento de uma fase da linha de transmissão/distribuição. Estar com a planta geral de aterramento da Subestação, onde estão localizados os portões,cercas,casa de comando,entrada da L.T. Determinar a diagonal maior da malha. Estar em posse de cópia do memorial de calculo do sistema de aterramento onde constam os valores máximos de corrente de curto-circuito fase- terra, os valores máximos de potencial de toque e passo em terreno descoberto e terreno com brita. Validade das medidas Os valores calculados para tensão de passo e toque devem ser inferiores aos valores determinados no projeto para as condições de terreno descoberto. De uma maneira geral estes valores não devem ultrapassar 150 V em qualquer ponto da SE. Relatório Técnico Código manutenção preventiva: 1.1.27.4(passo), 1.1.28.4(toque) Código comissionamento: 3.1.34.4(passo), 3.1.34.4(toque) Ao final do Ensaio deve-se preencher o protocolo de acordo com os ensaios realizados e apontar o laudo para o equipamento sobe teste. Campo a ser preenchido LAUDO: Equipamento em condições normais de operação. cccc) Equipamento em condições normais para energização. (Quando se tratar de primeira energização); dddd) Equipamento em condições normais de operação. (Quando se tratar de equipamento já em funcionamento); eeee) Equipamento em condições críticas de operação. (Quando se tratar de equipamento que pode operar, mas com restrições. Aí deve ser colocado no campo "Obs.:" quais as restrições de operação e qual a correção e/ou serviço deverá ser realizado); ffff) Equipamento sem condições de operação. (Quando o equipamento não puder operar e/ou estiver impossibilitado de operar. Colocar no campo "Obs.:" o motivo e quais ações deverão ser tomadas). Obs. Gerais: ggg) Em todos os nossos relatórios deverão ser utilizadas vírgulas como separador das casas decimais, ficando a utilização do ponto para a separação dos milhares. Somente será utilizado o inverso, quando se tratar de relatórios entregues em inglês; hhh) Preencher as informações sobre o executante do ensaio: 251